Diversos

Sistema S ajuda sindicato patronal a viver sem imposto sindical

Foto: Pedro Ladeira/ Folha Press

Entidades patronais que apoiaram o fim da contribuição sindical obrigatória, previsto pela reforma trabalhista em discussão no Congresso, têm condições de abrir mão do imposto porque ele representa uma fatia muito pequena dos recursos que as sustentam —ao contrário do que ocorre com a maioria dos sindicatos de trabalhadores.

No ano passado, o imposto sindical respondeu por apenas 11% do orçamento de R$ 164 milhões administrado pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), segundo balanço da entidade obtido pela Folha.

O imposto sindical é cobrado compulsoriamente de trabalhadores e empresas para ser repassado a sindicatos, federações e confederações que representam patrões e empregados. No caso das empresas, o valor da cobrança depende do capital social.

Na semana passada, a Fiesp publicou anúncio nos jornais dizendo que abriria mão do imposto sindical para ser “coerente em sua luta por menos impostos”. A entidade é presidida por Paulo Skaf, aliado do presidente Michel Temer que concorreu ao governo do Estado de São Paulo pelo PMDB nas eleições de 2014.

No mesmo dia, a Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) divulgou nota apoiando o fim do imposto sindical. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) já havia se posicionado assim semanas atrás.

As entidades patronais, no entanto, contam com uma fonte muito mais vultosa de recursos do que o imposto: taxas previstas em contratos firmados para gerir o sistema S (Sesi, Senai, Sesc etc.). Na Fiesp, essa taxa levou ao repasse de R$ 100 milhões no ano passado, o equivalente a 60% do orçamento da federação.

As empresas recolhem mensalmente entre 0,2% e 2,5% da folha de salários para o sistema S, cujo objetivo é promover a qualificação e garantir o lazer dos trabalhadores. No ano passado, o sistema S arrecadou R$ 16 bilhões.

SEM TRANSPARÊNCIA

Repasses do Sesi e do Senai também representam a maior parte do orçamento da CNI e das outras federações estaduais da indústria. A Firjan informou que o dinheiro do Sesi e do Senai cobrirá 72% do orçamento de R$ 45,7 milhões previsto para este ano.

Mas há pouca transparência. Na quinta-feira (27), a Folha procurou Fiesp, Firjan e CNI solicitando seus balanços. A CNI não respondeu e a Fiesp enviou apenas um quadro com a previsão para 2017.

O balanço completo da federação paulista no ano passado foi obtido pela reportagem com representantes de sindicatos que receberam o documento para aprovação das contas. Nenhum representante das entidades quis dar entrevista sobre o assunto.

Na semana passada, Horácio Lafer Piva, ex-presidente da Fiesp e conselheiro da Klabin, Pedro Passos, conselheiro da Natura e ex-presidente do Iedi, e Pedro Wongtschowski, atual presidente do Iedi e conselheiro do grupo Ultra, publicaram um artigo na Folha pedindo mudanças na representação patronal.

Para os três empresários, as federações estaduais deveriam ser sustentadas apenas com contribuições voluntárias para serem forçadas a prestar serviços de qualidade.

No artigo, eles dizem que as entidades não são presididas por “industriais de verdade” e que suas “direções se eternizam” com mudanças estatutárias. “Essas instituições deveriam ser obrigadas a explicitar à sociedade o uso de seus recursos”, escreveram.

Aliados de Skaf, que preside a Fiesp desde 2004, rebateram o artigo sob condição de anonimato. Eles dizem que, se todas as contribuições fossem voluntárias, prevaleceria nas entidades a defesa das grandes empresas, que dispõem de mais recursos.

Com informações da Folha de SP

 

Opinião dos leitores

  1. Tem mesmo que exterminar essa contribuição sindical. Ela serve prá financiar CUT e outras porcarias do tipo, que usam esses recursos prá arrebanhar "mortadelas" e patrocinar badernas e quebradeiras.

