Cunha: segundo a defesa do parlamentar, Cunha negou “categoricamente” todas acusações de pagamento de propina feitas pelo empresário Joesley Batista (Rodolfo Buhrer/Reuters)
O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) negou nesta quarta-feira, 14, em depoimento à Polícia Federal, ter recebido propinas da JBS em troca de se manter calado nas investigações da Operação Lava Jato.
Cunha prestou depoimento no inquérito que investiga o presidente da República, Michel Temer, por corrupção passiva, obstrução da Justiça e organização criminosa.
“Meu silêncio não está à venda”, disse Cunha, segundo o advogado Rodrigo Sanchez Rios, que acompanhou o depoimento.
De acordo com Rios, Cunha negou “categoricamente” todas acusações de pagamento de propina feitas pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS.
Em depoimento à Procuradoria Geral da República (PGR), Joesley disse que pagava uma mesada a Cunha e ao operador Lucio Funaro em troca do silêncio dos dois.
Disse ainda que Temer sabia da mesada. Em gravação anexada ao inquérito, Joesley diz ao presidente: “Eu tô bem com o Eduardo.” E Temer responde: “Tem que manter isso, viu.”
“O deputado ressaltou que nunca procuraram ele. Nem o presidente Temer nem interlocutores do presidente. Ele negou categoricamente. Respondeu de forma geral”, disse o advogado.
Segundo Rios, a Polícia Federal em Brasília enviou 47 perguntas para serem feitas a Cunha. Aproximadamente a metade delas diz respeito à ação que corre na 10a Vara Federal de Brasília com base na delação de executivos da Odebrecht que dizem ter pago R$ 17 milhões ao ex-presidente da Câmara em troca da liberação de verbas do Fundo de Investimento do FGTS.
Cunha não respondeu a estas indagações alegando que prefere tratar delas no âmbito do próprio processo. Segundo o advogado, os questionamentos foram extraídos das perguntas feitas pela própria defesa de Cunha a Temer.
O ex-deputado, preso desde outubro de 2016, deve voltar ainda nesta quarta para o Complexo Médico Penal de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.
A negociação do SILÊNCIO de Cunha foi manter a Filha solta e inocentar a Mulher dele.
Moro já fez a parte dele e quase nem achava a casa dele para citá-lo.
A mulher de cunha já foi inocentada pelo herói dos coxinhas, e a filhinha do Cunha nem foi incomodada, seguindo esbanjando e ostentando nas redes sociais.
E os otários acreditando que a república de Cu ritiba é isenta…
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
O que tem demais nessa defesa e declaração? A palavra de Eduardo Cunha não tem valor nenhum.
Depois da delação de Joesley só a palavra dele tem peso e crédito no MPF e no STF, o resto não passa de esperneio da oposição.
Joesley o DONO DO BRASIL!!! Graças ao PT e os TRILHÕES liberados a empresa de 2003 a 2012
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), minimizou nesta quarta (23) o impacto do relatório da Comissão Mista de Orçamento que isenta a presidente Dilma Rousseff de responsabilidade sobre as chamadas pedaladas fiscais em 2014 no processo de impeachment em discussão na Casa.
Cunha disse que o relatório não muda a base do pedido de afastamento da petista, que também leva em consideração as manobras contábeis realizadas em 2015 e que ainda não são analisadas no parecer da comissão nem foram deliberadas pelo TCU (Tribunal de Contas da União).
O deputado afirmou ainda que Dilma é “recordista” de processos de impeachment, tendo sido alvo de mais de 35 ações. “Não é uma coisa normal”, provocou.
O pedido de afastamento formulado pelos advogados Miguel Reale Júnior, Hélio Bicudo e Janaína Paschoal tem como principal argumento que a presidente cometeu crime de responsabilidade quando o governo praticou as “pedaladas fiscais”, inclusive este ano.
O TCU (Tribunal de Contas da União) já condenou a realização das “pedaladas” em 2014. Essas manobras consistem na utilização do caixa de bancos públicos para pagar despesas orçamentárias, criando uma ilusão contábil de que não há déficit nas contas públicas. A suposta repetição de manobras em 2015 não foi alvo de análise de órgãos de controle.
