Vídeo: Reprodução: Band TV
A estimativa do Tribunal de Contas da União (TCU) para a alíquota da Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) fixou o percentual em 11,3%. O número superou as projeções anteriores do mercado e causou forte repercussão e preocupação entre especialistas, tributaristas e entidades do setor produtivo.
A CBS é o novo tributo federal criado no âmbito da Reforma Tributária que passará a substituir, a partir de janeiro do próximo ano, três impostos atualmente vigentes: o PIS, a Cofins e grande parte do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).
De acordo com a jornalista da Band, Juliana Rosa, a alíquota gerou apreensão e assustou especialista. “A alíquota foi considerada alta por especialistas e pelo setor privado. A CBS é a Contribuição Social sobre Bens e Serviços. Ela vai substituir, a partir de janeiro do ano que vem, três impostos federais, PIS, COFINS e grande parte do IPI, que é o Imposto sobre Produtos Industrializados”, comentou.
Estimativas frustradas e o risco do “maior IVA do mundo”
A alíquota de 11,3% proposta pelo TCU foi considerada elevada. Até então, tributaristas calculavam que o índice da CBS ficaria em torno de 10%, enquanto a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) havia divulgado nota apontando para uma estimativa ainda menor, de 9%.
A grande apreensão do mercado financeiro e do setor industrial gira em torno do efeito cumulativo do novo sistema. Além da implementação da CBS no âmbito federal, a partir de 2029 entrará em vigor o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), encarregado de unificar o imposto estadual (ICMS) e o municipal (ISS). Com isso, a somatória de todas as alíquotas pode empurrar a taxa total estimada para a casa dos 30%, o que faria do Brasil o detentor do maior Imposto sobre Valor Agregado (IVA) do mundo, caso esse valor venha a se confirmar após as deliberações no Senado.
O cenário se torna ainda mais crítico ao considerar que a carga fiscal brasileira já figura entre as mais altas do planeta, podendo ultrapassar a marca de 34%.
Insegurança no curto prazo vs. benefícios no longo prazo
Um dos pilares da Reforma Tributária é a simplificação e unificação do sistema de arrecadação, sob a premissa de não aumentar a carga tributária total do país. Projeções apontam que a mudança estrutural pode impulsionar o PIB brasileiro em ao menos 10% num horizonte de 15 anos.
Contudo, no curto prazo, a transição gera incerteza e apreensão no ambiente de negócios. As constantes revisões e os ajustes de última hora nas alíquotas, realizados às vésperas do início desse processo, elevam significativamente a insegurança jurídica. Nesse cenário, o setor de serviços tende a ser um dos mais onerados pelas novas taxas, fazendo com que especialistas alertem para o risco real de repasse desses custos e de um consequente aumento nos preços ao consumidor final já no ciclo de 2027.
Diante deste cenário, entidades empresariais apelam ao “bom senso” dos parlamentares no Senado Federal, etapa final onde a proposta ainda precisará ser analisada e votada antes da sua implementação definitiva.
Caro Roberto não precisa ficar zangado eu só quero saber pra que serve.
A assistência é gratuita não cobram nada?
Sua contabilidade é confiável? Não tem desvios? Tem corrupção?
Você conhece algum Presidente de Sindicato que se destacou com honra pelos excelentes
serviços prestados aos associados e a Nação Brasileira.
Quando em data-base com negociações com os patrões levam alguns por fora $$$$.
Desculpe a minha ignorância e a minha desilusão é que eu votei por duas vezes em um dirigente sindical conhecido como cachaça e também pela alcunha de nove dedos, e a decepção oi muito grande. O cachaça fhoddeu 210 milhões de brasileiros.
Hoje Graças ao nosso bom Deus o país está em boas mãos.
Vida longa a Jair Messias, Sérgio Moro e Paulo Guedes.
NAO É O QUE DIZ A HISTORIA CONSOLIDADA EM ESTATISTICAS.
No campo econômico, o governo de Lula, sobretudo em seu primeiro mandato, colocou em prática uma política econômica que trouxe resultados positivos para o Brasil em diferentes aspectos. O controle da inflação e a garantia da estabilidade do Real foram focos do governo Lula, pois o grande temor, principalmente do mercado financeiro, era de que o governo Lula não conseguiria controlar esses índices.
Assim, na questão da inflação, o governo Lula iniciou o mandato com uma inflação de 12,53%, herdada do governo de FHC. Em 2006, a inflação havia alcançado 3,14%, e Lula encerrou seu governo com a inflação em alta, fechando em 5,90%. Outros índices econômicos do governo Lula também foram positivos, como o crescimento do PIB.
Durante os anos do governo Lula, o PIB brasileiro teve um crescimento médio de 4% ao ano. Esse cenário de crescimento econômico, conforme citado, ancorou-se, sobretudo, no crescimento das exportações
Precisa se informar melhor Bento. Os fakes do Olavo de Carvalho que o Carluxo distribui nao se preocupa muito com a verdade.
O Governo Lula correspondeu ao período que se iniciou em 1º de janeiro de 2003, quando Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a presidência do Brasil, e encerrou-se no dia 1º de janeiro de 2011, quando a presidência foi transmitida para Dilma Rousseff. O governo de Lula ficou marcado por ser um período de intenso crescimento econômico do Brasil,
Soja: foi responsável por 78,97% de todas as exportações do Brasil;
Minérios de ferro: foi responsável por 54,13% de todas as exportações do Brasil;
Petróleo: foi responsável por 44,22% de todas as exportações do Brasil.
O fortalecimento da nossa economia durante esse período (2003-2007) foi o grande responsável pelo fato de os impactos da crise econômica de 2008 terem sido reduzidos no Brasil em comparação com o cenário internacional. Impactos na economia fizeram-se sentir no PIB, por exemplo. Esses impactos não foram mais bruscos porque o governo tomou medidas que incentivaram o consumo interno.
Outras questões relacionadas diretamente à economia que tiveram resultados positivos durante o governo de Lula foram a criação de empregos e a melhoria da condição econômica de grande parte da população. A respeito disso, destaca-se a criação de cerca de 10 milhões de empregos |5| formais, além do crescimento da classe C, que esteve diretamente ligado com o crescimento do salário-mínimo no período em cerca de 60% (o dado leva em consideração o período 2000-2013) |6| e com o aumento da disponibilização de crédito.
Sindicatos o que é isto? Serve pra que em? em? em?
Alguém sabe explicar.
Pra defender os trabalhadores que são fracos, mas são muitos. E QUEM é fraco se une pra se defender.
Vc que pensa que é empresário, enquanto curte uma aposentadoria conquistada pelos sindicatos em lutas das quais o seu sindicato de classe também participou certamente, parece que nao gira bem ou nao conhece a historia de abusos e injusticas cometidas pelos empresários contra pequenos empregadis.
E quando essas injustiças são praticadas, vemos quem os defende, mesmo com todos os defeitos. Inclusive vemos quais são os Deputados e Senadores que estão juntos apoiando as lutas.
E mesmo com tudo isso, as empresas continuam abusando e explorando mais e mais os trabalhadores, agora com p apoio declarado do governo que está acabando com os direitos trabalhistas, com o ministério do trabalho e com a justiça trabalhista.
Obs: as empresas também tem sindicatos sabia Bento babão? É o que vc fala disso? Eles podem, não é mesmo?
Essa justiça brasileira só penaliza os mais fracos. Não serve pra porra nenhuma.
Só queria que esses esquerdopatas se liga se e vejam o quanto esses sindicatos fazem mal pro país.
No governo petista não ameaçaram sequer uma vez.
Vão quebrar o sindicato….