NOTA À IMPRENSA
A defesa de Henrique Eduardo Alves repudia veementemente as afirmações feitas pelo executivo da Odebrecht Márcio Faria em delação premiada, na qual aponta a sua participação em reunião ocorrida no dia 15 de julho de 2010 no escritório político do presidente Michel Temer, em São Paulo, com a presença deste, do então deputado Eduardo Cunha e do delator, ocasião em que teria tratado do pagamento de propina decorrente de contrato com a Petrobras.
Conforme já afirmado pelo próprio presidente da República, o acusado não se fazia presente em dita reunião, jamais tratou do assunto mencionado e sequer conhece o indigitado delator.
É inaceitável que seja dado crédito a afirmação realizada por pessoas envolvidas em ilícitos que se colocam na obrigação de acusar para gozar de benefícios legais.
Todas as medidas serão tomadas para esclarecimento da verdade e a responsabilização cível e criminal do dito delator.
Marcelo Leal – Advogado de Defesa
BG
O papa Francisco está pronto para canoniza-lo. pense que ele só sabe dizer que são "ilações". Acredite se quiser.
para o povo não enteressa se é culpado é preciso devolver o que roubou,
"Enteressante" essa sua colocação
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
É um anjo…
Eu acredito na inocência de Henrique Alves, até pq ele é um homem pobre. Kkkkk
Sem foro, com Moro.
Aos leitores do blog ponho uma situação a análise.
Não é de hoje que delações apontam para o cometimento de crimes, comuns e eleitorais, as vezes ambos, na conta dos mais diversos políticos da nação.
Sempre a defesa diz que "as doações foram legais, declaradas e aceitas pelo TSE", "que não conhece o teor das denúncias, mas está confiante no judiciário", "que medidas legais serão tomadas contra o delator pelas inverdades ditas".
Pois bem: ainda não encontrei uma única ação movida por HEA contra seus delatores. E olhe que não é de hoje que o nome dele é apontado em situações que fariam quem tem vergonha se esconder dentro de um pote de barro.
Aliás, os menos lisos ainda dizem que processarão estes, e quem nem isso diz?! Esses, mais conscientes, sabem que tem coisa que quanto mais mexe, mais fede, outros por não ter o olfato tão apurado fingem ser o que nunca foram.