Soraya Godeiro, presidente do SINSENAT, respondeu as acusações do vereador Maurício Gurgel, onde acusou a presidente dizendo que “já ganhou dinheiro de vereadores”, em referência ao fato de que a sindicalista havia processado parlamentares e teria obtido êxito. Veja abaixo.
SOBRE A VOTAÇÃO DOS REQUERIMENTOS NA CÂMARA DOS VEREADORES
Durante a audiência pública sobre a questão da Reforma Administrativa ocorrida no dia 08 de abril, o SINSENAT propôs a aprovação de um requerimento condicionando a votação dos sete projetos da Reforma, inclusive o aumento dos cargos comissionados, ao cumprimento da data-base dos servidores municipais.
Quem deu entrada nesse requerimento foi o Vereador Sandro Pimentel do PSOL. A votação desse requerimento foi adiada por duas vezes. O governo propôs votar a reforma administrativa com exceção do aumento dos cargos comissionados, mas, o vereador Sandro Pimentel não aceitou.
No dia 06 de maio, a reforma administrativa foi colocada na ordem do dia e o aumento de até 166% foi aprovado com a ajuda dos vereadores, PASMEM!, Sandro Pimentel e Marcos Antônio do Psol que se ABSTIVERAM DA VOTAÇÃO.
Na quinta-feira, 08 de maio, estava previsto a segunda votação do aumento dos cargos comissionados onde seria apresentada uma emenda para condicionar a publicação e a eficácia do aumento ao cumprimento da data-base dos servidores de carreira.
O SINSENAT e o SINDAS montou acampamento desde às 8 horas da manhã onde centenas de servidores compareceram. Diante da crescente mobilização dos servidores municipais foi apresentado um novo requerimento pela vereadora Júlia Arruda onde a publicação e implantação de TODOS os projetos aprovados da reforma administrativa, inclusive o aumento dos cargos comissionados, seja condicionada ao cumprimento da data-base e que o conteúdo do requerimento seja transformado em EMENDA em todos os projetos de lei da reforma administrativa.
O chamado grupo dos 10 foi CONTRA, inclusive os vereadores Sandro Pimentel, Marcos Antônio do PSOL e Amanda Gurgel do PSTU. Mais uma vez demonstram que o interesse não é a luta pelos direitos dos servidores municipais e sim os seus, porque fazem parte da oposição ao SINSENAT juntamente com o Sindsaúde e tem eleição da Entidade no segundo semestre desse ano. Aliam-se a vereadores de cunho fascista e burguês como o Vereador Maurício Gurgel onde na gestão passada votou contra em todas as matérias de interesse dos servidores municipais como o auxílio-transporte em fevereiro de 2010, votando a favor do SETURN. Esse mesmo vereador agrediu em plena sessão a presidente do SINSENAT, Soraya Godeiro.
Para atender a esses interesses espúrios desejaram que saíssemos mais uma vez derrotados da Câmara Municipal. Mas, não caímos na pegadinha, tivemos a sabedoria e a clareza de conduzir a luta, que naquele momento apontou para a aprovação do requerimento. O requerimento foi aprovado!
Como não caímos na pegadinha, a fúria tomou conta das falas e diante das agressões à presidente do SINSENAT foi proposto um tempo de 5 minutos para que a sindicalista pudesse fazer uso da palavra no plenário da Câmara e a matilha travestida de cordeiros, o Vereador Sandro Pimentel e a vereadora Amanda Gurgel, que sempre tiveram a fala disponibilizada por nós, NEGARAM O DIREITO DE DEFESA DA SINDICALISTA e a desconstrução do FACTÓIDE INVENTADO!
A luta segue lutadores, porque somos de luta! Vamos fortalecer ainda mais a greve. À vitória!
Direção do SINSENAT.

Como diria o velho filósofo: "A esquerda não se une nem na cadeia!!!" (Se é que ainda existe esquerda!)