Política

STF terá ministro novo, vai analisar Lava Jato e julgar doações de campanha

Por Interino

(UOL)

O ano de 2015 será de grande movimentação para o Poder Judiciário em Brasília. Eis alguns dos fatos relevantes para o Tribunal já no primeiro semestre do ano:

1) Novo ministro: a presidente Dilma Rousseff deve anunciar o substituto de Joaquim Barbosa (que se aposentou precocemente, aos 59 anos, em 31 de julho de 2014) no início de fevereiro. É que só a partir desse mês o Senado estará funcionando e poderá sabatinar o nome indicado pelo Planalto.

A escolha de Dilma sinalizará como pode ser a tendência do STF em um julgamento rumoroso que o Tribunal enfrentará em breve, o dos acusados de corrupção na Operação Lava Jato;

2) Operação Lava Jato: uma das mais amplas operações de combate à corrupção no país descobriu uma teia de negócios ilegais envolvendo a Petrobras, empreiteiras, empresas em geral e políticos. Há cerca de 70 autoridades citadasque podem ter de ser julgadas pelo STF, pois têm direito ao chamado foro privilegiado. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve formalizar o pedido de abertura de inquérito contra essas pessoas em fevereiro. O rito da investigação, entretanto, não indica uma conclusão possível neste ano, como está demonstrado mais abaixo neste post;

3) Financiamento de campanha: seis ministros do STF já votaram a favor da proibição de doações de empresas privadas para campanhas políticas. O placar ficou estacionado em 6 votos a 1, pois em 2.abr.2014 o ministro Gilmar Mendes fez um pedido de vista do processo e o julgamento ficou interrompido.

Não há prazo para Gilmar Mendes apresentar seu voto, mas há pressão interna (no STF) e externa (de políticos) para que o ministro recoloque o caso em julgamento neste ano, garantindo que a mudança tenha validade na eleição municipal de 2016. Isso porque, pela legislação brasileira, qualquer modificação que provoque em alteração no processo eleitoral deve ser aprovada com pelo menos um ano de antecedência.

O caso se refere a uma ação direta de inconstitucionalidade (a Adin 4.650) apresentada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), argumentando que doações de empresas privadas a candidatos e a partidos políticos estariam em desacordo com a Constituição. A OAB contesta trechos da Lei dos Partidos Políticos e da Lei Eleitoral, que hoje permitem as doações para campanhas políticas.

Com o caso da Operação Lava Jato demonstrando que o dinheiro de empresas é um dos principais combustíveis da corrupção política-eleitoral, o julgamento da Adin 4.650 deve se tornar inevitável em 2015;

4) Ações de repercussão geral: além do provável inquérito sobre a Lava Jato e da Adin 4.650 sobre doações de empresas a políticos, o STF deverá se dedicar em 2015 a ações que poderão ter repercussão ampla para a sociedade. O próprio Tribunal publica uma lista com esses casos.

Entre os assuntos que poderão ser definidos pelo Tribunal está a ação que discute se integrantes do Ministério Público podem ou não participar ativamente deinvestigações criminais.

Outro tema que poderá ser definido pelo tribunal é a chamada desaposentação. Trata-se da possibilidade de um novo cálculo do benefício recebido se o aposentado retornar ao mercado de trabalho.

Também está na pauta do Supremo um caso em que serão definidas as regras de distribuição dos royalties do petróleo.

Outra decisão aguardada para este ano refere-se à necessidade ou não de autorização da família ou da própria pessoa para a publicação de biografias. Em 2013, foram realizadas audiências públicas no Supremo e a expectativa é de que o plenário resolva neste ano o assunto.

O INQUÉRITO DA LAVA JATO
Tudo considerado, o grande desafio de 2015 para o STF deverá mesmo ser a condução pela segunda vez na história de um inquérito criminal contra dezenas de políticos suspeitos de participação em atos de corrupção.

Pouco mais de um ano depois de ter mandado para a cadeia condenados por envolvimento com o esquema do mensalão, ministros do STF deverão voltar das férias, em fevereiro, com a notícia sobre o provável pedido formal do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que seja aberta investigação contra autoridades suspeitas de participação em desvios investigados pela Operação Lava Jato.

