A redução da meta fiscal do Brasil para 0,15% do PIB (Produto Interno Bruto) é inferior à prevista pela agência Fitch, que informou que revisará novamente a classificação de risco do país.
No entanto, a agência não indicou em quantos degraus a nota de risco do país poderá ser cortada. Em abril, a agência revisou a perspectiva do país para negativa em decorrência da deterioração das contas em 2014 e dos desafios para este ano, o que significa que está avaliando se reduz a classificação de risco dentro dos próximos 12 a 18 meses.
A nota atual da Fitch ao Brasil é BBB, o que indica selo de bom pagador. O país está dois degraus acima da nota mínima para ser considerado investimento especulativo.
Em nota, a chefe para a América Latina da agência, Shelly Shetty, disse que a decisão demonstra “as dificuldades de consolidação em meio a uma recessão”.
Se a nova meta for atingida, afirmou, o deficit fiscal continuará elevado e o custo da dívida aumentará em 2015.
A nova meta fiscal anunciada pelo governo na quarta-feira (22) prevê a possibilidade de o setor público fechar o ano com deficit caso medidas adotadas para aumentar a arrecadação não gerem o efeito esperado.
Mesmo com alguns “progressos na agenda legislativa”, com a aprovação de medidas do ajuste fiscal, o desempenho ainda é afetado pelo cenário econômico, disse Shetty.
E esses fatores continuarão a influenciar a classificação do país.
Em maio, a agência afirmou que a intensificação dos desequilíbrios macroeconômicos recentes levou o Brasil a ter indicadores muito abaixo dos de países com nota de crédito semelhante.
“Há atualmente uma tentativa de estabilizar a deterioração, mas vemos que alguns indicadores devem piorar ainda”, disse Rafael Guedes, diretor-geral da Fitch no Brasil, durante evento da Amcham em São Paulo.
Na semana passada, uma equipe da agência de classificação de risco Moody’s esteve no Brasil para avaliar se as medidas de ajuste fiscal necessárias para que o país mantenha sua nota de crédito estão sendo implementadas.
Para segurar a nota de risco do país, o governo entrou em contato com investidores estrangeiros para tentar reverter o clima negativo sobre as contas públicas.
Folha Press
O ódio ao PT é simplesmente o ódio pelo ódio. É a mesma coisa de quem tem homofobia, xenofobia etc. (pura ignorância). É a raiva por mero preconceito. Coisa de quem não cresceu intelectualmente e vive discutindo em mesa de bar, falando alto, zombando dos outros e perguntando de quanto foi o jogo.
Carvalho será que PT conseguirá o feito de quebrar o país por tres (3) Vezes em 8 anos? Impossível né….mas ainda temos 4 anos. rsrsr Nao me diga que o senhor é um eleitor do partido que promoveu tal feito!
Segue o PT acabando com tudo.
Por acaso a turma do PT alguma vez se preocupou com o Brasil? eles não estão nem aí, o importante é o partido e a manutenção do poder, custe o que custar. Quem tiver achando ruim que dê um jeito de sair do país, eles querem deixar a bandeira na cor vermelha, o resto é detalhe, contingência momentânea.
O PT nunca teve um projeto sério e honesto para o desenvolvimento do Brasil, para o crescimento econômico, montou um disfarce populista com os bilhões distribuídos através dos programas de bolsa e navegou em calmaria colhendo os frutos da estabilidade herdada do PSDB.
Acabaram com os recursos, deixaram a corrupção destruir grande parte dos cofres, não teve 30% de seus programas e promessas concluídos e vivem preocupados em manter o irresponsável e inadmissível discurso de inocentes úteis.
Dilma com 7% de aprovação e o PT só tem apoio de seus seguidores e necessitados, como muitos falam, começam a colher os frutos sem insumo das sementes podres plantadas.