Finanças

TJRN economiza em 2015, 107 milhões a mais que 2014

O Tribunal de Justiça divulgou nota oficial nesta terça-feira(18/10), apontando economia de R$ 107,315 milhões em suas despesas no ano passado em relação a 2014. O TJRN se pronunciou após a divulgação do Relatório Justiça em Números, do Conselho Nacional de Justiça(CNJ). O TJRN também revela redução de gastos com pessoal superior a R$ 90 milhões em 2015 no comparativo com 2014. Leia a nota:

NOTA OFICIAL

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte recebe com serenidade o resultado do Relatório Justiça em Números apresentado pelo Conselho Nacional de Justiça(CNJ).

Todos os esforços vêm sendo empreendidos pelo Tribunal de Justiça para diminuir as dificuldades enfrentadas há longos anos.

As medidas tomadas pela gestão iniciada em 2015 resultaram em economia significativa, em comparação com o ano anterior, segundo a Secretaria de Orçamento e Finanças(TJ).

Em 2014, o gasto total do Tribunal de Justiça atingiu R$ 801,535 milhões.

Em 2015, esse custo caiu para R$ 694,220 milhões.

Uma economia, em valores absolutos, de R$ 107, 315 milhões e equivalente a 15,46 %, do último ano da gestão anterior ao primeiro ano da atual administração do TJRN.

Sobre gastos com pessoal(incluídos pagamentos de auxílios e dívidas), convém ressaltar que, em relação a 2014, houve uma redução de R$ 91, 454 milhões. Ou 14,91% a menos em 2015.

Gastos com pessoal em 2014 – R$ 704,708 milhões
Gastos com pessoal em 2015 – R$ 613,254 milhões

Ao demonstrar respeito ao levantamento do CNJ, o Tribunal de Justiça apresenta fatos concretos que retratam a realidade local e atestam o espírito público da atual gestão, em reduzir custos e oferecer serviços adequados à sociedade.

Com informações do TJRN

Opinião dos leitores

  1. Ricardo faz um cursinho próximo ano e tenta passar no concurso do TJ, frustração grande você tem, para ser aprovado tem que ser inteligente, você levou PAU.

  2. Com base nas informações do Justiça em Números, relatório anual do CNJ sobre as atividades realizadas pelos Tribunais, a Justiça Federal, integrada pelos cinco TRFs, recebeu para os cofres públicos no ano de 2015 cerca de R$ 24 bilhões, o que representou um montante 2,4 vezes superior às despesas efetuadas com pessoal que ficaram na ordem de R$ 10 bilhões.

    O resultado faz com que a Justiça Federal continue a ser o único segmento do Judiciário capaz de retornar aos cofres públicos quantia superior aos gastos.

  3. E fez o q com essa economia. Guardou. Nao devolveu o duodecimo ao executivo. Entao agora é so diminuir o orcamento desse poder no proximo ano.

  4. É muuuuuuuuuita grana sobrando, pedindo por tudo um bolso, uma cueca, uma mala, para se esconder…

  5. O TJRN se destacou em dois pontos nesse relatório: a baixa produtividade dos Juízes e pelo fato de ser o segundo Tribunal do país no que tange aos salários dos servidores (não inclui juizes, o salário destes ainda está abaixo da média nacional).
    Com relação aos índices de produtividade, tenho plena certeza de que a nomeação dos 40 Juízes este ano fará com que, no próximo ano, o nosso Tribunal alcance bons índices de produtividade, já que o trabalho dos novos Magistrados já vem sendo sentido positivamente pela advocacia militante no interior do Estado.
    Com relação aos altos salários dos servidores, o Pte Claudio Santos tomou medidas exemplares ano passado, mas nem todas, pelo vista, puderam ser efetividade a contento ainda. Não dá para um Estado quebrado como o RN pagar servidores com o salário quase igual ao de um Juiz.

    1. Só no brasil é que juízes e procuradores ganham quantias astronômicas fora os auxílios(moradia,por ex). O resto dos servidores, que servem realmente a população,ganham mixaria agora com atrazo.

  6. Está sobrando dinheiro no TJRN. O TJRN tem R$ 400 MILHÕES EM CAIXA. A VERDADE É VERDADEIRA.

  7. Em cima do servidor, veja a produtividade, antes de Claudio Santos, Ouro, depois, bronze. Pergunte o Por quê a seu presidente de Tribunal. Veja se ele economizou realmente com cargos indicados.

  8. Mas é muito dinheiro que corre entre os poderes e a população, que paga impostos, a ver navios, sem eira nem beira.

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