Além das apurações feitas por integrantes do Ministério Público Federal que atuam na Justiça Federal da 1a Instância, no Paraná, Janot deverá basear o pedido no conteúdo de depoimentos do doleiro Alberto Youssef, que acusou dezenas de políticos, entre os quais, congressistas, de envolvimento com o esquema. Assim como Youssef, outros investigados pela Lava Jato, como o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, fizeram acordos de delação premiada em troca de eventuais reduções de penas.

As investigações de políticos deverão ser conduzidas pelo STF porque no Brasil autoridades, como deputados e senadores, têm direito a uma prerrogativa conhecida como foro privilegiado. Graças a isso, eles somente podem ser investigados e processados criminalmente perante o Supremo.

No caso da Lava Jato, o inquérito deverá ser relatado pelo ministro Teori Zavascki que, nos últimos meses, já vem tomando decisões relacionadas à investigação, como homologações de acordos de delação premiada.

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Cooperativa de transporte prepara paralisação nesta sexta-feira(06) em Parnamirim em protesto por falta de reajuste na tarifa

Reprodução

O transporte interbairros de Parnamirim vai parar nesta sexta-feira (6). O BG confirmou que a cooperativa responsável pelo serviço prepara uma paralisação em protesto contra a decisão da Prefeitura de não conceder o reajuste de 77,2% solicitado pela categoria.

A cooperativa reivindica que a passagem passe de R$ 4,00 para R$ 7,08, enquanto a gestão municipal trabalha com o valor de R$ 5,00.

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FICA PARA DEPOIS: Ministro da Fazenda diz “não há fórmula mágica” e que medidas fiscais só serão discutidas após retorno de Lula da Turquia

Foto: Washington Costa/MF

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que pretende apresentar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) propostas de medidas fiscais após o retorno do petista da viagem à Turquia, onde participará da COP 31. Segundo Durigan, as sugestões estão em discussão e buscam melhorar o equilíbrio das contas públicas. O ministro ressaltou, porém, que não existe uma solução simples para o desafio fiscal: “Não há fórmula mágica”.

O encontro, realizado no Palácio da Alvorada, contou com a participação do vice-presidente Geraldo Alckmin, do ministro da Fazenda, Dario Durigan, do ex-ministro Fernando Haddad, do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e dos economistas Guido Mantega, Laura Carvalho, Eduardo Moreira e Luciano Coutinho, entre outros integrantes do governo.

A reunião faz parte de uma primeira rodada de consultas de Lula sobre o cenário econômico. A expectativa é que o presidente também converse com economistas de outras correntes e representantes do setor empresarial antes de definir os próximos passos.

Durigan afirmou que levaria propostas e ideias sobre medidas que o governo poderá adotar nas próximas semanas. O ministro, porém, não espera anúncios imediatos. Segundo ele, novas informações devem surgir após o retorno de Lula da viagem à COP 31, na Turquia.

A discussão ocorre em meio à alta do endividamento público. Dados do Banco Central mostram que a dívida bruta do governo passou de 71,7% do PIB, em dezembro de 2022, para 82,9% em setembro de 2026, o equivalente a R$ 11,1 trilhões.

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“Vou levar para o túmulo”, diz Flávio Bolsonaro ao NYT sobre detalhes da fuga; senador afirma que não teve ajuda de “nenhum governo”

Foto: Marta Lavandier/AP Photo/Marta Lavandier

“Como cheguei até aqui, isso vou levar comigo para o túmulo.” Foi assim que o senador Flávio Bolsonaro (PL) respondeu ao The New York Times ao ser questionado sobre os detalhes de sua saída do Brasil e a viagem até os Estados Unidos. Em sua primeira entrevista desde que chegou a Miami, ele afirmou que organizou tudo sozinho e negou ter recebido ajuda de qualquer governo.

A decisão de deixar o país foi tomada espontaneamente com a esposa, na manhã seguinte à derrota nas eleições presidenciais. Ele contou que, ao sair da casa do pai, Jair Bolsonaro, foi informado de que teria 24 horas para entregar os passaportes. O ex-presidente, segundo o senador, teria demonstrado preocupação com o que poderia acontecer e os dois se despediram sem discutir um plano de fuga.

Horas depois, Flávio publicou um vídeo afirmando que entregaria os documentos e que não pretendia deixar o Brasil. Cerca de 42 horas depois, porém, reapareceu em Miami, após uma viagem de aproximadamente 8 mil quilômetros, com passagens pelo Equador e pela Argentina.

