Diversos

Taxa média de juros de operações de crédito cai em dezembro, diz Anefac

A taxa média de juros das operações de crédito caiu entre novembro e dezembro de 2016, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (9) pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

A taxa de juros média geral para pessoa física passou de 8,2% ao mês (157,47% ao ano) em novembro para 8,16% em dezembro (156,33% ao ano), a menor desde agosto de 2016.

Para pessoa jurídica, a taxa de juros média geral caiu de 4,82% (75,93% ao ano) em novembro para 4,74% em dezembro (74,32% ao ano).

Segundo a entidade, a queda é resultado da redução da taxa básica de juros, a Selic, e pela expectativa de novas diminuições.

De acordo com a associação, das seis linhas de operações de crédito pesquisadas, apenas os juros do cheque especial subiram no período, passando de 313,63% ao ano em novembro para 314,51% ao ano em dezembro, a maior desde março de 1999. No cartão de crédito, os juros passaram de 459,53% ao ano para 453,74% ano, menor taxa desde outubro de 2016.

Os juros do CDC para financiamento de veículos ficaram estáveis, em 31,68% ao ano. Registraram quedas entre novembro e dezembro os juros do comércio (de 98,95% ao ano para 98,50% ao ano), do empréstimo pessoal de bancos (71,94% ao ano em novembro para 71,15% ao ano em dezembro) e do empréstimo pessoal por financeiras (61,79% ao ano para 160,05% ao ano).

Segundo a Anefac, a recomendação para os consumidores que pretendem utilizar operações de crédito é pesquisar sempre a taxa de juros e demais acréscimos e evitar comprometer todo o orçamento com dívidas. Além disso, a associação indica evitar o crédito rotativo do cartão de crédito e do cheque especial, que têm as maiores taxas de juros do mercado.

Agência Brasil

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Finanças

Três em quatro brasileiros vão usar 13º para pagar dívidas, diz Anefac

Com a inflação elevada corroendo a renda e o aumento das taxas de juros, 74% dos brasileiros pretendem utilizar o 13º salário para pagar dívidas já contraídas, de acordo com pesquisa da Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) divulgada nesta segunda-feira (26).

O número representa crescimento em comparação com 2014, quando 68% desejavam usar os recursos para quitar débitos. A maior parte das dívidas (44%) é no cartão de crédito. Em seguida estão cheque especial (39%) e financiamento bancário em atraso (7%).

A pesquisa foi realizada com 1.037 consumidores de todas as classes sociais. A primeira parcela precisa ser paga até 30 de novembro e a segunda, até 20 de dezembro.

Para a associação, o alto percentual demonstra que “a redução da atividade econômica, a elevação das taxas de juros e a inflação elevaram o endividamento dos consumidores”.

A pesquisa mostra também que 8% dos consumidores pretendem usar parte do 13º para comprar presentes, uma queda de 27,3% em relação a 2014. Isso indica, segundo a Anefac, que há uma maior preocupação com gastos neste ano.

Entre os 8% que pretendem dar presentes, 75% querem comprar roupas e 65% optarão por eletroeletrônicos e eletroportáteis.

Com a renda pressionada, apenas 8% já se organizam para pagar as contas de início de ano, como IPVA (imposto sobre veículos), IPTU (sobre prédios), matrícula e material escolar -para os que têm filhos.

“Isto se deve ao fato de que com o maior endividamento das famílias a maior parte destes recursos serão destinados ao pagamento de dívidas o que reduz o volume de recursos que sobram para aplicações financeiras”, afirma a associação.

VALOR EM BAIXA

Os presentes serão mais baratos neste ano também, de acordo com o levantamento da Anefac. Se em 2014 um total de 13% pretendiam gastar mais de R$ 500 em presentes, neste ano o percentual caiu para 10%.

Além disso, 42% pretendem gastar entre R$ 200 e R$ 500, seguidos por 32% que vão desembolsar entre R$ 100 e R$ 200 com presentes neste ano.

A maior queda (33,3%) se deu entre os consumidores que pretendem gastar entre R$ 1.000 e R$ 2.000. “Estes fatos podem ser atribuídos à piora da economia em 2015 com a elevação da inflação e dos juros além da retração econômica que aumenta o endividamento das famílias”, afirma a Anefac em nota.

Folha Press

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Diversos

Juros médios do cartão de crédito sobem para 350% ao ano, diz Anefac; maior nível desde 1999

A taxa de juros média que incide sobre o rotativo do cartão de crédito -quando o consumidor deixa de pagar a fatura integral- subiu para 350% ao ano em agosto, afirma pesquisa da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) divulgada nesta segunda-feira (14). É o maior nível desde março de 1999.

De acordo com a Anefac, a taxa cobrada do consumidor na modalidade passou de 13,03% ao mês (ou 334,84% ao ano) em julho para 13,37% ao mês (ou 350,79% ao ano) em agosto.

O aumento é reflexo da desaceleração econômica do país, que eleva o risco de calote, e também das altas do juro básico (Selic) pelo Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), de acordo com a associação.

Em agosto, os juros médios para pessoa física atingiram 7,14% ao mês (ou 128,78% ao ano), maior nível desde julho de 2009. Em julho, a taxa era de 7,06% ao mês (ou 126,74% ao ano).

Os juros no cheque especial atingiram 10,14% ao mês (ou 218,67% ao ano), o maior patamar desde janeiro de 2003.

Segundo Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor da associação, o cenário de alta nos juros deve se manter nos próximos meses por causa da perspectiva de aumento da inadimplência no país.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Sete anos atrás ? Olhe os serviços oferecidos por esses governo a sua população e compare com o Brasil, hoje.

  2. Outra inverdade de grande adesão é de que o Brasil possui uma das maiores cargas tributárias do mundo. Em 2008, nossa carga tributária bruta foi de 34,7% do PIB, inferior à da Alemanha, França, Hungria, Itália, Japão, Noruega, Portugal, Reino Unido e Suécia.

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