Em reportagem publicada nesta quinta-feira (19), o jornal americano “The New York Times” diz que a mídia brasileira não se preocupa com as favelas do país.
O diário traz relatos de violência feitos pelos moradores do Complexo do Alemão, no Rio. Segundo a reportagem, tiroteios policiais no Alemão são comuns e praticamente não são divulgados.
“Quatro ou cinco corpos aparecem, seis corpos, talvez faça a notícia. Um corpo? Nunca. A mídia não se importa com o que acontece aqui. Eles prefiro não pensar nisso”, diz um dos moradores da comunidade, identificado apenas como Raul.
O morador e outros amigos criaram uma mídia coletiva chamada “Papo Reto”, onde relatam os casos de violência ocorridos na favela. Os relatos são, principalmente, da violência cometida por policiais e os toques de recolher impostos pelos traficantes. Munidos de celulares, os integrantes fazem fotos e vídeos e colocam nas redes sociais para divulgar os casos de violência.
“Nenhum repórter de jornal ou televisão poria os pés em Alemão para que pudessem relatar as notícias das favelas”, diz a reportagem.
A reportagem questiona se as mídias alternativas não seriam uma opção para trazer justiça para as favelas brasileiras. Os posts divulgados pelo coletivo de comunicação chamaram à atenção de uma cineasta brasileira que vive em Nova York. Ela, ainda segundo o NYT, ajudou o grupo a ingressar em uma organização de direitos humanos que ajuda a formar e apoiar jornalistas amadores pelo mundo.
Parece que o comentarista anterior ainda está sob efeito de algum alucinógeno. Nunca li tanta besteira sem sentido e conexão em tão pouco espaço.
Só faltou fazer a ligação entre a descoberta da América, a escravidão nas empresas chinesas, o tsunami no Japão e a falência da Grécia, tudo, como sabemos, por culpa de Aécio Neves, claro.
A Imprensa familiar se cala e 8,7 mil brasileiros cometem crime de sonegação com a cumplicidade do HSBC.
É assim que se luta contra a Corrupção?
Hipocrisia SELETIVA!
Esse é o diagnóstico vindo da CASA GRANDE e dos SENHORES DE ENGENHO.
A discriminação e a falsa moral sempre esteve a serviço, do lado dos Coronéis do Leite(Mineiros) e Barões do Café (Paulistas) em suas capitanias hereditárias.
As Instituições (polícia, Justiça e Imprensa) sempre foram seus braços longos na dominação e exploração dos Pobres, Pretos e Prostitutas, que só servem para servi-los subservientes, submissos, cabisbaixos, humilhados e com medo do tronco e do chicote dos "Capitães do Mato" a soldo.
O pagamento de propinas no Brasil e no México pode afetar nos Estados Unidos uma fusão de US$ 13,3 bilhões entre duas empresas de equipamentos médicos, de acordo com o jornal The New York Times, que obteve documentos confidenciais das denúncias. Uma das companhias, a Biomet, é acusada de pagar propinas a médicos que trabalham para o governo brasileiro para conseguir vender equipamentos.
No caso do Brasil, a denúncia foi feita por um delator anônimo por correio eletrônico. A legislação dos EUA favorece denúncias de corrupção em empresas e premia o investidor com parte da multa que a companhia tem que pagar para a Justiça.
Em abril, a norte-americana Zimmer Holdings anunciou a compra da sua rival Biomet, em um negócio de US$ 13,3 bilhões. As duas empresas fornecem equipamentos ortopédicos, cirúrgicos e odontológicos e têm sede no Estado de Indiana, nos EUA. “Os rumos da fusão agora dependem em parte do resultado das investigações”, afirma o Times, destacando que a Biomet é investigada pelo Departamento de Justiça e pela Securities and Exchange Commission (SEC, que regula o mercado de capitais norte-americano).
A multa a ser paga pela Biomet, destaca o jornal dos EUA, pode afetar o valor do negócio. O Times lembra que o Departamento de Justiça anunciou nesta segunda-feira, 22, o maior acordo já feito envolvendo corrupção no exterior, o da francesa Alstom, que concordou em pagar US$ 772 milhões para resolver uma investigação de pagamento de propinas e subornos em vários países.
A Biomet já havia sido alvo de investigação pela Justiça dos EUA por um outro caso de pagamento de propina, em 2012, também envolvendo o Brasil. Distribuidores da empresa foram acusados de pagar médicos do governo para que os órgãos públicos de saúde comprassem equipamentos da empresa.
Na ocasião, a Biomet cancelou os contratos com os distribuidores. Em outubro de 2013, de acordo com o Times, uma denúncia anômica chegou aos EUA afirmando que o esquema continuava com outros distribuidores. No México, a acusação é de suborno de oficiais da alfândega para agilizar a importação de produtos.
A Biomet pertence a um grupo de investidores privados que inclui os fundos de private equity Blackstone Group, Kohlberg Kravis Roberts (KKR) e TPG Capital. Na época do anúncio do negócio, a previsão era de que a operação entre as duas empresas fosse concluída no primeiro trimestre de 2015.