O senador afirmou que deixou o país por acreditar que seria preso caso permanecesse no Brasil. Ele responde a investigações relacionadas a suspeitas de lavagem de dinheiro e corrupção, mas não foi acusado formalmente de nenhum crime. Flávio também disse considerar o Judiciário politicamente motivado e afirmou que já esperava uma condenação.

Na entrevista de 75 minutos, o parlamentar voltou a contestar o resultado das eleições, vencidas por Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Sem apresentar provas, classificou a derrota como “matematicamente impossível” e levantou suspeitas de fraude. As alegações foram rejeitadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e não foram confirmadas por observadores internacionais.

Flávio também agradeceu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por permitir sua permanência no país, mas negou ter recebido ajuda de autoridades americanas para organizar a viagem. Segundo o relato, o jato que o levou a Miami teria sido providenciado por um funcionário da Casa Branca, e sua entrada nos Estados Unidos teria sido autorizada diretamente por Trump.

O senador afirmou que pretende contestar judicialmente a vitória de Lula, embora reconheça as poucas chances de sucesso. Também planeja apoiar aliados políticos no Brasil e defender pautas como a redução da maioridade penal e a anistia para o pai e os condenados pelos atos de 8 de janeiro.

Flávio, a mulher e as duas filhas poderão permanecer nos Estados Unidos por pelo menos um ano, com um status migratório concedido por razões humanitárias. Ele disse ainda não saber onde a família irá morar e não descartou voltar à política brasileira. “Se houver novas eleições, obviamente serei candidato novamente”, afirmou.

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Produção industrial brasileira cai 0,8% em setembro e acumula retração de 4,1% desde maio, diz IBGE

Foto: REUTERS/Paulo Whitaker

A indústria brasileira acumulou retração de 4,1% entre maio e setembro, após registrar queda de 0,8% na produção no último mês. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e representa o quarto recuo nos últimos cinco meses.

Na comparação com setembro de 2025, a produção industrial caiu 2,5%. Em agosto, a retração havia sido de 0,6%. O resultado negativo de setembro atingiu três das quatro grandes categorias econômicas e 17 dos 25 ramos pesquisados.

Entre as atividades, a maior influência negativa veio da produção de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, que recuou 4,2%. Também contribuíram para a queda os setores de produtos alimentícios (-1,7%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (-1,2%).

Na contramão, a indústria extrativa avançou 1,7%, mesma variação registrada pelo setor de produtos químicos. A produção de produtos do fumo teve alta de 20,3%. Com o resultado de setembro, o terceiro trimestre terminou com queda de 1,4% em relação ao mesmo período de 2025.

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Grande Natal registra 653 prisões por embriaguez ao volante e supera todo o ano de 2025


Foto: CPRE

As prisões por embriaguez ao volante já superaram em 33,8% o total registrado durante todo o ano passado na Grande Natal. Entre janeiro e 3 de novembro de 2026, a Operação Zero Álcool contabilizou 653 detenções, contra 488 em 2025.

O número é o maior da série histórica, iniciada em 2016, segundo balanço divulgado pelo Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) nesta quinta-feira (5).

Extremoz lidera as ocorrências, com 191 prisões, seguida por Macaíba, com 92, e Natal, com 74. Juntos, os três municípios concentram 357 casos, mais da metade do total registrado neste ano.

A série histórica aponta queda nas ocorrências até 2019, quando foram registradas 25 prisões, menor número do período. A partir de 2022, os registros voltaram a crescer: foram 253 naquele ano, 477 em 2023, 349 em 2024 e 488 em 2025.

A prisão por embriaguez ao volanteGrande Natal registra 653 prisões por embriaguez ao volante e supera todo o ano de 2025 ocorre quando o bafômetro registra concentração igual ou superior a 0,33 miligrama de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões, já considerado o desconto aplicado à medição do equipamento.

Prisões por ano:

  • 2016: 357

  • 2017: 91

  • 2018: 79

  • 2019: 25

  • 2020: 34

  • 2021: 44

  • 2022: 253

  • 2023: 477

  • 2024: 349

  • 2025: 488

  • 2026: 653 (até 3 de novembro)

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TSE flexibiliza regra e decide manter mandatos de mulheres eleitas em chapas com fraude à cota

Foto: Leobark Rodrigues/Secom/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mudou o entendimento sobre fraudes à cota de gênero e decidiu que mulheres eleitas em chapas irregulares poderão manter seus mandatos caso não tenham participado da fraude.

