Polícia

Superlotação de presídios é entrave para promessa de Bolsonaro de prender mais

Se todas as pessoas presas no Brasil estivessem reunidas, formariam uma cidade com população maior que a de 99,5% dos municípios do país. São mais de 700 mil presos, mas o número de vagas é metade disso e quase a metade deles ainda nem foi julgada.

Para se protegerem em prisões superlotadas e amenizarem as condições das celas, os encarcerados se unem em grupos. Assim, ganham força as facções criminosas.

É esse o cenário que Jair Bolsonaro (PSL) vai encontrar ao assumir o comando da República a partir de 1º de janeiro. Ao mesmo tempo em que promete endurecer o cumprimento das penas atrás das grades, ele terá que lidar com essa superlotação que favorece o crime organizado.

Das mais de 700 mil pessoas encarceradas, só 445 delas (0,06%) estão em presídios federais. O restante está presa em unidades controladas pelos governadores.

A atuação da União, em geral, tem se limitado à distribuição de recursos para construção ou reforma de presídios. E ainda de maneira tímida, já que o governo federal participou com menos de 4% de todo o orçamento para o sistema prisional de 2018.

Mas o presidente tem nas suas mãos um papel importante. Pode, além de financiar a construção de unidades, condicionar a liberação de verbas à adoção de determinadas práticas e usar seu capital político a favor da aprovação de leis que endureçam ou abrandem o regime penal. ​

Até agora, pouco se sabe sobre os planos do novo governo federal em relação à massa de presos no Brasil.

O futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, já afirmou que quer “desenvolver uma política agressiva” para aumentar a coleta de material genético de condenados pela Justiça (já previsto em lei, mas hoje com material de menos de 4.000 pessoas), que pode ajudar na elucidação de crimes cometidos por pessoas que já foram presas.

Ele também quer ampliar o uso de parlatórios, sistema em que presos e advogados ou visitas conversam por uma parede de vidro, sem contato físico, como ocorre em unidades federais, além de gravar todas essas conversas.

Mais difíceis, que demandariam mais habilidade política de Bolsonaro em torno da aprovação de leis, a alteração do Código Penal e até mudança na Constituição são outras medidas que estão no plano de governo do eleito, como acabar com a progressão de pena (quando se passa do regime fechado para o semiaberto e aberto) e saídas temporárias e reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos.

Bolsonaro já disse também ser a favor de que os presos trabalhem para pagar suas despesas na prisão. Há um projeto de lei do Senado nesse sentido, que está pronto para ser votado no plenário da
Casa —mas que ainda terá que ir para a Câmara.

Na avaliação do defensor público Renato De Vitto, ex-diretor-geral do Fundo Penitenciário Nacional, um grande desafio do governo federal na área é estabelecer um padrão de atuação nos presídios, hoje descoordenados. “O déficit de gestão é tão grave quanto o déficit de vagas. É preciso ter um papel de coordenação, falando como deve funcionar cada elemento de segurança”, diz.

Segundo o Infopen (Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias), 29% das unidades prisionais do país nem sequer têm um regimento interno.

Do que foi prometido pelo presidente eleito, na avaliação de De Vitto, “se antevê como resultado esse quadro, que já é drástico, de superlotação se agravando, a insatisfação interna se agravando, o processo de recrutamento pelas facções criminosas de jovens presos por crimes sem violência se acentuando e uma possibilidade real dessa panela de pressão explodir”.

Ele exemplifica com a série de conflitos e disputas entre facções criminosas que nos últimos anos deixou mais de uma centena de mortos dentro de presídios, como em RR, AM, RN, CE e GO. “E aí começam as rebeliões. O gestor cuida de rebeliões, fica apagando incêndio, e não consegue pensar em políticas públicas.”

Bolsonaro já afirmou que presídio cheio “é problema de quem cometeu o crime”. Foi justamente por causa das condições precárias do sistema carcerário que surgiu a maior facção criminosa do país, o PCC, nos anos 1990.

O grupo se expandiu e domina alas em cadeias de 23 estados. Seu rival mais poderoso, o Comando Vermelho, está em 11 estados. Além do domínio nas prisões, eles também disputam o tráfico de drogas e de armas e “profissionalizam” o crime nesses lugares.

O problema dos presídios não é só a superlotação. Há uma série de denúncias de práticas de tortura, situação condenada diversas vezes por entidades de direitos humanos e até pelas Nações Unidas.

