Durante este episódio, conforme a nota, um brigadista passou mal ao inalar o fluido depois de tentar fechar uma válvula. A categoria informou que a vítima foi levada à enfermaria vomitando e precisou ser medicada. Ele voltou a trabalhar no mesmo dia.
Na segunda-feira (9), dois dias após o acidente de sábado, uma outra vazão foi registrada, desta vez sem vítimas. O fato aconteceu na Planta de QAV, Resíduo Atmosférico (RAT). Os petroleiros informaram que a unidade voltou a operar com vários equipamentos desgastados pelo último incêndio, além de sujeira e fuligem nas linhas, e vários outros problemas na matriz.
Nesta ocorrência, apesar do alarme ter sido acionado, os profissionais contaram que foi necessária a evacuação imediata da área diante da possibilidade de agravamento da situação.
Incidentes constantes
Os incidentes estão sendo constantes no Polo Guamaré. No último dia 28 de agosto, um outro vazamento seguido de incêndio foi confirmado após dois dias pela Petrobras. Em nota, a estatal disse que a unidade de destilação atmosférica da Refinaria sofreu, às 15h15, uma perda de contenção seguida de incêndio. No mesmo dia do vazamento, o Sindicato noticiou o fato após denúncia dos trabalhadores.
Incêndio de agosto foi na unidade de destilação atmosférica da Refinaria Clara CamarãoA assessoria de imprensa do sindicato disse que o clima entre os trabalhadores na unidade é de muita tensão, pois no local há instalações de alto risco e os incidentes estão sendo rotineiros. Além disso, um incêndio no local não se limitaria apenas ao maquinário e aos profissionais, mas também, poderia atingir o próprio município de Guamaré.
FONTE: Tribuna do Norte
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