Contrariando a recomendação do TCU, o relator das chamadas pedaladas fiscais na Comissão Mista de Orçamento do Congresso, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), apresentou relatório pedindo a aprovação com ressalvas das contas de 2014 da presidente. O pedetista, no entanto, defende que houve inadimplência por parte do governo, mas isso não fere a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Para Cunha, o texto de Gurgacz, que precisa ser votado no Congresso, não tira o fôlego do processo.
“Acho até pelo contrário. Nunca usei que o TCU parecer do TCU seria a base da aceitação. O que foi aceito trata-se da parte de 2015 e especificamente os decretos feitos em desacordo com a lei orçamentaria. Está muito claro. Por si só, não tem nenhuma mudança no entendimento quer foi feito acerca da abertura do pedido de impeachment”, afirmou.
O peemedebista disse que rejeitou 31 pedidos de afastamento, acolheu um e ainda tem outros quatro para serem analisados.
Rompido com o Planalto desde que passou a ser investigado na Operação Lava Jato, Cunha afirmou que o governo Dilma enfrenta problemas de sustentação em sua própria base no Congresso.
“O governo conviveu um ano sem maioria, como não a tem hoje. O governo não tem mais de 200 votos na casa. Quando os tem precisa ajuda da oposição”, disse.
O presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse na note desta segunda-feira, em entrevista à TV Câmara, que o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff estará resolvido até março de 2016. Ele disse que o governo da presidente Dilma Rousseff está vivendo um “momento de constestação” e que hoje ele não tem mais do que 200 votos de apoio na Câmara. Cunha afirmou que nunca um presidente foi alvo de tantos pedidos de impeachmet e que “PT e PMDB já deram o que tinham que dar juntos numa aliança”. Ele disse que o presidente da Câmara não pode ser “empregado” do Executivo e avisou que a Casa continuará sendo uma “trava” ao aumento de impostos.
— O ano de 2015 teve uma coisa atípica, que foi a aceitação do pedido de impeachment. E não vamos fechar os olhos, mas isso vai se resolver até março de 2016. Será um ano que terá muitas mudanças. O ano de 2015 não é um ano médio, da política. De tédio, nenhum de vocês morreu esse ano. O debate mais relevante de 2015 é que mudamos o conceito de que a Câmara tem que ser um anexo do Palácio do Planalto. O governo não tem mais do que 200 votos (de 513), não tem a maioria da Câmara; pode ter maioria no Senado. O governo acha que o deputado vai votar por causa de um empreguinho ou um cargo. Continuam na velha política — disse Cunha, no programa “Conversa com o presidente”, acrescentando: — Se depender de mim, o PMDB e o PT já deram o que tinham que dar juntos. O PT queria submissão.
Investigado na Lava-Jato por ter contas no exterior, Cunha procurou demonstrar tranquilidade diante do pedido de seu afastamento do cargo e ainda culpou o PT pelo esquema de corrupção na Petrobras. Ele disse que a Operação da Polícia Federal mostrou que o PT controlava o processo e acrescentou que a “corrupção custa caro” e tornou a Petrobras praticamente “insolvente”.
— A operação Lava-Jato teve o condão de mostrar como um partido se apropriou do poder. A culpa na corrupção da Petrobras é do PT. Um grupo que atua de forma quase criminosa. A corrupção custa caro. A Petrobras ficou praticamente insolvente — disse Cunha.
Pressionado a deixar o cargo, Cunha disse que continuará se defendendo no Conselho de Ética contra o pedido do seu afastamento do cargo, afirmando que não se “contrange” por usar as regras do Regimento Interno para isso. Ele disse que, se necessário, recorrerá novamente ao Supremo Tribunal Federal (STF).
— Não vou me contranger ao exercer meu diretio de defesa por acharem que é manobra. O que não dá é para atropelar o meu direito. E isso não vou permitir. Sou vítima se um processo eminentemente político — disse Cunha, defendendo que seu processo no Conselho tem que voltar à etapada inicial com a escolha de um novo relator.