“Eu conheço o sistema prisional há 24 anos. O que a gente percebe é o aumento das violações de direitos e da superlotação o tempo todo, em todos esses anos. O nosso medo é que isso piore ainda mais”, diz a irmã Petra Silvia Pfaller, coordenadora da Pastoral Carcerária.

“A gente percebe bastante restrições à Pastoral e a outras organizações no acesso aos presídios. A assistência religiosa é um direito fundamental”, diz ela.

O governo federal tem nas mãos uma arma importante que pode estimular a adoção de determinadas práticas. É o Fundo Penitenciário Nacional, que liberou R$ 1,2 bilhão de recursos em 2016 e R$ 570 milhões em 2017. Relatórios do Tribunal de Contas da União, no entanto, mostram que os estados têm dificuldade de executar esse dinheiro.

O governo costumava contingenciar esses recursos, prática que foi proibida pelo Supremo Tribunal Federal em 2015. Medida provisória editada pelo presidente Michel Temer (MDB), no entanto, reduziu de 3% para 2,1% o percentual do que é arrecadado com loterias que vai para o Fundo, o que diminuiu a verba disponível.

Neste ano, os recursos do fundo serão liberados neste mês e cairão para R$ 63 milhões no total. Outro desafio do próximo presidente será administrar o pouco dinheiro que tem dentro da promessa de prender e por mais tempo.

Como diretor-geral do Departamento Penitenciário Nacional, Moro escolheu Fabiano Bordignon, que comandou o pre sídio federal de Catanduvas. A penitenciária do interior paranaense é uma das cinco unidades de segurança máxima administradas pelo governo federal. As outras estão em Campo Grande, Porto Velho, Mossoró (RN) e Brasília.

O cenário é completamente diferente do de presídios comuns. Há 1.040 vagas no sistema federal (208 em cada unidade), mas só 445 estão ocupadas. O Ministério da Segurança Pública diz que essa ociosidade deve existir para que o Judiciário possa utilizar o sistema em casos emergenciais, conforme previsto em lei.

O presidente Michel Temer prometeu construir mais cinco desses presídios quando estourou a crise de 2017, com massacres em AM, RR e RN, mas vai concluir seu mandato sem entregar nenhum.

Dois deles têm seu processo um pouco mais avançado: no Rio Grande do Sul (Charqueadas), o governo diz que “está em curso a contratação do estudo geológico do terreno” e que depois disso começará a licitar sua construção. Em Pernambuco (Itaquitinga), o governo assumiu na última segunda (17) uma unidade estadual, onde ficará o próximo presídio federal.

Outros locais foram cogitados —Amazonas (Iranduba), Santa Catarina (Itajaí), Minas Gerais (Montes Claros) e Rio Grande do Sul (Santa Leopoldina)—, mas, segundo o governo, “as tratativas não evoluíram, seja por inadequação dos terrenos oferecidos, seja porque os municípios não demonstraram interesse”.

Outro desafio de Bolsonaro será lidar com a situação das pessoas que estão presas mas nem sequer foram condenadas (280 mil pessoas, 40% do total), pressionando a Justiça para uma solução, o que pode liberar vagas e reduzir a superlotação.

Mas não há indicativo de que o presidente eleito tenha vontade para tal, já que ele já se manifestou contrário às audiências de custódia, quando uma pessoa é ouvida por um juiz em até 24 horas após ser presa, que determina por manter ou não a prisão.

A audiência de custódia é tida por defensores como a principal ferramenta para reduzir o número de presos provisórios.

Existe também outro passivo a ser enfrentado. De acordo com dados do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), há quase 300 mil mandados de prisão que ainda não foram cumpridos, de pessoas que são consideradas foragidas e procuradas.

Se todas essas ordens de prisão fossem cumpridas, a população carcerária do país passaria do 1 milhão, o que agravaria ainda mais a situação do sistema prisional.

O CNJ criou um banco de dados com informações de todos os presidiários do país, alimentado pelos tribunais de Justiça. O Cadastro Nacional de Presos foi criado pela ministra do STF Cármen Lúcia, que esteve à frente do órgão, para suprir a falta de dados sobre a população penitenciária do país.

O banco deveria ter sido concluído no meio do ano, mas ainda falta parte das informações sobre presos de São Paulo e do Rio Grande do Sul para que fique completo.

Folhapress

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Política

Flávio diz que vaga de vice está em aberto e que conversa com partidos

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Foto:  Marina Uezema

Questionado pela imprensa na manhã desta sexta-feira (31), o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que a vaga de vice em sua chapa segue em aberto, enquanto mantém conversas com a senadora Tereza Cristina (PP-MS).

