O Solidariedade, partido do deputado Paulo Pereira da Silva (SP), o Paulinho da Força, quer aproveitar as manifestações contra o governo programadas para o fim de semana para dar fôlego à campanha pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff.
A meta do partido é reunir 1 milhão de assinaturas para entregar ao Congresso um pedido formal para a retirada da petista do comando do país. Para reunir o apoio, o Solidariedade vai recolher assinaturas por abaixo-assinado e também por meio virtual.
A estratégia da legenda para dar peso ao pedido de impeachment é reunir pareceres com teses de até uma dezena de juristas para justificar a ação.
São esperadas posições de nomes como Adilson Dallari, Cássio Mesquita de Barros, Modesto Carvalhosa e Sérgio Ferraz. Ives Gandra Martins já deu parecer favorável.
Segundo Paulinho da Força, a saída de Dilma é necessária diante dos problemas políticos e econômicos, como crise econômica, alta de preços, desemprego. “Consideramos que a presidente não tem mais condições de tocar o Brasil”, afirmou.
“A situação é grave, a corrupção é generalizada, bilhões de reais foram roubados da Petrobras A presidente foi presidente do conselho, ministra de Minas e Energia e presidente da Republica. Nenhuma medida ela tomou. Presidente da República não pode se omitir, portanto tem fatos concretos para cassar a presidente Dilma”.
EM ANÁLISE
Atualmente, a Câmara já analisa um pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, protocolado no dia 25 de fevereiro.
O pedido foi apresentado por Walter Marcelo dos Santos, como cidadão. Segundo a área técnica, a tendência é que seja rejeitado.
Santos alega “má gestão administrativa do Brasil e escândalos de corrupção. Desrespeito à garantia dos direitos básicos como educação, saúde, segurança, moradia e transporte e reconhecimento por parte da Presidente de sua má gestão e desvios, caracterizando improbidade administrativa.”
Desde 2012, a Casa já rejeitou outros 17 pedidos de impeachment contra a petista. Cabe ao presidente da Câmara decidir se recebe ou não um pedido para a retirada de um presidente.
Para ser aprovado na Câmara, um pedido de impeachment tem que passar por comissão e ainda receber o apoio de 342 dos 513 deputados.
Na sequência, o processo segue para o Senado, onde precisará de apoio de 54 dos 81 senadores. Após chegar ao Senado, o pedido precisa ocorrer em até 180 dias, período pelo qual o presidente fica afastado do cargo.
Folha Press

Baixo-assinado, protesto, "solidariedade"… nada disso pode aprovar ou promover um impeachment… Não sei se isso é dor de cotovelo, um golpe da oposição, o engraçado é que fico vendo a opinião das pessoas, e vejo quanta ignorância por parte delas em relação ao nosso cenário atual. Tudo o que elas sabem dizer agora é: Isso é culpa da Dilma, aquilo é culpa da Dilma…. Chegou ao ponto de um atendente da TIM me falar que o bloqueio da Internet após o uso da franquia também foi culpa da Dilma.. gente, por favor, antes de escrever algo, leiam, estudem….
Nao foi culpa de Dima, mas de FHC que continua governando ha 12 anos. Por favor escrevam algo que tenha lógica! O golpe de FHC foi deixar Lula ganhar com o dinheiro desviado da Petrobras por petistas, roubo apelidado de caixa dois. Vamos estudar que gestor publico incompetente e mentiroso tambem pode perder o cargo!!!! Fora FHC petista…
Onde é que eu assino???