No caso do Supremo, Cunha disse que ainda não dá para dizer se a Corte interferiu ou não no funcionamento interno da Câmara. Ele disse que só afirmará se houve “interferência ou não depois de o Supremo “clarear” suas decisões sobre o rito de um processo de impeachment na Câmara e no Senado. O STF contestou a eleição secreta realizada na Câmara para a escolha da comissão que analisaria o pedido do processo de impeachment.
Nesta terça-feira, Cunha pretende se reunir com o presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, para tratar do assunto. Ele apresentará recurso ao Supremo, chamado de embargos.
— Não queria dizer que houve uma interferência. Vamos embargar para clarear essa situação — avisou Cunha.
Ele disse que 2015 foi um ano tenso e atípico e disse que o governo Dilma só teria uma recuperação se o cenário econômico mudar. Mas, para Cunha, 2016 será um ano muito difícil na economia. — É um momento de contestação do governo. Se o cenário continuar degradado, o governo vai perder mais credibilidade— disse ele.
Além da turbulência na economia, Cunha disse que as eleições municipais serão “o caos” por causa das decisões sobre proibição de doações, por exemplo. Para ele, o processo foi “judicializado”.
— Para 2016 ,será o caos (as eleições) — disse ele.
Cunha disse que o governo Dilma é incompetente na gestão e distribui cargos. Para ele, ao não cortar despesas, gerou o caos na economia.
— O governo me parece incompetente na gestão e procura distribuição de benesses. E ambos estão dando errado: a gestão e a manipulação política.
Ele disse ser favorável ao parlamentarismo, mas disse que falar nisso nesse momento “cheiraria a golpe”.
Quanto à polêmica sobre a liderança do PMDB na Câmara, Cunha disse que não se pode mudar o líder a cada semana. O líder Leonardo Picciani (PMDB-RJ) conseguiu retomar a vaga numa disputa com o deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG).
— Não gostaria que esse tempo voltasse (de troca de líder toda semana). A melhor maneira talvez seja uma eleição, mas não pode ser uma eleição artificial. Também venci numa disputa apertada. O problema é que, depois que venci, busquei ser porta-voz da bancada. O lider não lidera nada quando não funciona como a voz da maioria — disse ele, numa crítica a Picciani.
O programa durou uma hora, e Cunha foi perguntado sobre seu processo e sobre a questão do impeachment, entre outros assuntos.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha concede entrevista coletiva para rebater respostas dadas pela presidente Dilma Rousseff – Jorge William / Agência O Globo
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse nesta quinta-feira que a presidente Dilma Rousseff mentiu à nação em rede nacional de televisão quando disse que não faria barganha sobre o caso dele no Conselho de Ética. Segundo o presidente da Câmara, Dilma chamou o deputado André Moura (PSC-SE) para propor que deputados do PT votassem a favor de Cunha em troca da aprovação da CPMF. Ele afirmou que antes da decisão da bancada do PT, o ministro Jaques Wagner (Casa Civil) levou Moura ao gabinete de Dilma para que a proposta fosse feita.
— A presidente mentiu à nação no seu pronunciamento. Ontem pela manhã o deputado André Moura esteve com o ministro Jaques Wagner e ele o levou ao gabinete da presidente da República. Ela esteve com Moura barganhando pela CPMF. Me recusei a aceitar. A presidente mentiu, era uma negociação à minha revelia. Foi claramente colocado por ela — acusou Cunha. VEJA VÍDEO DE ACUSAÇÃO EM “O ANTAGONISTA” clicando AQUI
Questionado sobre o fato de Moura ser um dos seus principais aliados, Cunha disse que não é responsável pelos atos de seus simpatizantes. Segundo Cunha, a presidente mentiu a acusá-lo de tentar barganhar. Ele disse que várias propostas de negociação foram feitas pelo governo.
— Só a minha negociação é barganha? Acho engraçado. Esse é um governo habituado a barganhar. Mas comigo (não negociaram), não participo de negociação.
Ontem, os deputados petitas anunciaram que votariam contra Cunha no Conselho de Ética da Câmara. Logo depois, Cunha anunciou que aceitava o pedido de afastamento contra a presidente.
