Esporte

'Achava que política era só ladrão. E acertei', diz Romário à revista

Romario(Foto: Cleber Mendes/LANCE!Press)

Romário conseguiu seu primeiro mandato em 2010, quando foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro. Após quatro anos, o baixinho garantiu uma vaga no Senado com uma votação recorde no estado (4,6 milhões). Agora na vida política do país, o ex-atacante mostrou toda sua insatisfação com os políticos do Brasil em entrevista à revista Placar.

– Achava que política era só ladrão e sacanagem. E acertei – disse Romário em entrevista que está publicada na edição de abril da revista.

O baixinho também admitiu o sonho de um dia ser prefeito do Rio. Romário diz que tem a possibilidade de concorrer ao cargo já nas eleições de 2016.

– Existe uma diferença muito grande entre Legislativo e Executivo. Ser prefeito do Rio de Janeiro é uma responsabilidade do c… É a posição mais charmosa da política. Eu quero ser prefeito do Rio. Existe a possibilidade de eu sair candidato no ano que vem. Mas ainda não tenho 100% de certeza – disse o ex-jogador.

Na manhã desta segunda-feira, Romário usou sua conta oficial no Instagram para se retratar da sua declaração sobre a classe política. Segundo o baixinho, ele ‘cometeu uma injustiça’ por ter se empolgado.

A revista Placar completou 45 anos este mês contando muitas histórias do esporte. Dei uma entrevista de capa para comemorar este aniversário. (…) Sobre política, me expressei mal ao falar da corrupção, falei que política era coisa só de ladrão. Não foi o repórter que entendeu mal, estava empolgado e acabei cometendo uma injustiça. Existem ótimos políticos no Congresso Nacional, pessoas que trabalham honradamente para o bem deste país. Decentes, trabalhadores, competentes e que querem uma melhor qualidade de vida para o povo Brasileiro!!! Fiz uma generalização que não deveria – esclareceu Romário.

Lance

Opinião dos leitores

  1. Se ele faz parte da política, ele mesmo está se auto proclamando como um ladrão. Se ele acha assim, parece que gostou da nova profissão.

  2. Falou, agora vai ter que dizer os nomes. Vou convocar o baixinho para uma CPI e ele vai ter que dizer os nomes de todos. O povo quer saber e eu também: quem são esses políticos honestos? Isso é um absurdo!

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