A declaração ocorreu antes de o PP (Partido Progressistas) comunicar que permanecerá neutro na disputa.

“A Tereza Cristina é um quadro excepcional, foi ministra do presidente Bolsonaro, uma referência em várias áreas, em especial no agro, respeitadíssima dentro da política, dentro do país e fora do país. Então, o convite foi feito, ela aceitou e agora estamos nas conversas pra saber se o partido vai avançar ou não”, disse o senador.

Com isso, o PP aceitou rediscutir a posição de neutralidade que havia adotado anteriormente. Contudo, após consulta aos dirigentes estaduais da legenda, a opção foi por reafirmar a isenção no pleito deste ano.

Flávio chegou a admitir que, enquanto aguardava resposta das legendas do centro, sabia que “tudo pode acontecer, inclusive nada”.

A expectativa agora é que Flávio anuncie uma chapa puro-sangue para a disputa presidencial. Os nomes mais fortes são da vereadora Priscila Costa (PL-CE) e da deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC).

CNN

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Polícia

Mulher é presa horas após esfaquear companheiro no pescoço em Santa Cruz

Foto: Divulgação 

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu em flagrante, nesta quinta-feira (30), uma mulher de 52 anos, suspeita da prática do crime de tentativa de homicídio contra o próprio companheiro. A prisão ocorreu poucas horas após o crime.

De acordo com as investigações, o fato ocorreu por volta das 14h30, quando a vítima, um homem que mantinha um relacionamento com a suspeita há cerca de dois anos, estava sentada em um estabelecimento comercial no município de Santa Cruz. Na ocasião, a suspeita desferiu um golpe de faca na região do pescoço da vítima, que foi socorrida por seu pai e encaminhada para atendimento médico.

Após o crime, a suspeita fugiu do local. Ainda no hospital, policiais civis colheram informações com a vítima, dando início às diligências para localizar a autora.

Com base nas informações obtidas, a equipe policial localizou e prendeu a mulher. Ela foi conduzida à delegacia, onde foi autuada em flagrante pelo crime de tentativa de homicídio, sendo posteriormente encaminhada ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

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Trânsito

Paralisação nacional de motoboys mobiliza trabalhadores em Natal; manifestação segue até o Midway

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Foto: Reprodução 

Motoboys realizam uma paralisação na manhã desta sexta-feira (31) em Natal como parte de uma mobilização nacional da categoria. Os participantes se concentraram na Área de Lazer do Panatis, na zona Norte da capital, e seguiram em carreata com destino ao Midway Mall, na zona Sul.

De acordo com a organização do movimento, a mobilização tem como objetivo reivindicar melhores condições de trabalho, valorização da categoria e a redução das taxas cobradas por plataformas de entrega. Em publicação nas redes sociais, os organizadores convocaram entregadores para participar do ato e afirmaram que a paralisação busca fortalecer a pauta por “respeito, condições dignas de trabalho e taxas justas”.

Segundo a equipe da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU), a carreata deve deixar a Área de Lazer do Panatis por volta das 10h20 e seguir em direção ao Midway Mall, com previsão de chegada entre 11h e 11h30. Em razão da manifestação, a expectativa é de lentidão no trânsito ao longo do percurso, especialmente na Avenida Senador Salgado Filho.

A pasta orienta que os motoristas, sempre que possível, evitem trafegar pela Avenida Senador Salgado Filho durante o horário da manifestação e busquem rotas alternativas para reduzir os impactos no deslocamento.

Tribuna do Norte

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Política

[VÍDEO] “DERAM UMA RASTEIRA NELE”: Vereador Fúlvio Saulo afirma que Kelps Lima não deverá votar em Allyson Bezerra para o Governo do Estado

Vídeo: Reprodução

O vereador de Natal Fúlvio Saulo (Solidariedade), em entrevista nesta semana ao programa “Contraponto”, apresentado pelo jornalista Diógenes Dantas na 96 FM, afirmou que o ex-deputado estadual Kelps Lima (União Brasil) não deverá votar em Allyson Bezerra (União Brasil) para o Governo do Estado.

“Eu acredito que Kelps vai ficar neutro, não vai tomar posicionamento político, o voto dele só ele vai saber, mas eu não acredito que ele vote em Allyson”, declarou o vereador, que na semana passada anunciou o rompimento com o pré-candidato do União Brasil e o apoio a Álvaro Dias (PL).

