Por interino
Um dos três suspeitos parou para urinar em um poste antes de subir no prédio
Um simples ato pode levar a Polícia Civil até os assassinos da família executada a tiros sexta-feira em São Gonçalo(Rio de Janeiro). Ao analisar imagens das câmeras de segurança do condomínio das vítimas, agentes da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG) notaram que um dos três suspeitos parou para urinar em um poste antes de subir no prédio.
Família inteira foi executada a tiros dentro de casa em São Gonçalo. Reprodução Facebook
“Amostras do material foram coletadas e enviadas para o laboratório da perícia. Futuramente mandamos material genético colhido do suspeito para comparação”, explicou o delegado Fábio Barucke, titular da DHNSG. As imagens mostram os três entrando no local, mas dois teriam disparado contra Soraya Gonçalves de Resende, de 37 anos, esposa do diretor da OAB-São Gonçalo Wagner Salgado, 43, e a filha do casal, Geovanna Salgado, de 10.
IG, com O Dia
Tem toda razão Carlos.
Tantas vezes com imagens de câmeras não se chega ao suspeito
É impressionante como as autoridades que investigam crimes no Brasil gostam de aparecer. Esse é o tipo de informação que não deveria ser divulgada. Ou que só divulgassem depois da apuração definitiva das provas e do resultado das análises.
E da prisão dos criminosos. A divulgação dessa pista pode levar os bandidos a fugir, antes de serem presos.
Entende-se que o delegado e a polícia queriam mostrar serviço, atender às cobranças dos familiares e da população por prisões. Mas em certas situações, é melhor não divulgar pistas e indícios.