A decisão foi tomada nesta quinta-feira (5), em um processo envolvendo candidaturas a deputado estadual pelo Podemos no Amapá, nas eleições de 2022. Até então, o reconhecimento de candidaturas fictícias para cumprir a cota mínima de 30% de mulheres levava à anulação dos votos de toda a chapa e à cassação dos eleitos.

Com a nova regra, serão preservados o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (Drap), os votos de legenda e os votos nominais das mulheres que não participaram da irregularidade. Os votos de candidatos homens e das candidaturas fictícias serão convertidos em votos de legenda, sem alteração dos quocientes eleitoral e partidário.

O entendimento vale para eleições proporcionais, como as de deputado federal, deputado estadual e vereador. A aplicação, porém, não será automática: cada caso continuará sendo analisado individualmente pela Justiça Eleitoral.

No processo, o Ministério Público Eleitoral apontou que o Podemos registrou três candidatas fictícias no Amapá para cumprir a cota de gênero em 2022. Segundo o órgão, elas não fizeram campanha, não receberam recursos do fundo eleitoral e tiveram votação inexpressiva. Uma delas não recebeu nenhum voto.

O MPE pediu a cassação dos eleitos pela legenda, incluindo a deputada estadual Zeneide Costa, atualmente filiada ao PT. O relator, ministro André Mendonça, reconheceu a fraude e defendeu a cassação dos mandatos dos homens eleitos pelo partido, mas preservou o mandato de Zeneide por entender que ela não participou da irregularidade. A maioria dos ministros acompanhou o voto, estabelecendo o novo entendimento da Corte.

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Inadimplência entre brasileiros de alta renda dispara quase 40% em um ano

Foto: Freepik

A inadimplência no crédito avançou quase 40% entre brasileiros de alta renda em um ano, segundo dados do Banco Central. Em agosto, o indicador cresceu 38,8% entre quem recebe de 10 a 20 salários mínimos e 35,8% na faixa acima de 20 salários mínimos, na comparação com o mesmo mês de 2025.

Entre os que ganham de 10 a 20 salários mínimos, a taxa passou de 4,59% para 6,37%. Já na faixa superior a 20 salários mínimos, subiu de 5,53% para 7,51%.

Os dados do Sistema de Informações de Créditos (SCR) consideram operações com parcelas atrasadas há mais de 90 dias. Portanto, medem a participação dos créditos em atraso no total da carteira, e não o percentual de pessoas inadimplentes.

No cartão de crédito, a alta foi ainda maior: 50,1% entre quem recebe de 10 a 20 salários mínimos, com a taxa passando de 4,37% para 6,56%. Para rendas acima de 20 salários mínimos, o avanço foi de 39,7%, de 2,87% para 4,01%.

O crescimento ocorre em meio aos juros elevados. Em setembro, a taxa média do rotativo do cartão chegou a 451,7% ao ano (15,29% ao mês), enquanto os juros do parcelamento da fatura alcançaram 193% ao ano (9,37% ao mês).

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Presidente do Paraguai, Santiago Peña, renuncia ao cargo em meio a crise em banco no país

Foto: EPA

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, anunciou nesta quinta-feira (5) que deixará o cargo em meio à crise do banco Ueno e à abertura de um processo de impeachment contra ele. A renúncia ainda precisa ser aceita pelo Congresso, que deverá convocar uma sessão para analisar o caso.

O banco Ueno fechou as portas na terça-feira (3), após o Banco Central iniciar sua liquidação por problemas nos índices de solvência e empréstimos a empresas vinculadas. O Ueno, que pertence ao Grupo Vázquez, tinha cerca de 3 milhões de clientes e US$ 850 milhões (aproximadamente R$ 4,6 bilhões) em depósitos, incluindo recursos da Previdência Social.

Peña foi acionista do grupo até março de 2025. A oposição o acusa de conflito de interesses, manipulação regulatória e encobrimento de irregularidades pelo Banco Central. Durante a sessão que apresentou a acusação, a deputada Rocío Vallejo afirmou: “Nunca antes alguém prejudicou, em um único dia, 3 milhões de pessoas na República do Paraguai, e o senhor conseguiu isso, senhor presidente… o senhor é a origem desse monstro que criou”.

