O secretário de Saúde do Rio Grande do Norte, Alexandre Mota, reconheceu a falta de medicamentos e insumos no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel e afirmou que o cenário atual já foi mais grave. A declaração foi feita em vídeo publicado após a repercussão pelo BLOGDOBG sobre um reportagem da Tribuna do Norte que revelou informações de um documento interno da unidade que aponta 189 itens em falta, entre medicamentos e insumos essenciais.
Ao lado do farmacêutico Thiago Sá, responsável pela elaboração do relatório da Divisão de Farmácia, Mota confirmou que o documento é verdadeiro e afirmou que levantamentos sobre a falta de insumos fazem parte da rotina do hospital.
“Isso é uma rotina no nosso hospital. Inclusive, a direção exige essa rotina, que passamos para ele as questões das faltas, dos itens críticos, de como estão os processos. Isso é rotina aqui no hospital”, explicou Tiago Sá.
Os dados do documento que foram publicizados apontam que 25% dos itens avaliados estão com estoque zerado e outros 11% em nível crítico. O relatório classifica a situação como de “extrema gravidade e vulnerabilidade assistencial” e cita a falta de medicamentos, materiais cirúrgicos e itens básicos, como luvas, seringas e soros.
Questionado pelo secretário sobre se já houve períodos piores, o farmacêutico afirmou que sim. “Já tivemos aqui percentuais de falta de cerca de 36%, ou seja, 64% de abastecimento”, disse.
Segundo Thiago Sá, os relatórios têm como objetivo alertar a alta gestão sobre os itens em falta e as medidas necessárias. Entre as ações adotadas atualmente estão permutas entre unidades, licitações, empenhos e negociações com fornecedores. “Esse é o mundo real do dia a dia do Walfredo Gurgel e da Sesap. Todo dia tem problema, todo dia se resolve”, declarou Mota complementando a fala de Thiago.
A Sesap também já havia informado que não há risco imediato aos pacientes e atribuído parte dos problemas a atrasos de fornecedores, além de citar remanejamentos, negociações e empréstimos de insumos para evitar a interrupção dos atendimentos.
NOS BANHEIROS NÃO HAVIAM FISCAIS PARA CHECAR NADA, NEM TEMPO DE USO DO BANHEIRO….
ABSURDO
TRAZENDO INSEGURANÇA/ DESCONTENTAMENTO/ ME PERGUNTO HOUVE ALGO MAIS.
NÃO PODEMOS TRABALHAR COM ERROS EM CERTAME/CONCURSO.
CANCELAMENTO URGENTE.
O RESULTADO ESTA DEMORANDO….CADE A RESPOSTA DO MP?
não podemos aceitar tamanha injustiça com quem estudou, esmerilou horas e horas retendo conhecimentos , e agora deparamos com um quadro de veiculção nas redes sociais da prova, sem antes os candidatos usufluirem do direito d etera prova em mãos.Sou plenamente FAVORÁVEL AO CANCELAMENTO DO CERTAME…..SIM…..
Se isso não ocorrer entra em descredito os órgãos competentes.
CANCELAMENTO DO CERTAME GERAL JÁ
JOÃO
Absurdo…….. e agora??????? Tem que anular não é justo que fraude………
Absurdo! Na minha sala o envelope veio aberto, muita confusão seria justo cancelar.
Oliveira. Para não prejudicar os demais anula apenas o do cargo em que a prova foi divulgada o de enfermeiro.
Um erro grande que ocorreu foi que ao ir no banheiro n passaram o detector de metais, como isso pode ser possível, num concurso, sem uma fiscalização….
Barbaridade, tanta gente se dedicando p um concurso e acontecer coisas desses tipos, precisamos mais de honestidade para o Brasil se desenvolver.
'E o responsável vai ficar impune?
O q dizer de pessoas q vieram de outras cidades para fazer provas?
Vão ser indenizados?
O que acontecerá com as pessoas QUE SAÍRAM DE OUTROS ESTADOS, GASTARAM COM HOSPEDAGEM, ALIMENTAÇÃO E TRANSPORTE para fazer essa prova?
Não tem outra solução a não ser a retirada dessa empresa, anulação do concurso e contratação de uma nova empresa para realizar um novo concurso. Uma pena para quem estuda e investe em cursinhos caríssimos mesmo sem poder financeiramente.
Vão estudar para o próximo concurso… O povo reclamando pq a prova tava difícil, diferente de outras provas fáceis.