Política

‘Não indiquei um alfinete’ para o governo Temer, diz Eduardo Cunha

Por interino

Um dia depois da confirmação do aliado André Moura (PSC-SE) como líder do governo na Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) afirmou na tarde desta quinta-feira (19) não ter indicado “um alfinete” para a gestão do correligionário Michel Temer (PMDB).

Contrariando afirmação de aliados de que continua ativo nos bastidores políticos, incluindo cobranças a Temer para contemplar aliados, Cunha demonstrou indignação em relação a isso em seu depoimento no Conselho de Ética. Entretanto, afirmou que se tivesse indicado alguém não estaria cometendo nenhum delito.

“Não tem um alfinete indicado nesse governo por Eduardo Cunha”, afirmou o peemedebista, em resposta a Alessandro Molon (Rede-RJ), que listou aliados seus em postos de destaque na gestão de Temer.

“E se tivesse indicado, não teria nenhum delito nisso, não estou suspenso pelo STF de falar com as pessoas ou de exercer minha militância partidária”, afirmou o presidente da Câmara afastado.

Além de Moura, Cunha atuou para indicar pessoas de suas relações em pastas do governo Temer. Ao Conselho de Ética, ele disse que essas pessoas também têm relação com Temer, algumas mais antigas com o presidente interino do que com ele.

Em seu depoimento, Cunha disse também que se sente “injustiçado” pelo seu afastamento e que a decisão do Supremo Tribunal Federal possui “algum tipo de objetivo” oculto.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Eu acredito!!!
    Aproveito a oportunidade para dizer q tb acredito em:
    Papai Noel,
    Duendes,
    que vossa excelência não tem contas na Suíça,

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Política

PMDB é ‘porto seguro’ em meio a tempestade representada pela crise política, diz Eduardo Cunha

Um dia depois da saída do PMDB do governo, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse, em sessão no plenário na manhã desta quarta-feira (30), que seu partido é “um porto seguro” em meio à “tempestade” representada pela crise política, e que a sigla tem uma “tradição a honrar”.

“Diante da tempestade, o PMDB se mostra, como sempre se mostrou, um porto seguro”, disse Cunha, na sessão que homenageou os 50 anos de fundação do Movimento Democrático Brasileiro, que deu origem ao PMDB.

O presidente da Câmara afirmou que a origem do PMDB é a mesma origem “de praticamente todos os partidos que fazem hoje parte do campo democrático”. “Temos uma tradição a honrar. A luta é a marca dessa tradição.”

Na terça (29), em reunião que durou três minutos, com a participação de Cunha, o PMDB deixou oficialmente o governo, após 13 anos de aliança e aos gritos de “Fora PT”.

Ainda falando sobre a crise política, Cunha disse que, ao final, deverão “preponderar as reações mais equilibradas”, com “melhores alternativas de solução”.

Outros deputados do PMDB também discursaram. Eliseu Padilha (PMDB-RS), vice-presidente do PMDB, disse que, com a decisão de terça, o partido respondeu “à ânsia da base partidária” e “pavimentou a estrada” para o partido chegar “em alta velocidade a 2018”.

“De dez peemedebistas, 11 querem a candidatura própria, um projeto próprio para o país, correspondente ao tamanho do partido”, afirmou Padilha. “Não podemos abrir mão do protagonismo nacional.”

Folha Press

Opinião dos leitores

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Política

Pedidos de impeachment de Dilma serão arquivados, diz Eduardo Cunha

dilma dilma2 dilma3Estadão

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,cunha-diz-que-vai-arquivar-pedidos-de-impeachment-contra-dilma,1651816

Opinião dos leitores

  1. Ele ainda disse que o impedimento da presidente é uma situação que "beira o ilegal e o inconstitucional"!!!!!!!!!! Então ser constitucional é estar envolvido com falcatruas!, com tudo que fere nossa constituição!!! Compactuar com uma corja de bandidos engravatados que criam leis onde até a polícia federal tem que estar submissos?!?!? É pessoal como essas que devem sair e jamais voltar a colocar os pés dentro do congresso.

  2. Gia esse nome leva um animal não muito bonito.
    Ridículo é ver o MST invadir laboratório de pesquisa e destruir tudo.
    Ridículo é deixar a corrupção tomar conta de tudo.
    Ridículo é fazer uma campanha e os pronunciamentos baseados em mentiras.
    Ridículo é fazer manifestações pagando para levar as pessoas as ruas.
    Ridículo é querer jogar uma classe social contra a outra.
    Ridículo é afundar a petrobras e fazer movimento em apoio a ela.

  3. Ridiculo sair com panela na rua que horrivel isso para mim e pessoas de baixa categoria que faz uma coisa assim. Ridiculos

  4. Será que acharam o preço de Eduardo? Ou vão fazer o PT sangrar até a última hora?
    O descontrole é total, na corrupção, na inflação, na administração, na política, na responsabilidade, na vergonha, enfim, temos um país onde o governo só mente e fala de uma vida que não existe. Falta o quê? Collor saiu por 10% do que passamos hoje.
    Sem contar no exército de Stedile que o ex presidente convoca, deixando claro que prefere a baderna, a desordem pública a sair do governo. Fala o quê?

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Diversos

'Vou pôr para votar o Orçamento impositivo', diz Eduardo Cunha, contrariando governo

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), considera página virada a disputa que travou com o PT e o Planalto ao longo do processo de eleição para comandar a Mesa Diretora da Casa, mas declarou que vai colocar em votação hoje o Orçamento impositivo – uma pauta sem adesão do governo.

Depois da acirrada disputa pela presidência da Câmara, o senhor acha que o PMDB e o PT devem continuar como parceiros na próxima eleição presidencial?

Isso é uma coisa partidária. Eu, como presidente da Câmara, não posso falar sobre isso. Seria passar por cima da posição partidária. Isso é uma coisa que o partido vai ter que responder no seu devido tempo e na sua devida forma.

Mas o governo trabalhou na campanha do Arlindo Chinaglia (PT-SP). No discurso, o senhor citou essa interferência.

Eu fui muito claro quando me perguntaram sobre isso. E a Casa já respondeu.

Na avaliação do senhor, onde o governo errou ao interferir no processo da disputa pela presidência da Câmara?

Errado é a interferência de um poder no outro. Eu reclamei.

Ficarão sequelas da eleição?

Eu tenho que tratar das questões que cabem ao presidente do Poder. Eu não vou passar no exercício da presidência da Câmara qualquer tipo de resquício que seja gerado pela disputa. E agora o que houver de sequela já é problema partidário.

Qual é o primeiro passo de sua pauta de votação na Câmara?

Amanhã (hoje), nós vamos votar o Orçamento impositivo. Vou pôr para votar. Se houver acordo, vai votar.

Não é o primeiro confronto? O governo não quer essa votação.

O texto da emenda constitucional que será votado foi aprovado pelo governo. Não teve contestação. Pode votar com tranquilidade. Se não der, cada um vota do que jeito que lhe convier.

Como o senhor viu a inferência do governo para fortalecer, por exemplo, o PSD do ministro Gilberto Kassab em prejuízo do PMDB?

Eu não falo pelo PMDB. Quem tem que falar é o Michel Temer (vice-presidente da República e presidente do PMDB).

A presidente Dilma Rousseff ligou para o senhor na segunda-feira. Foi um sinal de início do diálogo do Planalto com o senhor?

Ela ligou para me cumprimentar. Só isso.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte: Estadão Conteúdo

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