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FOTOS E VÍDEOS: Comuns nos EUA, comerciais provocativos geram “choros” no Brasil

Nos Estados Unidos, é bastante comum empresas rivais como Burger King e McDonald’s ou Pepsi e Coca-Cola fazerem comerciais provocativos uns aos outros.

 

Mais do que isso, ações deste tipo, como no Halloween deste ano, onde o Burger King usou uma “fantasia” do seu principal concorrente numa loja na cidade de Nova Iorque, no bairro Queens.

Não só a loja, como os sanduíches também faziam menção ao McDonald’s. “Bu! Brincadeira, nós ainda grelhamos nossos hambúrgueres no fogo”, citando seu diferencial.

burger-kinh-halloween-mcdonalds-20161025-003Neste ano, na França, por exemplo, o McDonald’s provocou o Burger King num comercial. A empresa, de forma bem humorada, apontou que há muito mais lanchonetes dela do que do concorrente.
Na peça, o McDonald’s produz uma placa exibindo o caminho até o Burger King mais próximo -(veja aqui).

A resposta do Burger King foi bem rápida. Num comercial produzido por eles no país, um casal para no drive thru do McDonald’s e pedem um café grande para poder suportar os muitos quilômetros de distância que os deparam do verdadeiro objetivo deles: ir à um BK para comer um Whooper, tradicional sanduíche da rede. Veja aqui

Em 2013, também no Halloween, a Pepsi provocou a Coca-Cola ao colocar uma capa de super-herói em um de seus anúncios. “Desejamos a você um Halloween assustador”, dizia a campanha.

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A resposta da Coca também foi rápida, e com a mesma imagem, disse: “Todos querem ser um herói!”, em alusão à capa.

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Já no Brasil…

… o “mimimi” impera. Uma choradeira sem fim.

Mais recentemente, o McDonald’s entrou no Conar contra o Habib’s por considerar que duas propagandas da rede eram ofensivas, por considerar depreciativas.

Esse tipo de propaganda, que diverte o público e gera buzz nas redes, é sempre advertido pelo “atingido”, o que não acontece lá fora. A choradeira no Brasil é evidente, e os protagonistas, são os mesmos que no exterior.

Nos anos 1990, isso era até mais comum no Brasil, mas que nos últimos tempos, perdeu força. Nossos publicitários são extremamente criativos e conseguem bolar comerciais geniais. Alfinetar o rival de maneira bem humorada foge do comum, mas pelo “vitimismo” está difícil.

Sem contar aqueles em que pessoas se sentem ofendidas por um simples comercial. Em julho, a Sadia lançou um comercial nomeando como Luís Augusto um presunto que não era vendido, tido como “rejeitado”, para fazer alusão aos concorrentes, que não eram tão bons como o da empresa.

Pessoas com o nome de Luís Augusto se revoltaram e ameaçaram a processar a empresa. Uma pena.

Em 1996, um comercial ficou famoso por utilizar um nome próprio também. O Bráulio. Nele, um homem conversava com o seu “bráulio” para promover o uso de preservativo. Relembre:

Comerciais divertidos como esses são saudáveis, gerando ainda mais publicidade e ficam marcados.

Na Telinha – UOL

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