O Globo
O ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a quebra de sigilo bancário do advogado Paulo Roberto Baeta Neves. Segundo reportagem publicada no GLOBO, o escritório de Baeta Neves recebeu, em setembro de 2008, depósito bancário no valor de R$ 5,7 milhões.
Em depoimento, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que o valor pode ter sido repassado como propina ao deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE) e ao senador Renan Calheiros (PMDB-AL), investigados no STF por suspeita de participar das fraudes na estatal.
O período da quebra do sigilo bancário é de 20 de setembro de 2008 a 20 de maio de 2011. Aníbal e o empresário Luís Carlos Batista Sá também tiveram o sigilo bancário quebrado, mas pelo período de 20 de setembro de 2008 a 31 de dezembro de 2014.

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