  2. Grande parte dos recursos que sustentam o sistema S – SESI, SENAC, SESC, SENAI e SENAR vem do governo federal, o Imposto Sindical serve para manter as estruturas e benesses dos Sindicatos, Federações e Confederações. Quem não vê como é nababesca a estrutura da FIERN, por exemplo?

  3. Esse imposto sindical tem mesmo que cair. Sem ele, a CUT e outras porcarias mais teriam muitas dificuldades prá arrebanhar mortadelas prá fazer badernas e quebradeiras.

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Geral

[VÍDEO] Candidato a deputado estadual do PT agride fisicamente adversário bolsonarista durante discussão em podcast


Vídeo: Reprodução/PabloInforma

O clima esquentou durante a gravação de um podcast e terminou em agressão física ao vivo. Os candidatos a deputado estadual pelo estado de São Paulo, Leonardo Grandini (PT) e Thomaz Henrique (PL) protagonizaram uma discussão acalorada que escalou para troca de acusações, exaltação de ânimos e culminou em pancadaria.

No vídeo, os dois candidatos aparecem trocando xingamentos, mas a escalada para a agressão física acontece após o bolsonarista xingar a avó do petista de ‘bandida’. “Sua avó é uma bandida”, disse Thomaz Henrique momentos antes de ser atingido pelo adversário. Após a confusão, a equipe do podcast precisou intervir para que as agressões não prosseguissem.


No Instagram, o petista reafirmou que a agressão aconteceu após o adversário atacar a honra de sua avó. “Chega de diálogo com Bolsogado”. Falou da minha avó que foi presa na ditadura e levou sem anistia”, comentou Leonardo Grandini.

O bolsonarista também comentou o caso através de seu Instagram. Em postagem com o vídeo da agressão, Thomaz Henrique revelou que momentos antes da confusão, o petista teria chamado a ‘Débora do Batom’ de vagabunda.

 

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FIM DAS BETS? Governo articula medida provisória para banir jogos online e limitar apostas esportivas


Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O governo federal prepara uma Medida Provisória (MP) com o objetivo de proibir os jogos online e impor restrições severas às apostas esportivas no país. A minuta do texto ainda passa por ajustes finais, mas a tendência inicial avaliada nessa quarta-feira (16) era o veto total a essas modalidades. A publicação oficial é esperada para os próximos dias.

A iniciativa alinha-se às recentes críticas públicas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o impacto negativo do vício em apostas e o endividamento das famílias brasileiras. Contudo, o teor da medida já enfrenta forte resistência de clubes de futebol, empresas do setor e veículos de imprensa.

No início da semana, Lula deu entrevista com críticas às bets, após encontrar famílias que sofreram com o vício do jogo. “Estamos tomando decisões e logo vamos anunciar a decisão que a gente vai tomar em relação a isso, porque é uma doença, não é um jogo. É a indução de inocentes a um vício”, disse o presidente.

Impacto financeiro e mobilização dos clubes

Os clubes de futebol brasileiros iniciaram uma forte articulação para tentar barrar a iniciativa governamental. O setor calcula uma perda estimada em R$ 1 bilhão em patrocínios caso a proibição seja confirmada.

Grandes clubes como Flamengo, Corinthians, Palmeiras e São Paulo possuem acordos de patrocínio master com casas de apostas que superam a marca de R$ 100 milhões anuais por clube. Nos bastidores, discute-se a redação de uma nota oficial classificando a MP como eleitoreira e resultado da ineficiência do Estado no combate ao mercado ilegal.

As empresas de apostas (bets) também se mobilizam para tentar reverter a decisão, estudando medidas judiciais caso a MP seja editada. O setor argumenta que a proibição formal pode surtir o efeito oposto, estimulando o crescimento de plataformas clandestinas, que operam sem registro oficial no Brasil e sem recolhimento de impostos. A medida desagrada a veículos de comunicação que transmitem partidas de futebol e lucram com a publicidade.

