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Associação é contra Tribunal de Justiça ajudar Saúde Pública do Estado

A Associação dos Magistrados do Rio Grande do Norte (AMARN) se posiciona contra a transferência de recursos do Judiciário potiguar para auxiliar o Governo do Estado em áreas como a Segurança Pública e a Saúde, em um momento de crise econômica e queda da arrecadação, agravada pelo momento de dificuldades enfrentado pelo país e sua população. No Ofício nº 042/2016 – GP, de 30 de agosto, a entidade de classe se pronuncia dizendo que não cabe ao Poder Judiciário sacrificar-se mais uma vez e custear obrigações assumidas pelo próprio Executivo.

Opinião dos leitores

  1. Deus se tudo isso for verdade, dê nos uma prova real , que o Universo é justo e digno faz valer ajustiça Divina no Rio Grande do Norte e derruba todos os seres humano que roubam os direitos dos outros que vivem trabalhando para sustenta-los.Castiga estes condenados que luxam as custas dos trabalhadores. Não aguentamos mais tanto ladrão de colarinho branco. Mande estes malditos pra cadeia.

  2. Deveria, também, ser contra o contribuinte sustentar a Associação dos Magistrados e do Ministério Público com o pagamento uma taxa específica para acessar à Justiça ou para recorrer das decisões judiciais. O contribuinte já paga impostos e emolumento, não se justificando, portanto, mais essa contribuição para uma entidade privada que só beneficia os magistrados e membros do ministério público.

  3. Fácil é apontar o erro do judiciário enquanto que sobre o assunto não se pode negar que é consequência de várias ações do executivo. Não se pode deixar um poder pagar pelos erros de outro poder público. No momento em que se vive todo o estado passa por necessidades financeira, incluindo seus três poderes e órgãos, ademais já é previsto constitucionalmente a porcentagem que cada poder deve receber e se organizar para utilizar apenas determinada quantidade. Quando foi dito que o Tjrn estava acima do limite prudencial, não houve ajuda dos demais poderes. Não estamos diminuindo a importância da saúde, claro que não. Porém a saúde é responsabilidade do poder executivo, como o juiz disse, é de alcance do judiciário fazer fluir as ações que envolvem saúde pública e penalizar os descumprimentos. Seria extremamente contraditório do Presidente do Tjrn está retirando dinheiro do tribunal para doar/emprestar e por outro lado cortar custos, inclusive de material de trabalho, sob o fundamento que estão passando por necessidade financeira. É um contra-senso.

  4. Sugam o dinheiro do povo, não funciona direito, são extremamente a ntipaticos e oportunistas….deveria se chamar INJUSTIÇA! !!!

  5. O judiciário não quer saber se o povo morre nos corredores não!! Eles só querem sentar em poltronas de 1200 reais, tomar café em xícaras de porcelanas, tomar água mineral em copinhos, ter suas salas com ar condicionados e porcelanatos de alto padrão! Se o conforto ainda for pouco, eles criam carros para ir buscar e deixar em casa, recebem auxílio creches e auxílio residências! Mas o povo que depende da saúde, que ao meu entender um poder deve socorrer o outro, quando existe colapso! Onde um hospital falta uma cadeira de plástico para sentar um acompanhante, no judiciário não falta estofados e mimos em suas salas!!

    1. Simples, se apesar de todas as mordomias ainda está sobrando dinheiro, no próximo orçamento diminui o valor destinado ao Judiciário.

  6. É bem caracteristico da categoria q se julga acima de tudo e de todos. Vcs nao sabem o que é ter baixos salários, nao ter plano de saude e amargar filas de espera p exames cirurgias, nao sabem o que é nao poder pagar uma escola privada um cursinho p a educação de seus filhos, nao sabem o que é decidir ao final do mês q contas irá pagar, reduzir a alimentação p caber no orçamento.
    Nao sabem o que é pegar um onibus lotado ou mesmo andar a pé p economizar uns trocados.
    Não sabem o que é passar necessidades.
    Reflitam sobre tudo isto e pesem os seus salarios e vantagens dos cargos.
    Será que tudo isto nao fazem vcs reverem suas posições.

  7. Concordo. Judiciario tem q mandar dinheiro executivo nao. O q tem q ser feito é quando da votação do orcamento na assembleia legislativa diminuir do judiciario e aumentar do executivo. Depois q votado o orcamento, cada um cuida do seu.

  8. Se fosse investigado o tal duodécimo do judiciario seria descoberto um escândalo semelhante aos precatórios dos Ubaranas. Afinal são quatrocentos milhões de reais para a turma, segundo um juiz disse hoje na TV e o executivo falido com a população morrendo nos hospitais onde falta de tudo.Vergonha.

  9. Nunca pensei que veria uma confissão do grau de envolvimento de Suas Excelências com a população.
    Não sendo suficiente o ultraje com o povo diante dos vários e imorais auxílios, das férias de 60 dias, do recesso de 20, dos feriados "enforcados", da péssima prestação de serviço ofertada, quando o Poder Judiciário se junta ao esforço do Executivo, que é quem carrega o piano porque o resto apenas mama, no sentido de melhorar a situação em áreas sensíveis, eis que a Associação diz que é melhor guardar o dinheirinho para fazer frente as suas regalias.
    Esse povo vive num mundinho próprio. Distante desse dos mortais. Só enxergam suas benesses.
    De fazer vergonha!

    1. Soma-se a eles os membros do ministério público e do tribunal do faz de contas que juntos obocanham grande parte da arrecadação do falido estado.

  10. Por que o judiciário é o maior sanguesuga da nação brasileira.
    O pior é que estes p..tos ainda usam a palavra JUSTIÇA.

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