É triste ver que a cultura das quadrilhas juninas se acabaram e deram vez a uma dança e um tipo de música que não tem nada a ver com a cultura junina nordestina. São grupos fantasiados com visuais mais parecendo dançarinas do flamenco, onde sua origem remontam às culturas cigana e mourisca, com influência árabe e judaica. A cultura do flamenco é associada principalmente à região da Andaluzia, na Espanha e não tem nada com o estilo da nossa tradicional quadrilha junina. É pena que essa nova geração não tenha a mínima ideia do que foi um dia, a principal causadora das muitas alegrias de seus pais e avós quando dançavam a insubstituível quadrilha junina tradicional. Este senhor Alcymar Monteiro, posta algo muito verdadeiro. Parabéns
A música Brasileira como um todo está sendo jogada na lata do lixo, o nosso Forró é apenas mais uma das vítimas, por onde andam os grandes compositores? a MPB não se renova a décadas, artistas de renome e tradição sobrevivem cantando músicas de 20 anos atrás ou mais, a música da Bahia que era tão linda nos anos 80 e 90 foi destruída pelo mercado do carnaval e pela pornografia, os grandes artistas estão cada vez mais perdendo espaço para os animadores de retardados que se multiplicam espalhando porcaria pelo país inteiro.
FALOU E DISSE. MÚSICA DE FORRÓ HOJE EM DIA SE RESUME A FARRA, BEBEDEIRA, MULHER; beber uísque, encher o carro de rapariga, ter um carrão, ligar o paredão. Lixo musical que reflete o pensamento de muitos jovens de hoje em dia.
Concordo plenamente com Alcymar Monteiro o que se ver hoje é a prostituição de uma festa popular chamada de São João. São bandas eletrônicas e de tão idênticas tem que incluir o nome da que estiver tocando para que o folião consiga distinguir uma da outra principalmente ao ouvir um rádio ou cd. é uma vergonha chamar isso de forró. Acredito que Luiz Gonzaga, Dominguinhos devem ficar se revirando nos túmulos de tanta raiva. Em breve não teremos mais a cultura das festas juninas no nordeste.
Tudo isso é verdade. Os Prefeitos comendo comissão para colocar bandas horríveis e com cachês milionários para poder comer a comissão. A Rede Globo, apresentou ao vivo no sábado passado o São oão do Nordeste. Eu morrí de vergonha, pois em Mossoró tava passando a banda Calípso, que diabo Calípso tem a ver com forró? na Bahia estava a dupla sertaneja Mariano e o outro, horrívvel.
Enquanto que em Caruaru estava um forrozão de primeira com Petrúcio Amorim e em Campina Grande o Genival Lacerda. Cadê as Promotorias para fiscalizar estas festas com cachês milionários?
É triste ver que a cultura das quadrilhas juninas se acabaram e deram vez a uma dança e um tipo de música que não tem nada a ver com a cultura junina nordestina. São grupos fantasiados com visuais mais parecendo dançarinas do flamenco, onde sua origem remontam às culturas cigana e mourisca, com influência árabe e judaica. A cultura do flamenco é associada principalmente à região da Andaluzia, na Espanha e não tem nada com o estilo da nossa tradicional quadrilha junina. É pena que essa nova geração não tenha a mínima ideia do que foi um dia, a principal causadora das muitas alegrias de seus pais e avós quando dançavam a insubstituível quadrilha junina tradicional. Este senhor Alcymar Monteiro, posta algo muito verdadeiro. Parabéns
A música Brasileira como um todo está sendo jogada na lata do lixo, o nosso Forró é apenas mais uma das vítimas, por onde andam os grandes compositores? a MPB não se renova a décadas, artistas de renome e tradição sobrevivem cantando músicas de 20 anos atrás ou mais, a música da Bahia que era tão linda nos anos 80 e 90 foi destruída pelo mercado do carnaval e pela pornografia, os grandes artistas estão cada vez mais perdendo espaço para os animadores de retardados que se multiplicam espalhando porcaria pelo país inteiro.
FALOU E DISSE. MÚSICA DE FORRÓ HOJE EM DIA SE RESUME A FARRA, BEBEDEIRA, MULHER; beber uísque, encher o carro de rapariga, ter um carrão, ligar o paredão. Lixo musical que reflete o pensamento de muitos jovens de hoje em dia.
Concordo plenamente com Alcymar Monteiro o que se ver hoje é a prostituição de uma festa popular chamada de São João. São bandas eletrônicas e de tão idênticas tem que incluir o nome da que estiver tocando para que o folião consiga distinguir uma da outra principalmente ao ouvir um rádio ou cd. é uma vergonha chamar isso de forró. Acredito que Luiz Gonzaga, Dominguinhos devem ficar se revirando nos túmulos de tanta raiva. Em breve não teremos mais a cultura das festas juninas no nordeste.
Tudo isso é verdade. Os Prefeitos comendo comissão para colocar bandas horríveis e com cachês milionários para poder comer a comissão. A Rede Globo, apresentou ao vivo no sábado passado o São oão do Nordeste. Eu morrí de vergonha, pois em Mossoró tava passando a banda Calípso, que diabo Calípso tem a ver com forró? na Bahia estava a dupla sertaneja Mariano e o outro, horrívvel.
Enquanto que em Caruaru estava um forrozão de primeira com Petrúcio Amorim e em Campina Grande o Genival Lacerda. Cadê as Promotorias para fiscalizar estas festas com cachês milionários?