Com informações do Estadão

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Geral

[VÍDEO] PF apreende R$ 2,5 milhões e investiga desvio de recursos para financiamento de campanhas no Pará


Vídeo: Reprodução/Metrópoles

A Polícia Federal (PF) apreendeu R$ 2,5 milhões em espécie dentro de uma caixa de papelão transportada em um veículo blindado em Belém (PA). A operação, realizada na última quarta-feira (16), resultou na prisão em flagrante de duas pessoas logo após o saque do dinheiro em uma agência bancária.

Além da expressiva quantia em dinheiro, a corporação recolheu uma arma de fogo, materiais diversos para perícia e o automóvel utilizado no transporte. De acordo com as investigações conduzidas com o apoio técnico da Controladoria-Geral da União (CGU), o montante tem origem em desvio de recursos públicos e seria destinado ao financiamento irregular de campanha eleitoral.

A apuração aponta que a operação mira diretamente dois políticos suspeitos de envolvimento em esquema de compra de votos, sendo um candidato a deputado estadual, que atualmente exerce o cargo de vereador e um candidato a deputado federal, que possui mandato de deputado estadual.

Nenhum dos dois políticos investigados foi detido durante a ação policial. Os dois presos em flagrante foram encaminhados à Justiça Eleitoral do Pará e poderão responder, de acordo com o grau de participação de cada um, por crimes como lavagem de dinheiro, peculato, associação criminosa, corrupção eleitoral, porte ilegal de arma de fogo e resistência.

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] Janja pede rejeição ao bolsonarismo e alfineta Michelle Bolsonaro durante comício em Ceilândia


Vídeo: Reprodução/Estadão

A primeira-dama Janja Lula da Silva aproveitou o comício do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizado nessa quarta-feira (16), em Ceilândia, no Distrito Federal, para atacar o bolsonarismo, em especial a candidata ao Senado Federal pelo PL, Michelle Bolsonaro.

“Inclusive tem uma Bolsonara daqui de Ceilândia que vocês conhecem bem. Digam não ao Bolsonaro e não ao Bolsonarismo. Não ao retrocesso e ao entreguíssimo do nosso país. Vamos continuar construindo um Brasil mais justos, mais inclusivo e com mais oportunidade para todas e todos”, disparou Janja em referência a candidatura de Michelle e ao clã bolsonarista do Distrito Federal.

Após a fala de Janja, Lula discursou pedindo voto as candidatas apoiadas pelo PT ao Senado Federal no DF. “Nós temos duas candidatas da direita e nós temos ao nosso nado essas duas senhoritas aqui. A Érica e a Leila. Quem votar no 13 vota no 123 e 131. É importante saber, quem vota na Érica o segundo voto é da Leila, quem vota na Leila o segundo voto é da Érica. Precisamos eleger às duas ao Senado”, concluiu o petista.

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TRE-RN multa Allyson Bezerra em R$ 53 mil por alterar percentual de Álvaro Dias em pesquisa divulgada no Instagram

Foto: Reprodução/Internet

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) condenou o prefeito Allyson Bezerra ao pagamento de multa no valor mínimo de R$ 53.205,00 por divulgar incorretamente dados de uma pesquisa eleitoral em seu perfil oficial no Instagram. A sentença foi proferida pelo desembargador eleitoral João Afonso Morais Pordeus, ao julgar procedente a representação movida pela coligação Endireita RN.

O processo (nº 0600928-27.2026.6.20.0000) teve origem em uma postagem feita em 11 de setembro, referente ao levantamento da Exatus registrado sob o número RN-07539/2026. Na publicação, que trazia expressamente o número de registro oficial da pesquisa, Allyson aparecia com 41,90% das intenções de voto e Cadu de Lula com 17,59%, índices corretos. No entanto, o percentual atribuído ao candidato Álvaro Dias foi divulgado como 20,5%, enquanto o dado real registrado era de 22,20%, gerando uma divergência de 1,70 ponto percentual.

