Nas eleições de 2014 no Brasil, 30 candidatos receberam oficialmente doações de fabricantes de armas e munições. Entre eles, 21 (14 deputados federais e 7 deputados estaduais) foram eleitos. As informações fazem parte de um levantamento do Instituto Sou da Paz feito com base em dados registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e publicado nesta quarta-feira pelo Congresso em Foco.
De acordo com os números, ao todo, essas empresas destinaram R$ 1,73 milhão para políticos de 12 partidos em 15 Estados, sendo que metade dos recursos ficou com candidatos do PMDB e do DEM do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Embora seja alto, o valor é menor que o registrado nas eleições de 2010, quando elas forneceram R$ 1 milhão a mais e 13 congressistas a mais.
Para o instituto, os eleitos pelos fabricantes de armas e munições devem se esforçar agora para revogar o Estatuto do Desarmamento. Dos 24 titulares da comissão incumbida de discutir o projeto que libera o porte e o uso de armas de fogo no País, dez receberam doações do setor para suas campanhas eleitorais.
Terra
Nunca vi bandido comprar arma registrada! Tem que liberar o porte, desde que obdecido alguns critérios. Hoje ninguém consegue um porte.
Tomara que revoguem mesmo essa aberração de estatuto, feito pelo PT, que só fez desarmar o cidadão de bem, mas não impede a entrada de armas pelas fronteiras. Se nossas fronteiras fossem totalmente guarnecidas, talvez o estatuto funcionasse, do jeito que está é um absurdo. Hoje, o ladrão rouba a vontade, tranqüilamente, e o estado, em contrapartida, investe cada vez menos em segurança pública, e ainda retira do cidadao o direito básico de se defender.