Após falar em uma eventual “neutralidade” de Kelps, Fúlvio disse acreditar que ele deverá romper com Allyson Bezerra pela “decepção” com o ex-prefeito de Mossoró. “Foi um sentimento de traição de verdade. Eu acredito que se Allyson quisesse ele teria feito Kelps deputado federal, ele ter um deputado federal que realmente seria amigo dele. Allyson participou da reunião em Brasília e da decisão de darem a rasteira, tirarem o alicerce de Kelps”, afirmou.

Kelps Lima anunciou a retirada da pré-candidatura a deputado federal pelo União Brasil alegando “quebra de compromissos” políticos assumidos com ele pelos deputados federais Benes Leocádio (União Brasil), João Maia (PP) e Robinson Faria (PP), que envolveriam a transferência de bases eleitorais para viabilizar sua campanha à Câmara dos Deputados. O próprio Allyson Bezerra teria lhe assegurado que os acordos seriam cumpridos, o que terminou não acontecendo e culminando com sua saída das eleições de 2026.

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Política

ESQUECERAM DE FÁTIMA: Samanda imita Cadu e vai aparecer na urna como “Samanda de Lula”

Foto: Reprodução

A pré-candidata ao Senado pelo PT, Samanda Alves, imitou o pré-candidato petista a governador Cadu Xavier e vai aparecer na urna como “Samanda de Lula”. A decisão foi tomada em reunião virtual na quarta-feira (29) da Federação Brasil da Esperança, composta pelo PT, PV e PCdoB.

Cadu já vinha se apresentando desde o início da pré-campanha como “Cadu de Lula”, mas Samanda estava apostando no slogan “Samanda é Fátima e Fátima é Samanda”. Os dois, no entanto, começaram a tentar se descolar da governadora, que tem a gestão reprovada por quase 60% da população do RN, segundo a pesquisa do Instituto Perfil, em parceria com o Blog do BG.

Cadu deu entrevista nesta semana dizendo que Fátima é sua “líder”, mas que é “diferente dela” e que, se for eleito, não fará um governo “simplesmente de continuidade”, mas sim com “ideias próprias”. Já Samanda, que apostava na ligação com a governadora para tentar decolar nas pesquisas, agora decidiu que é melhor se associar a Lula.

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Geral

NO MUNDO DA LUA: Fátima nega realidade e diz que RN “voltou a planejar, investir e entregar resultados”

Foto: Reprodução

A governadora Fátima Bezerra (PT) deu uma entrevista ao “Diário do RN”, nesta sexta-feira (31), falando dos supostos “avanços” da sua gestão nas áreas da educação, infraestrutura rodoviária, segurança hídrica e segurança pública. Ela disse que o Rio Grande do Norte “voltou a planejar, investir e entregar resultados”

A entrevista comprova que Fátima vive no mundo da lua, ignorando inclusive que sua administração é reprovada por quase 60% da população do RN, que não vê esses avanços citados pela governadora do PT.

A realidade do RN, diferentemente daquela pintada pela governadora, é de caos financeiro, com um rombo bilionário das contas estaduais, fornecedores sem receber e serviços públicos funcionando precariamente. A educação amarga os piores índices do país, na segurança temos as facões criminosas ampliando cada vez mais seu domínio nos territórios de todas as regiões e na saúde temos uma verdadeira tragédia, como comprovam os corredores lotados do Walfredo Gurgel em Natal e do Tarcísio Maia em Mossoró.

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Polícia

VÍDEO: Após fuga de 11 detentos, Sindppen-RN denuncia retrocesso no sistema prisional do estado

O Sindicato dos Policiais Penais do Rio Grande do Norte (Sindppen-RN) manifestou preocupação com a fuga de 11 presos da Penitenciária Rogério Coutinho Madruga (Pavilhão 5), registrada nesta sexta-feira (31). Segundo a entidade, entre os foragidos há detentos apontados como lideranças de organização criminosa.

Em nota, a presidente do sindicato, Vilma Batista, afirmou que o episódio é reflexo da falta de investimentos em segurança e da ausência de uma gestão voltada para procedimentos técnicos dentro das unidades prisionais. Ela também criticou o que classificou como enfraquecimento das medidas de segurança adotadas pelos policiais penais.

O Sindppen-RN afirma que o sistema enfrenta problemas como déficit de efetivo, câmeras inoperantes, guaritas desativadas e coletes balísticos vencidos. De acordo com a entidade, a fuga ocorreu em uma área sem monitoramento adequado.