Os juros praticados no Brasil fariam um agiota americano sentir vergonha. Os cartões de crédito cobram mais de 240% ao ano. Empréstimos bancários ultrapassam os 100%. Para um número cada vez maior de consumidores que precisam de dinheiro, a loja de penhores é a melhor opção.
Quando a dona de casa Ângela Pereira, de São Paulo, precisou de dinheiro extra para comprar o material escolar da filha, ela penhorou uma corrente de ouro para receber R$ 530. Ajustando para a alta inflação do país, ela pagará juros de apenas cerca de 19%, um pouco mais do que o americano comum costuma pagar no cartão de crédito. ”É acessível e barato”, disse ela.
O crescente sucesso das lojas de penhores é o mais recente sinal de que a orgia de endividamento dos consumidores do país pode estar chegando ao limite.
O inchaço da classe média brasileira – e dos seus hábitos de consumo – ajudou a alimentar a economia em geral durante anos. Mas o crescimento está desacelerando, e os consumidores lutam para pagar suas contas.
A economia enfraquecida foi um ponto inflamável na recente eleição, vencida por pequena margem pela atual presidente Dilma Rousseff no segundo turno.
O banco central elevou os juros novamente, na tentativa de combater a inflação. Mas isso pode pesar no crescimento e complicar ainda mais o panorama do endividamento do consumidor.
Embora ainda representem uma parcela relativamente pequena do setor de crédito, as lojas de penhores têm prosperado, mesmo num momento em que outros tipos de empréstimo parecem pouco atrativos. Alguns brasileiros, mesmo aqueles firmemente instalados na classe média, estão usando as lojas de penhores para quitar as dívidas do cartão de crédito, cobrir despesas inesperadas ou simplesmente acessar uma linha de crédito mais barata.
Getúlio. Diferentemente do que ocorre nos Estados Unidos, as lojas de penhores brasileiras são regulamentadas no nível nacional. Em vez de atuarem independentemente e definirem seus próprios juros e regras, as lojas de penhores são operadas pela Caixa Econômica Federal, de propriedade do governo.
A rigorosa supervisão é legado da presidência de Getúlio Vargas, que tomou o poder nos anos 1930 durante um golpe militar e demonstrava simpatia pelo fascismo europeu. Mas ele também apresentou reformas progressistas, incluindo a jornada de trabalho de 8 horas diárias. Como parte de sua tentativa de baixar os juros, ele aboliu as lojas de penhores particulares em 1934, conferindo o monopólio do setor à Caixa.
Como ocorre com qualquer outro banco, as agências da Caixa têm fileiras de caixas eletrônicos; atendentes para a abertura de contas, solicitações de crédito e hipotecas; e caixas que recebem depósitos e fazem saques. Mas, em 463 das agências da Caixa, há uma fileira de caixas com balanças e ferramentas de joalheiro para pesar e testar metais preciosos, joias e relógios de luxo.
Após a inspeção, o caixa oferece um empréstimo imediatamente, em geral com valor equivalente a 85% do item penhorado. O caixa não faz perguntas sobre o emprego, a renda ou o histórico de crédito do solicitante – basta nome, endereço e cadastro de pessoa física.
O superintendente nacional da Caixa para finanças do consumidor, João Régis Magalhães, disse ser apenas lógico que as lojas de penhores oferecessem juros mais baixos do que outros tipos de crédito: “a operação é simples, incorrendo em poucos custos, e o risco é muito baixo, porque temos uma garantia de retorno do dinheiro”.
O crescimento do crédito oferecido pelas lojas de penhores segue em certos aspectos o boom geral no endividamento dos lares. De junho de 2004 a junho de 2014, o crédito ao consumidor brasileiro aumentou 658%, chegando a US$ 297 bilhões, de acordo com a Associação Nacional de Executivos das Finanças, Administração e Contabilidade. O portfólio de empréstimos oferecidos por penhoras pela Caixa mais do que dobrou nos quatro anos mais recentes, chegando a US$ 670 milhões, com 1,3 milhão de empréstimos em aberto.
As consequências negativas da orgia de crédito foram mais dolorosas em outros tipos de empréstimo. O Banco Central informa que 6,7% dos empréstimos bancários pessoais e 26,3% das contas de cartão de crédito estão em situação de inadimplência. Em comparação, a Caixa disse que apenas 0,6% dos clientes que penhoraram seus bens deixaram de pagar em dia.
Enquanto outras formas de crédito tiveram desaceleração, os empréstimos por penhora continuam a crescer rapidamente. A Caixa planeja dobrar o número de agências que oferecem esse tipo de empréstimo até o final de 2015.
Marianne Hanson, economista da Confederação Nacional do Comércio, disse que muitos lares de baixa renda para os quais o crédito era uma novidade anos atrás “estão agora aprendendo como funcionam os juros e, com isso, procuram a alternativa mais barata”.
