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Redução do ICMS do querosene de aviação deverá ‘reanimar’ mercado imobiliário

NATALA decisão do governo Robinson Farias de reduzir a alíquota do ICMS sobre o querosene de aviação deverá beneficiar não apenas o setor de turismo, como também reanimar o mercado imobiliário do Rio Grande do Norte. A constatação é do presidente do Sindicato das Empresas Imobiliárias do RN (Secovi/RN), empresário Renato Gomes, que no próximo mês de fevereiro deverá se reunir com a área econômica do governo para discutir a retomada do desenvolvimento do setor, que nos últimos anos vem enfrentando dificuldades. Segundo o empresário, a redução do ICMS e o conseqüente aumento do número de vôos nacionais e internacionais contribuirão para atrair investidores de outros estados e outros países. “O mercado imobiliário também se beneficia do turismo, pois na hora que você tem mais fluxo turístico, a cidade fica na vitrine e você tem mais oportunidade de vender empreendimentos imobiliários para esse pessoal que está vindo de fora”, explica.

DSCN0711Renato Gomes lembra que o advento do chamado turismo de ‘segunda residência’, que há anos atrás foi marcado pela forte presença de investidores estrangeiros no estado, nasceu a partir do turismo. “Além disso, com o aumento do fluxo, muita gente do setor de turismo, passa a investir mais em hotéis, a comprar áreas para desenvolver produtos específicos, alavancando o mercado imobiliário, como também o comércio e o setor de serviço de maneira geral, explica.

Gomes adiantou que também irá mostrar ao governo a importância de efetivar parcerias para que o setor volte a ser exposto nos principais eventos do mercado imobiliário, como feiras e salões imobiliários nacionais e internacionais. “Vamos apresentar um plano de negócios, através do qual o próprio governo poderá expor nesses eventos as suas ações”, assinala.

Opinião dos leitores

  1. As construtoras e as imobiliárias do RN estão mal acostumadas a ganhar dinheiro fácil dos "sem tetos" do RN.

  2. Avisem ao Gomes que mais fácil seria se as construtoras baixassem seus preços absurdos por metro quadrado em Natal.

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