Em publicação nas redes sociais, Peña afirmou que os responsáveis pelas irregularidades serão levados à Justiça, sem exceções. Pouco antes, promulgou uma lei para permitir que os clientes do banco recuperem seus depósitos em menos tempo.

“Peço veementemente a todos os setores políticos que coloquem o interesse dos poupadores acima de qualquer outro interesse”, declarou.

Opinião dos leitores

  1. Não se discute com fanáticos burros, ainda bem que ele renunciou, teve hombridade para sair e deixarem apurar, o daqui foi pego dentro do confre, todo sujo e com sinais de embriaguez visíveis e ainda teve que recorrer ao STF, para descobrir uma estrada vicinal kkkkk

  2. Essa é a diferença se há suspeita com alguém da direita ele deixa o cargo para uma investigação livre, já da esquerda fica até o fim interferindo nas investigação

  3. Que drogaaa!! Agora os retardados bolsonarentos vão voltar para o Brasil. Espero que delirem mais uma vez e encontrem outro “eldorado”, quem sabe a Argentina do Milei.

  4. Os bolsonaristas colocam azar em tudoooooo.
    Disputam eleição: perdem!
    Fogem p/ EUA: Perdem
    Fogem p/ Paraguai: presidente renuncia.
    Ô maré de azar…kkkk
    Colhendo o que plantaram.

  5. O castelo de carta dos bozolóides está caindo.
    🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣
    Chorem mais, chorem muito 😭😭😭😭

  6. Os bolsonaristas diziam que o Paraguai era um exemplo. Fraude bancária em governo conservador, é um caso bem parecido com o Master, que coincidentemente foi aberto no governo Bolsonaro.

    1. O presidente de lá renunciou, bastava ele dizer que não sabia! Por falar nisso, cadê o Lulinha?

    2. Seria interessante o ilustre presidente do Brasil fazer o mesmo.

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Bolsonaro pede autorização ao STF para receber Rogério Marinho e Tereza Cristina em meio a articulações para eleição no Senado

Foto: Beto Barata/PL

Em meio à disputa pela Presidência do Senado, Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para receber em prisão domiciliar os senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS).

Os dois manifestaram interesse em disputar o comando da Casa, cuja eleição está prevista para fevereiro do próximo ano. A direita tenta construir um acordo para evitar a divisão de votos e dificultar a recondução do atual presidente, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), aliado do governo Lula.

Líder da oposição no Senado e coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro, Marinho é o nome preferido de parte do bolsonarismo e teve sua candidatura lançada oficialmente pelo senador. Tereza Cristina reafirmou nesta semana que também pretende concorrer.

Os dois foram ministros no governo Jair Bolsonaro. Marinho comandou o Desenvolvimento Regional, enquanto Tereza Cristina esteve à frente da Agricultura.

Opinião dos leitores

    1. E Lula? Fez o L né. Taxa das blusinhas, bets, impostos do pecado, monjauro, picanha… O encantador de jegues .

    2. Mordomia quem tinha era Lula q até recebia uma mulher para visita íntima… Vá se tratar. Ainda dá pra vc se libertar dessa escravidão mental

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Flávio será palestrante em evento conservador na residência de Trump na Flórida

Foto: Leandro Lozada / AFP

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro participarão nesta quinta-feira (5) da conferência conservadora CPAC, em Mar-a-Lago, residência do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Flórida. A organização confirmou a presença dos dois, mas ainda não divulgou os horários nem os temas das apresentações.

Flávio chegou aos Estados Unidos em 28 de outubro, após passar pela Argentina e pelo Equador. Segundo o relato, ele e a família entraram no país com autorização humanitária (humanitarian parole), que permite permanência por um ano. A imprensa americana também noticiou que o governo Trump poderia acelerar a concessão de residência permanente (green card) ao senador e aos familiares.

Embora aliados do secretário de Estado Marco Rubio tenham atribuído a ele a articulação da viagem, o diplomata negou participação. Trump, por sua vez, afirmou que Flávio pode permanecer nos Estados Unidos “quanto tempo quiser”, mas disse não ter tomado partido na eleição brasileira. Segundo relatos da imprensa americana, o presidente não pretende apoiar o senador na disputa política no Brasil.

Opinião dos leitores

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