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“Greve geral”: As categorias que vão parar em cada estado do Brasil

Protesto contra a reforma da Previdência em Brasília (José Cruz/Agência Brasil)

Grandes categorias dos 27 estados brasileiros já aderiram à greve geral desta sexta-feira, dia 28, contra as reformas da previdência e trabalhista propostas pelo governo de Michel Temer (PMDB). Metroviários, ferroviários, bancários, professores, metalúrgicos, correios, químicos, e funcionários de outros setores devem paralisar suas atividades por 24 horas.

A organização do protesto foi convocada por nove centrais sindicais. São elas: CUT, CTB, Intersindical, CSP-Conlutas, UGT, Força Sindical, Nova Central, CSB e CGTB.

Veja na lista abaixo as categorias profissionais das CUT que vão participar da greve geral em cada estado brasileiro. Vale lembrar que categorias ligadas a outras centrais e sindicatos independentes também aderiram à greve:

Veja demais estados aqui

Exame

Opinião dos leitores

  1. "Privatizar e desnacionalizar monopólios serve apenas para aumentar os ganhos de rentistas nacionais e estrangeiros e endividar o país. O desmonte do país só levará à dependência colonial e ao empobrecimento dos cidadãos, minando qualquer projeto de desenvolvimento".

  2. A economia brasileira já viveu muitos ciclos de crescimento mantendo as leis trabalhistas; “Até a ditadura militar conviveu com a CLT”.

    1. Eu!! Apenas não aprovo uma reforma para muitos e menos para a minoria…

  3. Vamos combinar:
    "A desonestidade dessa campanha sindical, orquestrada pelo PT, é evidente por si mesma. O partido que governou o Brasil por mais de uma década e é diretamente responsável pelo colapso da economia – sem falar do colapso moral – lidera um movimento destinado justamente a sabotar as únicas soluções possíveis para a crise que os próprios petistas criaram. O PT, ao mesmo tempo que está organizando a tal greve, tratou de lançar um “plano econômico”, batizado de Seis Medidas Emergenciais para Recuperação da Economia, do Emprego e da Renda. Mais uma enrolada bem planejada. Lá estão, uma a uma, as mesmíssimas medidas que condenaram o Brasil a três anos de profunda recessão, que quase levaram o Estado à bancarrota e que criaram mais de 13 milhões de desempregados. O PT quer voltar a privilegiar empresas amigas do governo; “aumentar o comércio Sul-Sul, principalmente os Brics”, impedindo, por questões ideológicas, que o Brasil faça acordos comerciais muito mais vantajosos; e “investir em infraestrutura para uma economia dinâmica e eficiente”, o que, no governo petista, equivaleu a destinar bilhões de reais para projetos superfaturados que mal saíram do papel e levou a operação lava jato, multiplicando por 100 o faturamento de empresas como a Odebrecht, OAS, Camargo Correia e outras.
    Chegam ao cúmulo de falar na “recuperação” da Petrobrás, impedindo – atenção – “a fragmentação, destruição e privatização da Petrobrás”, como se a estatal não tivesse sido rapinada, desmontada e arruinada justamente pelos petistas.
    A desfaçatez é, portanto, total. O PT, fragorosamente derrotado nas urnas e expelido do poder por ter legado à Nação uma crise econômica sem precedentes e um descomunal escândalo de corrupção, se dá a cara de pau, de acredita-se em condições morais de denunciar um governo que, a duras penas, luta para consertar uma parte do estrago deixado pelo PT. E é espantoso que haja quem, por vício sindical ou político, por necessidade ou ignorância, aceite engrossar esse movimento, deixando de refletir sobre os efeitos nefastos que a rejeição das reformas de Temer teria para o conjunto da sociedade.
    Ao governo cabe manter a firmeza de propósitos, sem se intimidar pela delinquência daqueles que usam os “direitos do trabalhador” para golpear os trabalhadores pelas costas".
    Essa greve só interessa aos sindicatos que estão vendo a boquinha acabar e seus membros terão que voltar a trabalhar – desespero total.

  4. Kedma, com a reforma, você já fez uma previsão com quantos anos e com que valor irá se aposentar, se trabalhar na iniciativa privada talvez se aposente com 1 ou 2 salários mínimos,.

    1. De onde acra que vem o dinheiro que paga o funcionalismo público?

  5. Muito interessante, uma greve geral em plena sexta feira bem próximo a um feriado, a estrategia feita por esses sindicatos foi bem proposital, ou seria mera coinscidencia?

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