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Ações da Petrobras sobem mais de 2,5% com novo plano de negócios

portalPETROBRAS-e1453251555329-777x437As ações preferenciais da Petrobras operavam em alta de mais de 2,5% por volta das 11h30, depois que a estatal anunciou seu novo plano de negócios, que reduziu em 25% a projeção de investimentos em relação ao plano anterior, de 2015.

Apesar do recuo dos preços do petróleo no mercado internacional, os papéis PN ganhavam há pouco 2,52%, a R$ 13,38, enquanto os ordinários subiam 1,41%, a R$ 15,10.

No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa, subia 0,28%, aos 57.513 pontos.

No documento divulgado nesta terça (20), a estatal prevê gastar US$ 74,1 bilhões no período entre 2017 e 2021. O plano amplia o programa de venda de ativos, com a previsão de vendas de US$ 19,5 bilhões no período entre 2017 e 2018.

O documento oficializa a saída das atividades de produção de biocombustíveis, gás liquefeito de petróleo (GLP, o gás de cozinha), fertilizantes e petroquímica.

Para Rafael Ohmachi, analista da Guide Investimentos, embora os números já fossem esperados, o novo plano de negócios agradou ao mercado. “As metas do novo plano são mais realistas, com menos investimentos e mais desinvestimentos”, afirma. “Um ponto muito importante é o foco na redução da alavancagem da companhia”, acrescenta.

A empresa planeja antecipar para 2018 a meta de redução da alavancagem (relação entre dívida e geração de caixa) para 2,5 vezes. Hoje, o indicador está em 4,49 vezes.

Ohmachi acredita que, com a planejada saída da Petrobras da área de biocombustíveis, GLP, fertilizantes e petroquímica, abre-se uma oportunidade para empresas desses setores adquirem ativos importantes. “Há potenciais interessados tanto no Brasil quanto no exterior.”

Entre os concorrentes no setor de biocombustíveis, as ações ON da Cosan e da São Martinho subiam 3,67% e 2,50% respectivamente. Os papéis ON da Ultrapar, que atua na distribuição de combustíveis, ganhavam 1,27%. As ações PNA da petroquímica Braskem, na qual a Petrobras deve vender sua participação, subiam 0,04%.

DÓLAR

Por volta das 11h30, o dólar comercial recuava 0,90%, cotado a R$ 3,248 para venda.

Plano de negócios prevê liberdade de preços dos combustíveis, diz Petrobras

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Opinião dos leitores

  1. Kkkkkkk
    Quero ver coxinha sorrindo quando a BR oscilar o preço a gosto do mercado. Vai ser engracado.

  2. Em Natal há poucos dias atrás estávamos com preços "promocionais" na faixa de R$ 3,54 a R$ 3,69. Da noite para o dia as "promoções" acabaram e todos alinham os preços em R$ 3,86, no tocante aos postos que aceitam débito e dinheiro e R$ 3,89 nos postos que aceitam cartão de crédito. Isso é um absurdo!!! Estive há pouco mais de uma semana em Recife e a gasolina tinha preço médio de R$ 3,39. Consegui abastecer por R$ 3,31 no cartão de crédito, no posto perto da Ilha do Retiro. Na volta, quando passava por João Pessoa/PB, encontrei gasolina por R$ 3,41. Se os donos dos postos de gasolina dos estados vizinhos conseguem lucrar vendendo o combustível por R$ 3,31 a R$ 3,41, já imaginaram o tamanho da margem de lucro dos postos de gasolina aqui de Natal e demais cidades do Rio Grande do Norte? Por que será que postos com custos diferentes (IPTU, aluguel, arrendamento, quantidade de funcionários) praticam preços idênticos? Repito: Por que as "promoções" sumiram e alinham os preços próximo a R$ 3,90, mais de R$ 0,50 centavos por litros superior ao preço praticado pelos postos dos estados vizinhos??????? Só para os leitores terem uma ideia: Considerando abasteci meu automóvel por R$ 3,31 o litro de gasolina em Recife e aqui um posto localizado na Engenheiro Roberto Freire cobra R$ 3,89, percebe-se que o revendedor de gasolina de Natal vende o produto por R$ 0,58 a mais que o de Recife. Então, se o revendedor de Natal conseguir vender 10.000 litros de gasolina, terá um lucro bruto de R$ 5.800,00 a maios que o de Recife. Dá para compreender isso?????? Por fim, vale salientar que os postos de Recife e João Pessoa lucram sim revendendo gasolina no preço entre R$ 3,31 a R$ 3,41. Se esse ramo de revenda de combustíveis fosse investigado de forma séria, tenho certeza que esse abuso acabaria.

    1. Rapaz, pra mim a solução seria liberar a comercialização em supermercados. Imagino que grandes redes de supermercados iriam se coadunar com revendedores locais. Aí sim nós iríamos ver uma diferença considerável nos preços.

    2. Jadson, aqui em Natal já tá liberado em supermercados, eu moro na ZN e sempre abasteço no CARREFOUR e às vezes ainda acho posto mais barato, agora o que puxa gente sabe é que pagamos o ICMS mais caro do Brasil sobre a gasolina, 29% enquanto nos estados vizinhos eles cobram 25%. Cada litro o nosso RN fica com R$ 1,13 de ICMS.

    3. O nome disso é cartel. Kd oposto no Carrefour Zona Sul?

  3. Liberdade….Sei…..Liberdade para subir os preços conforme o negociante desejar.

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