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Política

Executiva Nacional do Solidariedade nega encerramento de atividades políticas no RN e diz que partido será presidido pela prefeita de Parnamirim Nilda Cruz

 

Foto: Reprodução

A Executiva Nacional do Solidariedade emitiu nota oficial negando que o partido tenha encerrado suas atividade políticas no Rio Grande do Norte e informando que o diretório potiguar da legenda será presidido pela prefeita de Parnamirim Nilda Cruz.

O anúncio contraria o comunicado feito ontem pelo ex-presidente estadual do partido, Janiel Hercílio, que havia afirmado em nota que a legenda estava “encerrando momentaneamente sua atividades políticas no Rio Grande do Norte” e transferindo à Direção Nacional todas as decisões político-eleitorais para 2026.

De acordo com a Executiva Nacional, o partido “inicia uma nova etapa de fortalecimento de sua atuação no Estado, com uma reorganização política voltada à construção de um projeto ainda mais sólido para as eleições de 2026”. A nota reafirma ainda que a Federação Renovação Solidária, compota pelo Solidariedade e pelo PRD, seguirá na coligação do pré-candidato a governador Allyson Bezerra (União Brasil).

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Política

[VÍDEO] Após investigação, Lula defende silêncio de Lulinha: “não precisa comentar mentiras”

Imagens: Reprodução/Poder360

O presidente Lula (PT) afirmou que o filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, não precisa se manifestar sobre acusações e suspeitas envolvendo seu nome. Segundo Lula, o filho atualmente mora na Espanha e responderá caso seja alvo de investigações.

A declaração foi dada nesta quinta-feira (30), durante entrevista ao podcast “Inteligência Ltda.”.

Questionado se seria importante Lulinha falar sobre o assunto, Lula respondeu que não, alegando que comentar “mentiras” não ajudaria o filho.

Segundo o presidente, Lulinha afirma diariamente que é inocente e, caso seja investigado, deverá ser tratado como qualquer outra pessoa.

“Se meu filho for acusado de qualquer coisa, ele será tratado como o filho de qualquer pessoa”, declarou.

Inquérito 

A fala ocorreu no mesmo dia em que o ministro André Mendonça, do STF, autorizou a abertura de um inquérito para investigar suspeitas de tráfico de influência e corrupção envolvendo Fábio Luís Lula da Silva. A investigação será conduzida pela Polícia Federal.

O inquérito apura se Lulinha teria atuado para facilitar contatos do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, com integrantes do Ministério da Saúde.

A PF investiga possíveis relações envolvendo negócios na área de cannabis medicinal. A defesa de Lulinha informou que não tinha conhecimento do pedido feito pela Polícia Federal.

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Polícia

VEJA QUEM SÃO: Seap divulga nomes dos 11 presos que seguem foragidos da Rogério Madruga, na Grande Natal

Foto: Reprodução

Onze presos seguem foragidos após uma fuga registrada nesta sexta-feira (31) na Penitenciária Rogério Coutinho Madruga, em Alcaçuz, em Nísia Floresta. Segundo a Seap-RN, 13 detentos conseguiram escapar da cela por volta das 5h30. Dois foram recapturados ainda dentro da unidade.

A direção do presídio e equipes da Polícia Militar realizam buscas para localizar os demais fugitivos. A Seap informou que as circunstâncias da fuga ainda estão sendo investigadas.

A secretaria divulgou a lista dos presos que continuam sendo procurados:

Cleidson Martins Dantas. Foto: Divulgação/SEAP/RN

Thiago da Silva Maia Braga. Foto: Divulgação/SEAP/RN

Diogo da Luz Silva. Foto: Divulgação/SEAP/RN

Isaac Donato Rodrigues. Foto: Divulgação/SEAP/RN

Kaio do Nascimento Gomes. Foto: Divulgação/SEAP/RN

Tiago Nogueira da Silva. Foto: Divulgação/SEAP/RN

Petrúcio Railande dos Santos. Foto: Divulgação/SEAP/RN

Jackson Matheus Martins Simões. Foto: Divulgação/SEAP/RN

Jonatas Ferreira Isis Dorea da Silva. Foto: Divulgação/SEAP/RN

Eliandson Luciano de Lima. Foto: Divulgação/SEAP/RN

Julianderson Francisco Nogueira. Foto: Divulgação/SEAP/RN

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