Diversos

Governo não tem intenção de elevar impostos, afirma Temer, que mira diminuição do desemprego

CuLBbk0XgAI2gGTEm entrevista à Rádio Gaúcha na manhã desta sexta-feira (7), o presidente Michel Temer afirmou que o governo não pretende elevar impostos para estabilizar as contas públicas. Questionado sobre como o setor produtivo contribuirá para o ajuste fiscal, Temer explicou que o governo não vai propor desonerações e afirmou que a melhoria da atividade econômica irá elevar a atividade produtiva do País.

“Nós não estamos pensando em tributo. Você percebeu que, desde esses quatro, cinco meses, não se falou, por exemplo, mais em CPMF. Não estamos pensando em CPMF como se pensava, e se alardeava muito durante um bom período. Então, nós não vamos pensar em tributo”.

O presidente aproveitou a entrevista para reafirmar que a principal preocupação do governo é diminuir o desemprego.”O que me preocupa, sim, é dar emprego ou tentar fazer uma política nesses dois anos e pouco que dê emprego a 12 milhões de desempregados.”

A Proposta de Emenda à Constituição que limita os gastos públicos, aprovada nessa quinta-feira (6) por comissão especial da Câmara, também foi abordada durante a entrevista. Temer destacou que áreas como saúde e educação continuarão a ser “privilegiadas” pelo governo.

“Não significa que existe um teto para a saúde, um teto para a educação, um teto para a cultura, um teto para a justiça. Ou seja, saúde e educação, continuarão a ser prestigiados e, mais ainda, é preciso que mande examinar o orçamento que nós mandamos para 2017. Nós fizemos já o orçamento de 2017 como se o teto estivesse aprovado. E lá você verifica que tanto saúde como educação tiveram um aumento na suas verbas em relação a 2016.”

O presidente foi perguntado também sobre a segurança no Rio Grande do Sul. Ele reafirmou que o governo está preocupado com a situação que o estado e outras unidades da federação enfrentam e informou que o Ministério da Justiça e Cidadania elabora um plano para solucionar esse problema.

Fonte: Portal Planalto

 

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Política

‘Eu quero desidratar essa coisa de Centrão’, afirma Temer

14jul2016---o-presidente-interino-michel-temer-pmdb-durante-cerimonia-de-anuncio-de-nova-norma-do-programa-minha-casa-minha-vida-em-brasilia-a-novidade-e-que-familias-com-criancas-portadoras-de-1468508145160_Foto: Beto Barata/PR

O presidente em exercício, Michel Temer, disse, em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, que pretende implodir o Centrão, grupo de partidos médios e até hoje ligados ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está prestes a ser cassado. “Quero desidratar essa coisa de Centrão e de outro grupo. É preciso unificar isso. Quero que seja tudo situação”, afirmou ele. O “outro grupo” se refere à antiga oposição, composta por PSDB, DEM, PPS e PSB.

Temer confia no recesso branco deste mês para que as “pequenas ranhuras” deixadas na disputa pelo comando da Câmara sejam cicatrizadas. “Uma ferida não dura mais do que 15 dias, não é verdade? Se você se ferir, verá que dali a 15 dias se formou uma casquinha. A casquinha se dissolve.”

Um dia após a vitória de Rodrigo Maia (DEM-RJ), apoiado pelo Planalto e pelo PSDB para a presidência da Câmara, Temer contou que usará os 15 dias do recesso para compor o segundo escalão do governo. A direção de Furnas, por exemplo, ficará com a bancada do PMDB de Minas.

Quando chegar agosto, não haverá cicatriz. Eu quero aos poucos desidratar essa coisa de Centrão e outro grupo. É preciso unificar isso. Quero que seja tudo situação

(mais…)

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Política

‘Cunha não me disse nada sobre impeachment’, afirma Temer

O vice-presidente Michel Temer afirmou nesta segunda-feira (30) que conversou com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mas que o peemedebista “não disse nada” sobre a abertura de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

Esta semana termina o prazo estipulado pelo próprio Cunha para decidir se dá ou não prosseguimento aos pedidos de afastamento da presidente.

“Isso [deflagrar o impeachment] é decisão dele. Conversei [com Cunha], mas ele não me disse nada a respeito disso”, disse Temer que, com a viagem de Dilma a Paris, é presidente da República em exercício até esta terça-feira (1º).

O Palácio do Planalto monitora com apreensão os movimentos de Cunha no início desta semana. O peemedebista já ameaçou algumas vezes deflagrar o impeachment de Dilma caso o Conselho de Ética da Câmara abra o processo para sua cassação com a ajuda dos votos de deputados do PT.

Acusado de corrupção e lavagem de dinheiro e suspeito de esconder contas na Suíça, Cunha fechou acordo de não agressão com o Planalto caso o PT não votasse contra ele no Conselho de Ética da Casa. Nos últimos dias, porém, os petistas têm dado sinais de que votarão contra o presidente da Câmara.

Ainda nesta segunda, Cunha concedeu uma entrevista a jornalistas para dizer que é vítima de “armação”.

O peemedebista considera que a nova denúncia contra ele, de que o BTG Pactual pagou R$ 45 milhões para que o banco de André Esteves tivesse interesses atendidos em emenda pode ter sido “plantada” justamente nos dias decisivos quanto à sua decisão sobre o impeachment de Dilma.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Nada que esses bonecos façam terá alguma utilidade.O circo perdeu a lona,os leões morreram,os ratos fugiram. Agora todos os palhaços estão tristes e aturdidos. O fim não é mais amanhã,é agora.

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