Ministro Luiz Roberto Barroso impôs segredo de Justiça sobre a quebra do sigilo, cuja ordem foi encaminhada ao Banco Central para cumprimento Antonio Cruz/Agência Brasil
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quarta-feira (7) que “as palavras perderam o sentido no Brasil”, ao comentar sua ordem para investigar o vazamento de informações sobre uma ação sigilosa determinada por ele contra o presidente Michel Temer.
“É um procedimento sigiloso”, reafirmou Barroso, numa breve declaração antes da sessão plenária do STF. Ontem (6), o ministro determinou a abertura de investigação para apurar o vazamento da decisão em que determinou a quebra do sigilo das movimentações financeiras de Temer.
Barroso impôs segredo de Justiça sobre a quebra do sigilo, cuja ordem foi encaminhada ao Banco Central para cumprimento. A decisão, porém, foi divulgada pelo site da revista Veja, embora a publicação não tenha dado detalhes sobre o teor do documento.
Após a divulgação, a defesa de Temer foi ao STF pedir acesso à decisão. Pouco depois, ao determinar a investigação do vazamento, Barroso ressaltou que a petição da defesa trazia o número referente ao processo no sistema do STF, embora a informação se refira a procedimento “absolutamente sigiloso”.
Ontem (6) à noite, a defesa de Temer divulgou nota na qual afirma não ter tido acesso a vazamento de informações, uma vez que “os números citados nas petições, requerendo acesso a procedimentos de eventual quebra de sigilo bancário, foram obtidos em consulta ao Diário de Justiça Eletrônico, disponível no site do Excelso Supremo Tribunal Federal”.
Inquérito
A quebra do sigilo de Temer foi determinada por Barroso no inquérito sobre o suposto favorecimento da empresa Rodrimar S.A. com a edição do decreto do Portos (9.048/2017), assinado por Temer em maio do ano passado.
O ministro é o relator da investigação, autorizada por ele em setembro do ano passado a pedido do Ministério Público Federal (MPF) e com base nas delações premiadas de executivos da empresa JBS.
Agência Brasil
Perigoso é Gilmar Mendes e vc não diz um ai ou dá um piu a respeito do maior engavetador de processo do PSDB e soltador de bandidos do Brasil.
Barroso, que Dilmão botou no STF, é uma grave ameaça à nossa sempre vacilante democracia. Como diz Ricardo Rangel, ele "parece estar em campanha para presidente, e até tem qualidades para ser um bom candidato, mas, a cada dia, torna-se pior juiz.”
Já eu identifico o como uma espécie de miliciano, de justiceiro. Acha-se representante do Bem, acima do Mal.
Barroso já chegou ao STF dizendo que a corte estava julgando “fora da curva”, na época em que o mensalão estava em fase final de julgamento.
Depois fez enorme elogio a Genoíno em plenário. E soltou sim o Dirceu, embora diga que não.
O cara é perigosíssimo. Mas vota a favor da prisão após 2ª instância. Quem viver verá.
ué, não tem ninguém batendo panela, nem se vestindo de verde e amarelo?