Nesta manhã, a presidente Dilma se reuniu com ministros e o vice-presidente Michel Temer para discutir o impeachment, cujo pedido será lido ainda nesta quinta-feira pelo presidente da Câmara. O encontro com o vice se deu reservadamente e se estendeu por uma longa parte da manhã. Segundo um interlocutor de Dilma, Temer se comprometeu em apoiá-la em sua defesa. Ele também teria dito que defenderá, junto com ela, a legalidade e estabilidade institucional do país. Temer viajou para São Paulo em seguida.
Dilma também se encontrou com os ministros Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) e Jaques Wagner (Casa Civil). Berzoini reúne no Planalto os líderes aliados na Câmara e no Senado. Dilma não participa.
CMO APROVOU CPMF
Na terça-feira, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou a inclusão da CPMF como fonte de receita em 2016 a partir de setembro, com arrecadação líquida (o que o governo pode utilizar) de R$ 10,15 bilhões, já descontado o Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), que será reduzido. A arrecadação bruta será de R$ 12,7 bilhões. O destaque para garantir a CPMF como fonte de receita foi aprovado mesmo com posição contrária do relator de receitas de 2016, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), que excluiu o chamado imposto do cheque do seu parecer oficial, analisado na sessão de terça-feira.
Rapaz ,Dilma com um aliado desse (Temer) dizendo q vai ajuda-la no processo de impeachment tem q ser encarado como uma brincadeira…. todos sabem q ele (Michael) está de olho na cadeira presidencial….
Quanto foi que em promessas de campanha, comprovação e cobrança de situações questionáveis por sua legalidade o PT não mentiu? Não há segredo, são todas declarações públicas.
Pedaladas fiscais, mensalão e petrolão só para começar, que apesar das rejeições e condenações o PT continua negando e mentindo os fatos.
Precisa falar mais?
ÔÔô vendedor de carne enlatada! Tú não quer o numero da minha conta não?? Deposite pra eu, é melhor do que esta prejudicando esse santo do Eduardo Cunha. Olhe aí!! O Homem esta prestes a cair, Já depositando na minha conta não prejudica ninguém. Tenha santa paciência.
Aahhh, então tinha gente vendendo carne enlatada e depositando o dinheiro na conta desse ladrão para prejudicá-lo. Só no Brasil que este tipo de coisa(tentativa de ridicularizar a população) passa como coisa cotidiana
Numa entrevista concedida a um deputado estadual do PSDB de São Paulo, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse na noite desta quinta-feira (22) que vai “cumprir até o último dia” de seu mandato e que aqueles que pedem sua renúncia deveriam avaliar primeiro a situação da presidente Dilma Rousseff (PT).
“A presidente da República foi eleita pela maioria dos votos em segundo turno. Hoje, ela não tem o apoio de um dígito da população e, nem por isso, eu estou cobrando que ela renuncie”, disse Cunha.
Na verdade, a presidente tem, segundo a última pesquisa Datafolha, 8% da população avalia o governo da petista como ótimo e bom. Isso dá a ela, portanto, um dígito de aprovação.
Cunha fez a comparação de sua situação com Dilma ao ser questionado pelo presidente da Alesp, Fernando Capez (PSDB-SP), se pensava em renunciar. O deputado do PMDB concedeu entrevista à TV Legislativa, aproveitando sua passagem pela capital paulista para participar de uma sessão solene na Assembleia.
“A renúncia é um ato unilateral e eu vou cumprir até o último dia do meu mandato”, afirmou Cunha. “Fui eleito com a maioria absoluta dos deputados no primeiro turno, contra o governo e contra a oposição. Então, não são gestos ou movimentos de governo e oposição que vão me constranger”, concluiu.
A oposição voltou a pedir nesta semana o afastamento de Cunha do cargo para que ele possa se defender das acusações de que manteve patrimônio não declarado fora do país e usou dinheiro hospedado em conta na Suíça para pagar despesas pessoais de sua família. Ele também é acusado de receber propina desviada de contratos da Petrobras.
Apesar disso, deputados adversários do governo têm poupado Cunha de críticas públicas. Já integrantes da base aliada têm cobrado a renúncia de Cunha em atos na Câmara.
“Aqueles que acham que eu não deveria continuar, que não devem me apoiar mais mais, não tem problema, é o direito de cada um. Mas fui eleito pela maioria absoluta dos votos em primeiro turno”, rebateu Cunha.
