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FINALIDADES SEXUAIS: Humanos e robôs poderão “namorar” em breve, afirma cientista

relacionamento-sexo-robos-humanos-willyam_bradberry-shutterstockEnquanto alguns especialistas temem uma guerra no futuro em que robôs acabarão com a humanidade, outros pregam um futuro de paz e muito amor com as máquinas.

Isso de acordo com um importante cientista da computação da Universidade de Ulster, no Reino Unido. Kevin Curran – membro sênior do Instituto de Eletrônica e Engenheiros Elétricos – prevê que, à medida que os robôs se tornarem mais parecidos com os humanos, as pessoas tendem a ficar mais amigas das máquinas e adotarão relacionamentos mais sérios, de acordo com reportagem do Daily Mail.

Alguns pesquisadores estão tentando desenvolver robôs que se comportam mais como seres humanos, como o Bina48, um robô que tem adotado a personalidade de ser humano real.

Isso será cada vez mais possível com o aprimoramento de técnicas usadas para dar aos computadores inteligência emocional. Desta maneira, robôs poderão lidar com o mundo ao seu redor e falar com as pessoas.

Curran diz que os primeiros robôs “amigos” a atingir o mercado de massa seriam os companheiros para pessoas idosas e os que conduzem crianças à escola. No entanto, ele acredita que não demoraria muito para que os robôs fossem também utilizados para “finalidades sexuais”.

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Opinião dos leitores

  1. O Sr. Curran está desatualizado. Há muitos robôs por aí tão parecidos com humanos que é quase imperceptível a diferença. Eu mesmo já vi alguns, eles são frios, sombrios, astutos. Não corre sangue em suas veias, mas um fluido fétido, impregnado de toda sorte de vilanias. Os robôs já atuam em nossa sociedade : muitos são políticos, religiosos, dirigentes de grandes agremiações esportivas e, pasmem! São tão parecidos com humanos que os envolvem profundamente em tenebrosas ações, enganando suas vítimas inclusive na cama.

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Diversos

Amazônia já está entrando em pane, afirma cientista

Com 20% da floresta desmatada outros 20% degradados, a floresta amazônica já começa a falhar em seu papel de regulação do clima da América do Sul, diz o biogeoquímico Antonio Nobre, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

A pedido de ONGs ambientalistas coordenadas pela ARA (Articulação Regional Amazônica), Nobre publicou um relatório revisando 200 estudos sobre o cenário de pesquisa na área, e concluiu que a floresta já dá sinais de desgaste em seu papel de bombear umidade do oceano para o interior da América do Sul, entre outros problemas.

O papel de “bomba d’água biótica” que a floresta exerce, demonstrado por trabalhos anteriores do próprio Nobre, pode estar em risco.

A consequência disso, afirma o cientista, é que chuvas dentro do bioma e também num polígono ao sul do continente, a leste dos Andes, podem não chegar com a mesma regularidade.

14303669Para reverter a situação, Nobre diz que a solução é não apenas parar o desmatamento mas também iniciar um amplo processo de reflorestamento, pois a seca que a região Sudeste vive hoje já pode ser resultado da destruição da Amazônia.

Nobre diz ter ficado “assombrado” com a quantidade de evidências recentes que encontrou para esse fenômeno em estudos de revisão publicados em revistas científicas indexadas. Mas preferiu publicar suas conclusões primeiro em um relatório em linguagem voltada ao público em geral.

“Falar disso para os cientistas é meio como pregar o pai-nosso para o vigário”, disse Nobre ontem num evento em São Paulo, onde o trabalho foi lançado. A decisão de publicar um estudo em linguagem acessível também se deu por uma vontade de prestar contas de suas pesquisa à sociedade, diz o cientista.

“É uma decisão arriscada da minha parte, mas o ‘peer review’ [sistema de revisões independentes adotado por revistas científicas técnicas] dificulta muito esse tipo de analise integrativa”, afirmou.

O relatório de Nobre, intitulado “O Futuro Climático da Amazônia”, cita trabalhos mais atualizados do que aqueles apresentados no último relatório do IPCC (painel do clima da ONU), por exemplo, que não previa problemas tão graves na região.

SAVANIZAÇÃO

O painel foi mais reticente em afirmar, por exemplo, que a Amazônia pode se transformar em uma savana no futuro, impulsionada pelo aquecimento global, conclusão antes tida como mais segura.

“Como nenhum modelo climático atual incorpora os mecanismos e os efeitos previstos pela teoria da bomba biótica de umidade, principalmente nos potenciais efeitos das mudanças na circulação do vento, suas projeções podem ser incertas”, escreve Nobre no relatório.

Para o cientista, outro fator também vinha sendo subestimado em alguns modelos matemáticos que tentam reproduzir a interação entre a floresta e o clima: a degradação florestal, os trechos de vegetação que já perderam boa parte de suas árvores e sua biodiversidade, mas que aparecem como floresta intacta em fotos de satélites.

Isso faz com que 40% da floresta esteja prejudicada em diferentes níveis, porcentagem similar à que alguns estudos previam como o ponto de virada no qual a floresta não mais conseguiria se sustentar sozinha, incapaz de garantir a própria umidade.

“A gente já está chegando nesse ‘tipping point’, e a capacidade de compensação do sistema não está mais aguentando”, diz.

Folha Press

Opinião dos leitores

    1. Deixa de ser burro, rapaz. Precipitação nenhuma "enche oceano". As precipitações que ocorrem na região amazônica são consequência do próprio ciclo da região.

  1. Com o desinteresse do governo com as causas ambientais, brevemente teremos uma grande área na região amazônica totalmente degradada. Os sinais já começaram a serem percebidos.

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