A sindicalista Soraya Godeiro envia ao blog resposta contra as acusações proferidas pelo Vereador Aroldo Alves no plenário da CMN e publicadas nesse blog na tarde de ontem.
Segue a nota:
O Vereador já está sendo processado juntamente com outros integrantes de um grupo que visa tão somente por as garras no patrimônio do SINSENAT, construído com muito esforça, honestidade e determinação.
Se eu tivesse dedicado todos esses anos de militância à minha vida pessoal e profissional, aí sim estaria rica.
Esse grupo e seus apoiadores assumiu a administração do SINSENAT há anos atrás e deixou como “patrimônio”, a Entidade inscrita no SPC, SERASA (emissão de cheques sem fundos) e títulos protestados nos cartórios da Cidade.
Quando assumimos a Entidade em 2002, não havia crédito para comprar uma caneta, uma resma de papel. Tivemos que investir recursos próprios para erguer a Entidade Sindical.
Hoje, a Entidade tem um patrimônio significativo, mas, o que mais me chama atenção do patrimônio da Entidade é uma vasta história de conquistas e avanços na luta dos servidores públicos de Natal.
Todos esses anos, Aroldo Alves exerceu cargos de confiança nas sucessivas gestões municipais tendo uma postura arbitrária e autoritária em relação aos servidores.
Tenho 27 anos de serviço público, sou pós-graduada com especialização em Saúde Pública, tenho uma filha e um neto. Esse é o meu real patrimônio.
O meu patrimônio material é compatível com os demais trabalhadores do país: casa financiada pela Caixa Econômica Federal e bens comprados em longos anos de prestações mensais.
Estou processando, também, a Caixa Econômica Federal. Após pagar 272 prestações de uma casa, ou seja, 22 longos anos, a Caixa apresentou um saldo devedor de mais de 300.000,00 (trezentos mil reais), que consta na minha declaração de bens entregue ao TRE e que está sendo utilizada de má fé pelos opositores. Aonde que um SALDO DEVEDOR pode ser considerado um bem, um patrimônio?
No momento é isso que tenho a relatar. Agradeço, já de forma antecipada, a esse conceituado veículo de comunicação pelo espaço concedido.
Soraya Godeiro Massud.

Comente aqui