Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
Um dia após a Câmara ter decidido aprovar a abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, senadores do PT e de outros partidos da base aliada admitiram que a chance de afastamento da petista é de 90%.
Em encontro a portas fechadas promovido na liderança do governo no Senado nesta segunda-feira (18) os participantes reconheceram que a situação da presidente é, nas palavras de um deles, “muito difícil”, mas não “irreversível”.
Durante a reunião, a avaliação geral foi de que, apesar do momento adverso, o governo tem chances de impedir o afastamento de Dilma no Senado. A estratégia dos senadores é impedir que se aprove a instauração do processo por maioria simples do plenário da Casa, o que levaria à automática assunção do vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP) ao comando do Palácio do Planalto.
Reservadamente, os petistas e aliados consideram que, se Dilma for afastada, não terá condições políticas de voltar futuramente. O consenso dos presentes ao encontro foi de que a presidente não escaparia da condenação no processo pelo plenário a ser aprovada por dois terços dos senadores, o que representa 54 dos 81 parlamentares.
Os senadores governistas devem investir em várias frentes para tentar reverter o quadro adverso: a atuação do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), adversário histórico de Temer no PMDB; o trabalho de convencimento dos indecisos e de reversão de votos de ex-aliados e o uso de ações judiciais para barrar eventuais situações adversas, como prazos regimentais encurtados e escolha de integrantes da Comissão Especial para funções-chave como presidência e relatoria.
O PSB é um dos alvos: na Câmara, o partido fechou questão a favor do impeachment e, dos 32 deputados, 29 se manifestaram contrários a Dilma. O partido, com sete senadores, divulgou nota contra a punição da presidente.
Os petistas vão rejeitar qualquer indicação para a relatoria da comissão de um senador filiado a partido interessado no impeachment de Dilma, como é o caso da senadora Ana Amélia (PP-RS), partido que fechou questão a favor do afastamento da presidente. “Podemos até não fazer a indicação do PT, mas temos que participar disso”, disse o líder do governo no Senado, Humberto Costa (PE).
R7, com Estadão
Se Deus quiser o Brasil se livra dessa disgraça ainda em Maio !!!!
Chega de atraso, caos, retrocesso, bandalheira !!!!!
É MAIS FACIL UM HIPOPÓTAMO EMPRENHAR UMA JARARACA,DO QUE ESSA PETRALHA NÃO SER CONDENADA NO SENADO!!!!!
O cara só comparou o salvador do mundo, com uma escroque, só isso!
54 milhões de miseráveis que se venderam por uma esmola chamada de bolsa família.
Tem que ser expulsa e ainda levar uma bela cadeia, junto com o Lularápio e o resto da quadrilha dos petralhas!
Seria mais viável que a presidenta Dilma (eleita com 54 milhões de votos populares) saísse desta sujeirada, lavassem as mãos e fossem assistir nas arquibancadas os urubus brigando por carniças, até 2018 quando o próximo presidente lula 2018 assumisse. FORÇA DILMA, LEMBRE-SE ELES MATARAM JESUS.
Amém irmão, vá se tratar você está doente, isso é contagioso, pior que Zika.
Esse "Cabral" é uma comédia ambulante.
Não fale em Jesus para quem não acredita em Deus.
Lularápio será presidente dos internos da papuda. Lá será o endereço dele em 2018.