A defesa reconheceu a falha e alegou ausência de dolo, sustentando que se tratava de um erro material sem intenção de manipular o eleitorado. Os advogados de Allyson argumentaram que a discrepância estava dentro da margem de erro da pesquisa (2,53 pontos percentuais) e não alterava a posição dos candidatos no cenário eleitoral.

O relator do caso rejeitou as justificativas. O magistrado destacou que a margem de erro é uma ferramenta técnica estatística e não autoriza o divulgador a alterar os números oficiais apurados. O voto ressaltou ainda que a indicação do número de registro da pesquisa reforçou na postagem a falsa garantia de fidelidade aos dados oficiais.

O TRE-RN ressaltou que a exclusão posterior da postagem e a publicação de uma versão corrigida não anulam a irregularidade anterior, embora a atitude espontânea tenha servido para atenuar a pena, fixada no patamar mínimo legal.

A condenação fundamenta-se no artigo 33, § 3º, da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e no artigo 17 da Resolução-TSE nº 23.600/2019, que coíbem a veiculação de pesquisas manipuladas ou com dados alterados em relação ao registro oficial.

Com informações do Agora RN

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Geral

MAIS UMA ESTATAL NO VERMELHO: Infraero acumula rombo de R$ 1,3 bilhão em dois anos e TCU alerta para risco financeiro

Foto: reprodução/Google Mapas

A Infraero fechou 2024 e 2025 com um rombo acumulado de R$ 1,315 bilhão. O Tribunal de Contas da União (TCU), diante da deterioração das contas, alertou para o risco à sustentabilidade financeira da estatal.

O prejuízo primário foi de R$ 540 milhões em 2024 e saltou para R$ 775 milhões no ano seguinte. A situação piorou depois que as concessões reduziram drasticamente a presença da Infraero. A empresa administrava 66 aeroportos em 2011, mas iniciou 2026 com apenas 22 terminais regionais — todos deficitários — além do Santos Dumont, no Rio de Janeiro, seu único aeroporto lucrativo.

De acordo com a projeção técnica do TCU, o limite anual de 6,5 milhões de passageiros no Santos Dumont pode retirar R$ 983 milhões do resultado operacional da Infraero entre 2026 e 2030. Mantida a restrição, a estatal deve continuar no vermelho e terminar o período com apenas R$ 441,5 milhões em caixa, aumentando o risco de passar a depender de dinheiro do Tesouro Nacional.

O tribunal ressalta que não existe necessidade imediata de socorro público. A Infraero encerrou 2025 com R$ 1,58 bilhão disponível, parte obtida com receitas extraordinárias. O problema é que essa reserva poderá ser consumida nos próximos anos se o cenário não mudar.

O TCU comunicou, por unanimidade, o risco ao Ministério de Portos e Aeroportos e ao Tesouro Nacional. A Corte não determinou o fim do limite no Santos Dumont, mas cobrou justificativas técnicas para que novos aeroportos deficitários sejam entregues à estatal.

Com informações do Poder360

Opinião dos leitores

  1. Flávio Bolsonaro vai ter muito trabalho para resolver esse pipino deixado por lula. O Brasil está uma bagunça generalizada!

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Polícia

PECULATO: Agente público é preso após admitir que pegou carteira de estrangeiro morto em Natal

Reprodução

Um agente público de 69 anos foi preso em flagrante nesta quarta-feira (16), suspeito de peculato, após admitir que pegou e abriu a carteira de um estrangeiro encontrado morto em um apartamento no bairro de Ponta Negra, Zona Sul de Natal.

De acordo com a Polícia Civil, as equipes foram acionadas durante a madrugada para atender à ocorrência da morte. Durante a análise do local, foi percebido que a carteira da vítima, deixada sobre um móvel, havia desaparecido.

Após buscas, o objeto foi encontrado em um terreno próximo ao condomínio, ainda com cartões bancários do estrangeiro. Questionado pelos policiais, o agente público admitiu que havia pegado e aberto a carteira.