O deputado voltou a dizer que é alvo da divulgação “seletiva” de denúncias, numa ação coordenada para desgastá-lo. Ele chegou a dizer que, nos bastidores, brincam que não existe a Lava Jato. “Existe a Lava Cunha.”
Esse Deputado que se diz evangélico é uma vergonha mesmo, não?
Enquanto as provas brotam em profusão com o famoso "batom na cueca" do falso Pastor apoiado por Silas Malafaia e Sherezzade, e ungido por Lobão, José Agripino, Aécio Neves, e Cunha Lima, nenhum fato concreto sequer se , aproximou da Presidente Dilma. E ele quer nos fazer pensar que a sua situação é semelhante?
Deve ser maluco ou muito esperto querendo desviar o foco!!!
INOCENTE????
Um dia depois de a presidente Dilma Rousseff (PT) dizer lamentar que o escândalo das contas secretas na Suíça atribuídas ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), envolva “um brasileiro”, Cunha rebateu na nesta segunda-feira (19) as declarações da petista usando a mesma frase. “Eu lamento que seja com um governo brasileiro o maior escândalo de corrupção do mundo”, disse Cunha em entrevista coletiva.
No último domingo (18), Dilma disse lamentar que as denúncias de que Cunha mantenha contas secretas na Suíça envolvam um cidadão brasileiro. “Eu lamento que seja um brasileiro”, disse na viagem à Suécia.
Na última semana, Cunha foi alvo de mais uma denúncia feita pela PGR (Procuradoria Geral da República), desta vez pelas suspeitas de que ele e integrantes de sua família mantinham contas secretas na Suíça. Segundo a PGR, há suspeitas de que as contas eram abastecidas com recursos provenientes do pagamento de propinas do esquema investigado pela operação Lava Jato. Além de Cunha, foram denunciadas a mulher dele, a jornalista Cláudia Cruz e sua filha Danielle Cunha.
Questionado por jornalistas nesta segunda-feira sobre se ele se sentia à vontade para continuar no comando da Câmara mesmo depois das revelações de que ele e integrantes de sua família mantinham contas na Suíça, Cunha disse não se sentir incomodado. “Não tenho nenhum problema”, disse. Ao falar sobre uma eventual renúncia, Cunha voltou a dizer que vai não pretende se afastar do cargo. “Jamais. Não há essa possibilidade”, afirmou.
Em agosto, Cunha já havia sido denunciado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, também por seu suposto envolvimento no esquema da Lava Jato. Cunha nega ter contas no exterior e ter recebido “vantagens indevidas”.
As declarações de Dilma Rousseff foram vistas como uma manifestação de que o Planalto quer se afastar de Cunha enquanto ele sofre um processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Câmara. O presidente da Câmara é suspeito de ter mentido durante seu depoimento à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras em março, quando disse que não tinha contas no exterior.
Nos últimos dias, no entanto, Cunha se encontrou com integrantes do governo, entre eles o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, no que foi visto como uma tentativa de o governo se aproximar de Cunha para evitar que ele dê início a um eventual processo de impeachment contra Dilma.
Esta não é a primeira vez que Cunha ataca o governo desde que ele se transformou num dos principais alvos da operação Lava Jato. Em julho, quando vieram à tona os depoimentos do lobista Júlio Camargo, que disse ter pago US$ 5 milhões em propinas a Cunha referentes ao fretamento de navios-sonda para a Petrobras, o parlamentar anunciou seu rompimento com o governo e disse estar sendo alvo de uma “perseguição” feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que seria orquestrada junto ao Planalto.
Nos últimos dias, Cunha reforçou os ataques feitos à PGR alegando que as informações sobre os seus processos estariam sendo alvo de “vazamentos seletivos” e que a divulgação sobre suas supostas contas bancárias no exterior seriam uma tentativa de “desqualificar” sua decisão sobre os pedidos de impeachment que tramitam na Câmara contra a presidente Dilma.
Esse Cunha ainda está com esse discurso de perseguição do governo? Na mente doentia desse homem as autoridades suiças estão em conluio com Dilma? kkkkkkkk! O melhor que ele faz e passear por Brasília com o Porsche Cayenne que ele "ganhou de Jesus" para espairecer enquanto não vai para a jaula! Agora não é mais segredo!
