Cinco dias depois de ter reclamado da escassez de crédito causada pela política econômica do governo Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva minimizou suas diferenças em relação à sucessora. Em rápida entrevista na noite desta terça-feira, 10, em São Paulo, Lula disse que estava apenas brincando quando alfinetou o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, durante palestra em Porto Alegre, na sexta-feira, e fez questão de não deixar dúvidas quanto à sua sintonia com Dilma.
“Não tem divergência, não. Eu sou do governo”, disse Lula, depois de participar do Fórum Empresarial América Latina e Caribe no Auditório do Ibirapuera.
Na última sexta, 6, em evento promovido pelo jornal El País, Lula disse que “se depender do pensamento do Arno você não faz nada”, comparou o secretário do Tesouro a um tesoureiro de sindicato e cobrou publicamente Augustin a explicar qual o motivo de controlar o crédito se não existe inflação de demanda no país.
Nesta terça, Lula disse que as referências ao secretário do Tesouro foram brincadeiras mal interpretadas pela imprensa.
“Eu fiz uma brincadeira e a imprensa transformou numa coisa séria como se fosse uma divergência profunda. Eu brinquei com ele (Augustin) dizendo que dá para liberar um pouquinho de crédito. Ele não ficou bravo, só vocês (jornalistas) é que acharam que foi divergência”, disse o ex-presidente.
Agência Estado

O PT conquistou o apoio e a confiança popular na base de muita mentira e enganação.
Era conhecido como um partido que defendia de forma contumaz a ética e a honestidade na política.
Hoje os brasileiros já sabem que foram vítimas de engodo e de estelionato político-eleitoral.
Lula com a sua conversa mole já não consegue enganar mais ninguém.
Os PeTralhas estão mais perdidos do que cego em tiroteio. A cada dia cresce mais e mais a indignação do povo Brasileiro para com esses salvadores da pátria. JÁ DEU a hora da mudança chegou.
Continua válido o conselho: se for falar sobre economia, não beba. No caso isso parece ser palavra jogada ao vento.