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Câmara Municipal de Natal aprova projeto de democratização da gestão escolar

Por interino

A Câmara Municipal de Natal aprovou nesta terça-feira (30), durante sessão extraordinária, o Projeto de Lei Complementar 11/2014 do Executivo que trata da democratização da gestão escolar no âmbito da rede municipal de ensino. Para tanto, os vereadores apresentaram e votaram emendas parlamentares à matéria. Das 63 emendas encaminhadas, 30 foram aprovadas.

Dentre as tais a escolha do Coordenador escolar que deve ser indicado pelo Conselho escolar, mediante alguns critérios como não estar em estágio probatório, ter no mínimo 60% na avaliação de desempenho e pertencer ao quadro efetivo da Secretaria Municipal de Educação. O conselho também indicará o inspetor escolar que deve pertencer ao quadro efetivo, que deve ter experiência mínima de três anos em direção ou coordenação pedagógica, habilitação em curso de licenciatura e obter pontuação a partir de 60% na avaliação de desempenho.

As escolas também deverão contar com, pelo menos um assistente financeiro e onde não houve, cabe ao conselho indicar. Os vereadores acrescentaram quatro parágrafos ao artigo 9º da lei, por meio de uma única emenda consensual. Com isso, fica determinado que o município realize em 18 meses, a partir da publicação da lei concurso para técnico de nível médio, afim de que estes cargos sejam ocupados nas escolas. Até lá permanecem nestas funções os mesmos servidores que as executam.

Também ficou estabelecido para a equipe administrativa eleita pela comunidade escolar uma gestão de três anos de duração, permitindo uma reeleição. Poderá candidatar-se a função de Diretor Administrativo-Financeiro o professor ou funcionário estável que esteja em pleno exercício na Unidade de Ensino há no mínimo 6 meses e tenha graduação na área de educação. Já para o cargo de Diretor Pedagógico, a prioridade será para profissionais com formação em pedagogia.

ARSBAN

O vereadores aprovaram ainda em segunda discussão, o Projeto de Lei Complementar Nº 15/2014 que cria funções gratificadas por desempenho de atividade regulatória, bem como a criação e readequação dos cargos comissionados inseridos dentro da estrutura da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Município de Natal (Arsban).

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CMN aprova projeto de incentivo a construção de estacionamentos

O Plenário da Câmara Municipal de Natal aprovou em segunda votação, durante a sessão ordinária desta quarta-feira (22), Projeto de Lei de autoria dos vereadores Rafael Motta e Paulo Freire (PROS)  que dispõe sobre a criação de incentivos tributários para a criação de garagens subterrâneas e edifícios garagens para que sirvam de estacionamento de curta duração na cidade. Foram 11 votos favoráveis, dois contrários e duas abstenções.

Os vereadores autores defenderam a ideia de que este projeto ajudará a resolver o problema de acúmulo de carros nas vias da capital, por meio de parceiras com a iniciativa privada. “Visto que o poder público diz que não tem recursos para construir estacionamentos públicos, a ideia é dar incentivos para que a iniciativa privada possa fazer. São incentivos não tributários, como por exemplo doação de terrenos”, destacou Rafael Motta.

Além disso, segundo o vereador Paulo Freire, que também assina a autoria da matéria, a iniciativa deve gerar tributos para o município a médio prazo. “Vai incentivar o comércio local já que seriam estacionamentos rotativos, arrecadar impostos com o funcionamento, gerar emprego e melhorar a mobilidade nas vias”, enfatiza.

Ainda na sessão, foi aprovado em primeira discussão o projeto de autoria do vereador Adão Eridan (PR) que torna obrigatório o uso das águas pluviais das lagoas de captação da cidade do Natal, para fins de regar as gramas e plantas dos canteiros. Com a iniciativa, o vereador diz que o município poderá economizar água limpa e também reduzir gastos. “Ao invés de utilizar água de qualidade que vem das lagoas, que ficam mais distantes, pode utilizar a água da chuva, das lagoas de captação. Vai reduzir custo com transporte e ainda previne o desperdício de água limpa, sem causar problemas ao meio ambiente”, justifica.

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