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou na manhã desta quinta-feira (24) que Dilma Rousseff não irá resolver seu problema com o Congresso distribuindo ministérios ao PMDB.
Em meio à crise política e econômica e sob ameaça de um processo de impeachment no Congresso, a presidente da República está oferecendo pastas às bancadas do partido na Câmara e no Senado, entre elas a da Saúde.
“Eu continuo defendendo que o PMDB saia do governo, que não ocupe cargos. Da minha parte eu simplesmente ignoro o que está acontecendo com a reforma, não tenho ingerência e nem quero ter. (…) Essa tentativa de reintroduzir o PMDB no projeto, uma tentativa através de cargos públicos, não é a melhor forma de fazer. Mais ocupação de cargos ou menos ocupação de cargos jamais vai resolver as divergências de base que existiam”, disse Cunha.
O peemedebista está rompido com o governo sob o argumento de que o Planalto está por trás das acusações que pesam contra ele no esquema de corrupção da Petrobras. Cunha foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República -instância máxima do Ministério Público Federal, sem ligação com nenhum dos três Poderes- sob a acusação, entre outras, de receber US$ 5 milhões de desvio de recursos da Petrobras.
Apesar do rompimento, Cunha tem se reaproximado do Planalto e vem conversando frequentemente com Dilma. Dois dos principais cotados para ocupar a Saúde e Infraestrutura são deputados muito próximos a ele: Manoel Júnior (PMDB-PB) e Celso Pansera (PMDB-RJ), respectivamente.
Durante evento da Câmara no setor que concentra parte dos apartamentos funcionais da Casa, na Asa Norte (região central de Brasília), Cunha foi questionado se acha que Dilma deixará o cargo. “Não tenho a irresponsabilidade de fazer opiniões com uma coisa tão grave como essa”, respondeu.
Vou pagar pra ver, se depois das nomeações nos Ministérios o PMDB vai ficar cheio de desculpas e calado, fazendo de conta que o país vai muito bem obrigado.
Uma coisa será positiva, a CULPA pela situação catastrófica do Brasil ficará dividida entre o PT (80%) e o PMDB (20%). As eleições vem por aí e o voto vai mostrar a satisfação do povo com o desemprego e a inflação.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse nesta segunda-feira, durante entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, que o escândalo de corrupção na Petrobras começou no governo de Fernando Henrique (1995-1998), que teria aberto “a porteira da corrupção ao ignorar a lei de licitação nº 8.666”, que teria facilitado a formação de cartel na petrolífera.
— A Petrobras passou a obedecer a um regulamento próprio, que permitia a licitação por carta-convite por empresas cadastradas previamente na própria Petrobras. É claro que é uma desculpa até palatável, pois a Petrobras precisa competir no mercado internacional, mas ao mesmo tempo abriu a porteira para a corrupção, pois o diretor podia escolher quem ele convidava e permitir que as empresas combinassem a quem se beneficiava, as empresas podiam combinar o seu preço — falou Cunha.
No primeiro mandato de Fernando Henrique, em 1988, foi publicado o decreto 2.745, que regulamentou o regime diferenciado simplificado de contratações da Petrobras.
O parlamentar negou ainda que seja adversário do Partido dos Trabalhadores (PT), mas disse que o partido o escolheu como adversário.
— O PT me escolheu como adversário, não fui eu que escolhi o PT como adversário. Também não escolhi a presidente Dilma como adversária. Estamos no meio de uma crise política e temos que resolver uma crise política — disse. Sobre o PT no poder, Cunha disparou:
— Eles fazem tudo aquilo que eles pensavam que nós fazíamos.
Cunha declarou ainda que é necessário que a presidente reveja o atual tipo de coalizão feita com os demais partidos para que manter a governabilidade.
— É preciso que ela retome a agenda do país e retome a coalizão. Eu falei coalizão, e não cooptação, mostrando para a sociedade o que precisa fazer no ajuste fiscal, o que tem hoje que vai trazer de benefícios depois.
