O chefe de gabinete do governo argentino, Marcos Peña, anunciou a criação do Ente Nacional de Comunicações (Enacom), que vai absorver a Autoridade Federal de Serviços de Comunicação Audiovisual (Afsca) e a Autoridade Federal de Tecnologia da Informação e das Comunicações (Aftic), organismos criados durante o governo de Cristina Kirchner para regular meios de informação e telecomunicações.
Segundo Peña, a decisão, de autoria do novo presidente argentino Mauricio Macri, tem como meta propor o fim da guerra contra o jornalismo no país e o começo de uma nova era no setor.
Ele destacou, ainda, o papel “crítico e independente” do jornalismo e sublinhou que o curso assumido pelo governo atual fixa “uma nova doutrina na relação entre o Estado e o jornalismo” após um período em que se buscou “disciplinar os meios”.
As declarações foram dadas entrevista na Casa Rosada, sede do governo argentino. O chefe de gabinete estava acompanhado do ministro das Comunicações, Oscar Aguad, e de Miguel Godoy, que foi designado como titular da Enacom. O organismo será criado por meio de decreto.
Agência Brasil
5 famílias tomam conta de 80% da mídia /impresa no Brasil. Tem idiota q acredita q ela é livre.
Vários países, entre eles Inglaterra, regulam a mídia, para alguns o quarto poder.
Não há "imprensa livre" onde predomina o monopólio nas comunicações, como era o caso da Argentina e como ainda é no Brasil. Macri ameaça jogar no lixo uma conquista do povo do seu país, que é a chamada Lei de Medios, para satisfazer a vontade dos barões da imprensa conservadora.
Imprensa livre…povo livre!!!!