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Confiança do empresário da construção atinge maior nível desde junho de 2015

Com 75,1pontos, Índice de Confiança da Construção tem o maior nível desde junho de 2015, quando registrou 76,2 Antônio Cruz/Agência Brasil

O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getulio Vargas, subiu 0,7 ponto em março e atingiu 75,1 pontos em uma escala de zero a 200. É o maior nível do indicador desde junho de 2015, quando registrou 76,2 pontos.

A alta foi influenciada pela melhoria da percepção dos empresários da construção civil em relação ao futuro. O Índice de Expectativas cresceu 1,7 ponto e chegou a 87,8 pontos, o maior nível desde setembro de 2014 (88,4 pontos).

Os dois quesitos que compõem o Índice de Expectativas acusaram alta, com destaque para o indicador que mede o otimismo com a situação dos negócios nos seis meses seguintes, que subiu 2,2 pontos e chegou a 90,1.

Já o Índice da Situação Atual, que avalia a opinião do empresário, recuou pelo segundo mês seguido, ao variar 0,2 ponto, atingindo 62,8 pontos. A maior contribuição para o resultado veio do indicador de percepção em relação à carteira de contratos, que caiu 0,6 ponto em relação ao mês anterior, indo para 61,5 pontos.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Só falta essa "magica da confiança" virar crescimento, emprego e renda pq até agora só estamos vendo desgraça nesse país.

  2. Pronto. Agora só falta baixar os preços e acabar com essa de imóvel na planta e sua vendas falsas.

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Confiança do empresário da construção atinge maior nível desde junho de 2015

O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 2,5 pontos em janeiro deste ano, atingindo 74,5 pontos, em uma escala de zero a 200. Esse é o maior nível desde junho de 2015 (76,2 pontos).

O crescimento do índice foi provocado principalmente pelo maior otimismo em relação ao futuro, medido pelo Índice de Expectativas, que subiu 3,4 pontos e alcançou 84 pontos. As perspectivas para a demanda nos próximos três meses foi o que mais contribuiu para o crescimento em janeiro (3,9 pontos).

A confiança em relação ao momento presente, medida pelo Índice da Situação Atual, também cresceu: 1,5 ponto, atingindo 65,3 pontos. O Nível de Utilização da Capacidade do setor subiu 0,7 ponto percentual (p.p.), alcançando 63,8%.

Entre dezembro e janeiro, a proporção de empresas prevendo reduzir o quadro de pessoal passou de 41,4% para 32,7%, enquanto a parcela das que planejam contratar subiu de 10,2% para 14,0%.

Agência Brasil

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