COOPERAÇÃO DE LULA
O atual presidente da Câmara também manifestou ser favorável a que o ex-presidente Lula participe de reuniões com Dilma para “cooperar” com o governo.
— O Lula é que é o grande líder do processo político que colocou o PT no poder. O Lula é um animal político de envergadura, de visão extraordinária. Eu não vejo nada demais. Acho até que ele poderia ter ajudado mais — declarou.
Ele também defendeu o fim do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para bacharéis de direito, obrigatório para o exercício da profissão de advogado no país. Cunha reforçou ainda que é “radicalmente” contra o aborto e considera a interrupção da gravidez um “crime hediondo”.
Durante entrevista ao jornalista Mário Sérgio Conti no programa “Diálogos”, da Globo News, que será veiculado na próxima quinta-feira, Cunha rejeitou a ideia de um impeachment da presidente Dilma.
— Discussão de processo de impeachment, neste momento, com as circunstâncias que estão colocadas, beira a ilegalidade, a inconstitucionalidade, para não dizer o golpismo. Ela foi eleita legitimamente. Não há o que contestar. Se aqueles que votaram nela se arrependeram do voto, vão ter esperar quatro anos para consertar. Ela tem todo o direito de governar — argumentou.
No entanto, ao mesmo tempo em que defendeu o direito da presidente de cumprir o segundo mandato até o fim, Cunha afirmou que ela não soube perceber que não obteve “hegemonia” na disputa pela reeleição.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), chamou de “desastrosa” a reação do governo às manifestações contra a administração da presidente Dilma Rousseff neste domingo (15).
Questionado nesta segunda (16) sobre a atuação dos ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Miguel Rossetto (Secretaria-Geral), Cunha foi rápido: “um desastre”, disse, em alusão ao pronunciamento dos ministros na noite de domingo em resposta aos protestos.
Cardozo e Rossetto avaliaram, em nome do governo, as manifestações como “democráticas” e “longe de golpismos”. Como resposta aos atos, anunciaram que o Planalto encaminhará nos próximos dias ao Congresso propostas antigas de campanha para o combate à corrupção e à impunidade.
Sem dar detalhes e indicar um prazo específico, o ministro indicou que um dos principais pontos será o fim do financiamento privado de campanhas eleitorais. A proposta não tem consenso no Congresso e deve enfrentar resistências, como do PMDB -partido do presidente da Câmara.
O PT é o partido que defende com mais ênfase a medida.
Cunha disse que não é com sectarismo que se responde aos movimentos de rua. Em entrevistas, ele minimizou o argumento de que a reforma política seria a saída para a crise.
“Não vi ninguém na rua protestando pela reforma política. O protesto foi pela reforma do governo.”
Cunha se reuniu com empresários na Fiesp e foi aplaudido ao repetir uma máxima de sua campanha para a presidência da Câmara: “O PT não tem amigos. Tem servos”, afirmou.
A dele ao dizer que ia arquivar todos os pedidos de impeachment foi pior ainda. Todos estes que comandam e apoiam esta podridão que tomou conta do Brasil um dia pagarão pelas suas iniquidades.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), defendeu nesta quinta-feira (26) o pagamento de passagens aéreas para cônjuges dos parlamentares, mas afirmou que o benefício não será válido para “namoradas”.
Segundo ele, será seguido o critério do Ministério das Relações Exteriores, que exige registro do cônjuge. Cunha não detalhou como será essa exigência. Após receber críticas de alguns deputados, ele afirmou que “ninguém é obrigado a usar” o benefício e que 80% não devem fazê-lo.
“Veja bem, a gente adotou o mesmo critério para concessão de passaporte diplomático. [A relação] tem que ser registrada em cartório. Não tem esse negócio de namorada, não existe isso”, disse.
O ato assinado pelo comando da Câmara afirma que as passagens poderão ser utilizadas pelo “cônjuge ou companheiro” do parlamentar. Na contramão das discussões para reduzir os gastos públicos, o comando da Câmara aprovou nesta quarta-feira (25) um pacote de reajuste para os benefícios dos deputados que terá um impacto anual de R$ 150,3 milhões nos cofres da Casa.
