Economia

Inflação até abril atinge o menor nível desde 1994

A inflação no Brasil foi de 0,22% em abril, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (10).

A taxa superou os 0,09% registrados em março e também ficou acima dos 0,14% de abril de 2017, mas veio abaixo do previsto pelo mercado.

O acumulado dos últimos 12 meses está em 2,76%, também uma aceleração em relação aos 2,68% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Mas a inflação segue abaixo do piso da meta, já que o governo deve perseguir para 2018 uma taxa de 4,5% com tolerância de 1,5 ponto percentual para baixo (3%) ou para cima (6%).

No acumulado de 2018 até agora, a inflação está em 0,92%, o menor nível para o período desde a implantação do Plano Real.

Segundo análise divulgada hoje pelo banco americano Goldman Sachs, os números do IPCA seguem apoiando mais um corte da Selic na próxima quarta-feira (16) mesmo com a instabilidade financeira global.

Grupos

Dos 9 grupos pesquisados pelo IBGE, apenas Comunicação teve queda de preços em abril (-0,07%).

Transportes ficou estacionado: altas no conserto de automóvel (1,31%) e no preço da gasolina (0,26%) compensaram quedas do etanol (-2,73%) e das passagens aéreas (-2,67%).

A maior alta mensal foi no grupo Saúde e Cuidados Pessoais, que subiu 0,91% e contribuiu, sozinho, com 0,11 ponto percentual, ou metade do IPCA de abril.

Pesaram principalmente os itens plano de saúde (alta mensal de 1,06%) e remédios (1,52%). No segundo caso, é um reflexo de um reajuste anual na faixa de 2,09% a 2,84% e que está vigente desde 31 de março.

O segundo maior impacto foi do grupo Vestuário, que subiu 0,62% e contribuiu com 0,04 p.p. para a taxa final.

“A troca de coleção influenciou principalmente as roupas femininas, que ficaram, em média, 1,66% mais caras”, diz a nota do gerente do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), Fernando Gonçalves.

O grupo Habitação subiu 0,17% com alta da energia elétrica em 0,99% após reajustes no Rio de Janeiro, Porto Alegre, Fortaleza, Salvador e Campo Grande.

Alimentação e Bebidas, o grupo com maior peso no índice, viu direções contrárias entre produtos para consumo em casa (alta de 0,27%) e alimentação fora de casa (queda de 0,22% destacada como surpreendente pelo Goldman).

Exame

 

Opinião dos leitores

  1. Só as reportagens falarem nisso. Mas não é refletido no meu bolso. Meu salário não dá mais pra nada. Vai entender?

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Diversos

Inflação de janeiro atinge o menor nível desde 1994; nunca na história do Plano Real a inflação no mês foi tão baixa

A inflação oficial é de 5,35%Agência Brasil/EBC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 0,38% em janeiro, informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa subiu em relação a dezembro (0,30%), mas foi a mais baixa para janeiro desde 1994. Em janeiro do ano passado, havia ficado em 1,27%.

Com os números de hoje, a inflação acumulada no país nos últimos 12 meses ficou em 5,35% – abaixo dos 6,29% dos 12 meses imediatamente anteriores.

A meta de inflação anual no país é 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para baixo (2,5%) ou para cima (6,5%).

Dos 9 grupos pesquisados, 6 aceleraram e 3 desaceleraram em relação ao mês anterior.

O grupo de Transportes foi puxado para cima por altas de 3,10% no etanol e 0,84% na gasolina e para baixo pelas passagens aéreas, que foram de alta de 26,29% em dezembro para queda de -7,36% em janeiro.

8 das 13 regiões pesquisadas tiveram alta nos ônibus urbanos, item que entra também nesse grupo e que teve sozinho o maior impacto individual (0,07 ponto percentual) na taxa final.

Alimentação e Bebidas, de longe o grupo com mais peso no índice, acelerou em janeiro puxado tanto pela alimentação fora de casa (de 0,33% para 0,69%) quanto pelo consumo em casa (de -0,05% para 0,17%).

As maiores altas mensais foram nos itens cenoura (7,98%), óleo de soja (7,66%), farinha de mandioca (5,51%) e bolo (3,34%).

O grupo Habitação voltou a subir. As contas de energia elétrica continuam caindo, mas em ritmo menos intenso, mas houve alta nas taxas de água e esgoto.

Exame

 

Opinião dos leitores

  1. Mentira! Todas às vezes que eu vou ao supermercado pago um preço maior pelas mesmas coisa. Eles aumentam centavos para enganar. Tudo está muito mais caro!

    1. Tenho percebido alguns itens mais baratos, como o feijão e o leite.

  2. Claro que a inflação vai ser baixa. Estamos em recessão, ninguém ou quase ninguém consegue comprar ou vender. A demanda é infinitamente menor que a oferta. Vejam o caso do Midway com um monte de lojas fechadas.
    Esse Governo é tão malandro que informa isso como grande vantagem… Eu queria uma inflação de 8/10 % mas com crescimento de 5/6%. Aí sim…

    1. "Eu queria uma inflação de 8/10 % mas com crescimento de 5/6%. Aí sim…"
      Parabéns, com esse racioSímio você certamente integraria a equipe econômica de Dilma-Mantega, a mesma que jogou o Brasil numa depressão e que agora tá ajudando a dar uma paulada na inflação (eu, enquanto coxinha, reaça, racista, homofóbico, udenista e machista, vou chorar na cama por ter batido panela… jamais iria entender essa complexa política econômica). Parabéns a Augusto Ribeiro e demais envolvidos.

    2. Achei maravilhoso os comentários sobre a postagem irônica que fiz. Realmente a maioria dos brasileiros sabem ler, mas não entendem, então raciocinar, esquece.
      Os economistas como Augusto Ribeiro que relacionou o baixo consumo ao aumento da inflação, realmente deve ser formado na escola de qualidade do PT, nem adianta entrar em detalhes, seria perda de tempo. Vamos desenhar, quando Sarney era presidente, existia consumo? Não. Então naquela época a inflação era ZERO, certo? NÃO! Chegou a 80% no mês.
      O que causa a inflação são: Gastos Públicos, Cartéis, Custos de Produção, Produção em Baixa, Indexação e Inércia. Longe de ser apenas a relação bem e consumo. Se precisar posso desenhar mais

    3. Puxa! Será que o Augusto Ribeiro trabalhou (força de expressão, claro) nos governos petistas? Meu caro, nossas atuais dificuldades são exatamente o legado do seu amado PT e suas práticas deletérias. E o que vc escreveu se enquadra perfeitamente na conversa dos destruidores do nosso Brasil. kkkkkk. Francamente!

  3. ABSURDO, como o governo "golpista" deixa a inflação ter dois dígitos, agora não adianta chorar coxinhas… kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Se fosse o maior presidente do brasil (suiça imaginária), ela estaria muito melhor com mais de 20% ao mês e não essa miséria de 0,38% Estão vendo, deixaram o PT sair do poder, está dando nisso…..
    Com a palavra, os mortadelas cabeça de vento apoiadores dos corruptos e destruidores das estatais e dos empregos no Brasil

    1. Calma amigo.. Sei que é difícil ter que sair para trabalhar, mas acredite: o trabalho dignifica o homem! A teta acabou e vocês devem estar desesperados que tem que trabalhar né? Relaxe e vá comer um pouco de mortadela pra se acalmar…

    2. Vitório vá ler um pouquinho sobre inflação antes de postar qualquer coisa sobre!

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