O homem foi encaminhado ao sistema prisional e ficará à disposição da Justiça. A Polícia Civil não informou qual função pública era exercida pelo suspeito.

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Brasil

“NÃO SEJA MODERADO COM O MAL”: Nikolas declara apoio a Mendonça antes de sessão no STF

Imagem: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados e Nelson Jr./SCO/STF

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) declarou apoio ao ministro André Mendonça antes da sessão do STF que discutiu a possível abertura de investigação contra Alexandre de Moraes no caso Banco Master.

“Não seja moderado com o mal. Estamos com você”, escreveu Nikolas em uma publicação no X, direcionada a Mendonça.

O julgamento analisaria se os elementos reunidos pela Polícia Federal justificavam uma investigação sobre a relação de Moraes com Daniel Vorcaro. O relatório cita 52 mensagens enviadas pelo banqueiro ao ministro, mas não apresenta eventuais respostas. A sessão terminou sem decisão após Flávio Dino pedir vista.

Com informações do Poder360

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Saúde

SAÚDE MENTAL: RN registra 8,3 mil afastamentos por transtornos mentais e fica em 5º no Nordeste

Foto: Artur Moês – Coordcom/UFRJ

O Rio Grande do Norte registrou 8.339 licenças médicas por transtornos mentais em 2025 e aparece na quinta posição no Nordeste, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Em todo o país, mais de meio milhão de afastamentos foram concedidos por problemas como depressão, ansiedade, transtorno bipolar, alcoolismo e dependência de drogas.

O trabalhador que ficar impossibilitado de exercer suas atividades por mais de 15 dias consecutivos pode pedir ao INSS o benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. De acordo com o advogado trabalhista e professor da Estácio Túlio Chaves, é necessário comprovar a incapacidade em perícia, manter a condição de segurado e, normalmente, ter pelo menos 12 contribuições mensais.

Quando o transtorno é provocado ou agravado pelo ambiente profissional, o benefício pode ser enquadrado como acidentário, na categoria B91. Nesse caso, a empresa deve continuar depositando o FGTS, e o trabalhador tem estabilidade de 12 meses após retornar ao emprego.

Para comprovar a relação com o trabalho, podem ser apresentados laudos médicos, registros de metas abusivas ou sobrecarga, mensagens, e-mails, depoimentos de colegas e a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). Se a empresa se recusar a emitir o documento, o trabalhador pode procurar o sindicato ou o próprio médico.

Já o benefício comum, classificado como B31, é concedido quando não existe relação reconhecida entre o adoecimento e a atividade profissional. Nessa modalidade, não há estabilidade depois do retorno, e a empresa não precisa recolher o FGTS durante o afastamento. Caso o INSS faça o enquadramento incorreto, a decisão pode ser contestada.

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Brasil

PRESSÃO INTERNACIONAL: Deputado aliado de Trump cobra ação da OEA contra Moraes antes das eleições

Imagem: REUTERS/Adriano Machado

O deputado republicano Chris Smith, aliado do presidente Donald Trump, enviou uma carta à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), ligada à OEA, cobrando medidas e monitoramento das ações do ministro Alexandre de Moraes às vésperas das eleições brasileiras.

No documento, Smith cita denúncias de abuso de autoridade e censura e usa as revelações do caso Banco Master para aumentar a pressão sobre o ministro. O parlamentar menciona as mensagens e os encontros de Moraes com Daniel Vorcaro, além do contrato entre o banco e o escritório de advocacia da mulher do magistrado.

O republicano pediu uma manifestação pública da OEA e medidas para garantir aos brasileiros liberdade de expressão e “eleições livres e autênticas”. Até o momento, a entidade não respondeu oficialmente à cobrança.

Smith já havia defendido sanções contra Moraes. A nova ofensiva ocorre enquanto Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo estão em Washington articulando a retomada de punições da Lei Magnitsky contra o ministro e outros integrantes do STF.

Com informações do UOL

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