A crise econômica internacional “afetou profundamente” o Brasil e a integração dos países sul-americanos ganha importância em um cenário “cada vez mais conturbado pelas incertezas de ordem política e econômica”.
A avaliação foi feita pela presidente Dilma Rousseff nesta sexta-feira (5), em cúpula da Unasul, bloco que reúne os 12 países do continente. “Todos nós sabemos que a recuperação da crise que começou lá atrás, em 2008, ainda é tênue”, disse.
Em um discurso de cerca de 14 minutos, ela exaltou as eleições recentes na região –inclusive a do Brasil– e defendeu maior diversidade da produção local, “sob pena de ficarmos presos ao círculo vicioso da mera exportação de matérias primas”.
“Não basta considerar esses recursos [naturais] apenas como grande vantagem comparativa regional. É preciso transformar esses recursos em ferramentas efetivas de diversificação produtiva e desenvolvimento social, sob pena de ficarmos presos ao circulo vicioso da mera exportação de matérias primas”, argumentou.
Para Dilma, o cenário atual de queda nos preços das commodities exige essa mudança. “Principalmente no caso de petróleo, o desafio do desenvolvimento é ainda maior. Temos diante de nos compromissos históricos a cumprir, tarefas cuja realização será crucial para o nosso futuro.”
A presidente destacou ainda a necessidade de maior integração física entre os países –por meio de infraestrutura logística e energética– e apontou a importância da Unasul, afirmando que o bloco consolida “a América do Sul como exemplo de paz, união, em um mundo cada vez mais conturbado pelas incertezas de ordem política e econômica”.
ELEIÇÕES
Ao destacar avanços sociais recentes nos países, Dilma elencou vitórias como a de Tabaré Vasquez no Uruguai, Michele Bachellet no Chile e sua vitória nas últimas eleições.
“Nessas eleições, saiu vitoriosa a agenda da inclusão social, do desenvolvimento com distribuição de renda e portanto, do combate a desigualdade e da garantia de oportunidades, que caracteriza a nossa região nos últimos anos”, disse.
“No Brasil, logramos pela quarta vez consecutiva renovar o apoio da sociedade a um projeto que culmina em inclusão social, combate à pobreza e busca da competitividade da nossa economia”, completou.
Folha Press
Como os pastéis de vento repassam todo e qualquer mantra que lhe são ditados, essa de uma crise internacional também será defendido.
Qualquer pessoa que consulte o Google verá que não há uma crise internacional. Tanto que na América Latina o México fechará 2014 com crescimento de 2,2%, o Paraguai 3,0%, Bolívia 4,65, Peru 1,76, Guatemala 4,3% igual a Colômbia, Cuba, com nossa ajuda, crescerá 2,70%, Uruguai 3,7%, EUA 2,4% e o Brasil, bem, se não encolhermos já tá bom.
Crise? Que crise?
E agora petistas. O que vocês dizem? Vocês provaram do mesmo veneno dos poucos alfabetizados. Morreram com fogo amigo. Defenderam postura agora expostas como mentiras deslavadas de uma campanha.
Na eleição ela e seu marqueteiro não dizia isso, O País que mostravam na TV era sem problemas. Mentiu muito, para pegar os votos dos menos informados. Agora peque pêia.