Foram reajustadas as três verbas a que os deputados têm direito: a de gabinete, que serve à contratação de servidores; o chamado “cotão” para gastos com a atividade parlamentar (telefone, passagem, consultoria, transporte, entre outras); e o auxílio-moradia pago para congressistas que não utilizam apartamentos funcionais.
Em 2009, a Câmara restringiu o uso dos bilhetes aos deputados e assessores, depois do episódio que ficou conhecido como “farra das passagens”, quando deputados usaram dinheiro público para custear viagens de familiares, assessores e cabos eleitorais para destinos nacionais e internacionais.
Cunha negou retrocesso. “Existia até 2009 um procedimento que era muito mais amplo. Dentro da cota, poderia dar passagem para filho, filha, até para cabo eleitoral, não era só a esposa. A gente está entendendo agora que tudo foi exagerado porque houve mau uso. Retornamos apenas o destino Estado-Brasília para o cônjuge, não estamos inventando coisa nova”, justificou.
CRÍTICAS
Os líderes na Câmara do PPS, Rubens Bueno, e do PSOL, Chico Alencar, criticaram a medida e disseram que vão abrir mão do benefício. O PPS inclusive decidiu que nenhum dos dez parlamentares vai utilizar a passagem.
“Essa generosidade para o cônjuge é um retrocesso. Com a remuneração que a gente ganha, ou até com as milhagens, o cônjuge pode viajar”, disse Alencar.
Os líderes partidários solicitaram ao presidente que, na próxima vez que medidas do tipo forem discutidas, sejam consultadas as lideranças. A decisão de extensão aos cônjuges havia sido tomada pela mesa diretora da Casa.
Um pais que esta em crise por culpa da corrupção destes ladrões do colarinho branco, agora vamos bancar viagens e outros mais destes corruptos, pega este dinheiro e vamos investir na saúde, segurança publica que esta precária precisando de reforma no código penal, onde a marginalidade esta tomando conta do pais, penas mais severa e a menoridade penal, é isso que o povo que ouvir e não mais desfalque nos cofre públicos.
Escrevi email para o deputado Eduardo Cunha-Pmdb-RJ.
Acredito que ele não lerá, mas seu assessor terá o prazer de ler.
É extremamente vergonhoso essas casas legislativas: É cota p tudo. Isso é vergonhoso.
Mas, o pior de tudo é o eleitor. Sim, nós que votamos. Embora procure candidatos sérios e comprometidos com as causas que acredito, tenho que incluir-me na camada dos eleitores, pois sou um.
Francamente, como podemos eleger todos esses deputados federais aqui do RN.
Nenhum, nenhum, merece está lá.
Todos farinha do mesmo saco e com o gosto de poder.
Eu digo e repito, o nosso problema não é Dilma, não é Lula ou FHC.
O PROBLEMA CHAMA-SE DEPUTADOS E SENADORES, ESSES SIM, QUERENDO DINHEIRO A TODO CUSTO.
PERCEBAM: os envolvidos nos escândalos sempre, sempre estão nessas casas.
Aqui no RN está explodindo a bomba na AL.
Na Petrobrás, sem tem um dedo do deputado tal, pois indicou fulano de tal.
O povo deveria dizer sobre tal assunto, consulta popular.
Em tantos anos de congresso, só serviu p encher os bolsos de quem por lá passou.
E o nosso, ÓH!, fumo entrando.
A negociação do SILÊNCIO de Cunha foi manter a Filha solta e inocentar a Mulher dele.
Moro já fez a parte dele e quase nem achava a casa dele para citá-lo.
A mulher de cunha já foi inocentada pelo herói dos coxinhas, e a filhinha do Cunha nem foi incomodada, seguindo esbanjando e ostentando nas redes sociais.
E os otários acreditando que a república de Cu ritiba é isenta…
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ESTÀ CHEGANDO A OPERAÇÂO SURUBA_ORDEM DO MINISTRO CAJÙ
O que tem demais nessa defesa e declaração? A palavra de Eduardo Cunha não tem valor nenhum.
Depois da delação de Joesley só a palavra dele tem peso e crédito no MPF e no STF, o resto não passa de esperneio da oposição.
Joesley o DONO DO BRASIL!!! Graças ao PT e os TRILHÕES liberados a empresa de 2003 a 2012