O crédito que exige alguma forma de garantia colateral, como a penhora, se encaixa nessa descrição, disse ela. E até os lares de classe média estão procurando as lojas de penhores para romper o ciclo do endividamento.
No início da década, a coordenadora de eventos Arianna França, que trabalha para o judiciário do Estado de São Paulo, enfrentou uma emergência médica. O seguro de saúde do pai não cobriu todos os procedimentos necessários para tratar do câncer dele.
Como servidora civil, Arianna tinha a opção de recorrer ao chamado crédito consignado. Nos empréstimos desse tipo, o empregador do devedor desconta automaticamente do salário a quantia devida a cada mês, e os juros são semelhante aos de uma penhora.
Mas, como muitos outros servidores civis e pensionistas, Arianne já estava gastando mais de 30% da renda no pagamento de empréstimos consignados – o limite permitido pela lei.
“Há tanto crédito disponível que a pessoa simplesmente compra mais e mais. Isso pode se tornar um problema”, disse ela.
Seus cartões de crédito também chegaram rapidamente ao limite. Com frequência, o pagamento mínimo mensal exigido para os cartões de crédito no Brasil não basta para impedir que a dívida aumente.
Assim, dois anos atrás, ela penhorou as joias e conseguiu R$ 40 mil para pagar os cartões de crédito. Os juros são baixos o bastante para que ela possa pagar o principal da dívida, e as joias devem voltar ao seu poder no ano que vem.
Embora possam proporcionar recursos muito necessários, as penhoras também trazem riscos.
Vício. Faz anos que a terapeuta holística Valéria Ferraz, de São Paulo, penhora as joias para ajudar a pagar as contas quando os negócios vão mal, recuperando-as quando os clientes retornam.
“A dinâmica se torna viciante”, disse ela. “É tão fácil obter dinheiro extra que às vezes faço isso mesmo sem precisar de verdade.” Valéria admitiu ter perdido um anel de ouro com diamantes certa vez por não ter pago em dia os juros da penhora.
Quando um cliente se torna inadimplente, a Caixa exibe o item penhorado em sua página da internet. Os interessados podem dar lances usando os caixas eletrônicos do banco. Se o valor captado no leilão for superior à dívida do cliente, este recebe a diferença.
Mas, como a Caixa avalia as joias apenas com base na matéria prima, sem levar em consideração o trabalho de ourivesaria, o preço de leilão raramente reflete o verdadeiro valor das peças.
O presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros, Reinaldo Domingos, disse que as lojas de penhoras podem ser menos caras que outras opções, mas não são baratas.
“Para muitos, a bola de neve não para de crescer”, disse ele. Mas, para aqueles que mantêm sob controle os empréstimos e dívidas, as penhoras podem substituir o cartão de crédito e seus altos juros.
A assistente administrativa Carmelita Valente, de São Paulo, hoje aposentada, penhorou anéis, colares, um pingente e brincos para ajudar a pagar as despesas do lar após a morte do marido, em 1992. Desde então, Carmelita nunca se tornou inadimplente. Mas não conseguiu recuperar os bens penhorados. Em vez disso, faz 22 anos que ela usa a penhora como linha de crédito.
Com base no valor de seus itens, a Caixa permite que ela tome emprestados até R$ 4 mil, mas raramente ela precisa de tanto. ”Juntei algum dinheiro meses atrás e quitei R$ 1.200. Mas, no mês passado, tomei emprestados R$ 600 para pagar por consertos na casa. Tudo depende de minhas necessidades do mês”, disse Carmelita. Atualmente, ela deve R$ 2.300,00.
A aposentada sabe que o melhor seria não tomar empréstimo nenhum. ”Minha filha sempre diz que estou apenas sustentando o banco”, conta ela. Mas, com a renda mensal, ela não consegue poupar para arcar com despesas inesperadas.
Parece que o comentarista anterior ainda está sob efeito de algum alucinógeno. Nunca li tanta besteira sem sentido e conexão em tão pouco espaço.
Só faltou fazer a ligação entre a descoberta da América, a escravidão nas empresas chinesas, o tsunami no Japão e a falência da Grécia, tudo, como sabemos, por culpa de Aécio Neves, claro.
A Imprensa familiar se cala e 8,7 mil brasileiros cometem crime de sonegação com a cumplicidade do HSBC.
É assim que se luta contra a Corrupção?
Hipocrisia SELETIVA!
Esse é o diagnóstico vindo da CASA GRANDE e dos SENHORES DE ENGENHO.
A discriminação e a falsa moral sempre esteve a serviço, do lado dos Coronéis do Leite(Mineiros) e Barões do Café (Paulistas) em suas capitanias hereditárias.
As Instituições (polícia, Justiça e Imprensa) sempre foram seus braços longos na dominação e exploração dos Pobres, Pretos e Prostitutas, que só servem para servi-los subservientes, submissos, cabisbaixos, humilhados e com medo do tronco e do chicote dos "Capitães do Mato" a soldo.