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Dilma se compara a FHC e diz que fez 'dever de casa' no setor de energia

Em entrevistas a rádios da Bahia na manhã desta quinta-feira (31), a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) afirmou que seu governo fez o “dever de casa” no setor de energia e afastou a possibilidade de racionamento.

A presidente usou como estratégia a comparação entre seus quatro anos de gestão e os oito anos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

Segundo a presidente, seu governo ampliou em 20 mil megawatts o potencial de geração de energia do país em apenas um mandato, enquanto o tucano teria aumentado 21 mil megawatts em dois períodos no Palácio do Planalto.

Também alegou ter feito duas vezes mais linhas de transmissão do que Fernando Henrique. E criticou a política de energia do tucano: “Só podia dar em racionamento”, disse Dilma, numa referência à crise energética que o Brasil enfrentou em 2001.

Dilma negou a possibilidade de um “tarifaço” no setor para compensar o uso das usinas térmicas.

Para ela, grande parte das críticas ao seu governo são movidas por um pessimismo de “componente eleitoral forte, de quem defende que quanto pior, melhor”.

“Há hoje, de forma deliberada, um processo de criação de expectativas negativas extremamente nocivas para o país, como fizeram na Copa”, afirmou.

PROGRAMAS SOCIAIS

Durante a maior parte das entrevistas, a presidente fez um balanço da atuação dos programas sociais do governo na Bahia.

Deu destaque para os programas Mais Médicos e Minha Casa, Minha Vida, que devem ser suas principais bandeiras de campanha.

Também fez um balanço de obras de infraestrutura, afirmando que a “reforma urbana” será uma das prioridades de um eventual segundo mandato.

“Queremos ampliar a oferta de transporte público nas grandes cidades”, disse Dilma.

Também falou de reforma política, quando voltou a defender a realização de um plebiscito para definir as diretrizes das mudanças no sistema eleitoral do país.

Nas entrevistas, não foram discutidas questões relacionadas a alianças partidárias, nem a propostas ou críticas de seus adversários. Os opositores Aécio neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) não foram citados em nenhum momento.

A presidente não fez nenhuma referência à campanha local, onde o deputado federal Rui Costa (PT) é candidato à sucessão do governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), que tem avaliação positiva de 29% dos eleitores baianos.

As entrevistas às rádios foram organizadas pelo comitê de campanha da presidente e fazem parte da estratégia da sua candidatura à reeleição.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Tá ficando engraçado vendo uns tucaninhos defender o indefensável….compara os governos do PT com os dos tucanos é até covardia e ainda tem doido ou cego, sei lá, querendo de volta aquele atraso de 15 anos atrás.

  2. Sr. Observador e Sr. Tarcisio, vão se informar, vão ler, vão comparar, votando ou não nesse ou naquele, aprendam a ler e não conversarem besteiras sem conhecimento.

  3. Quantos APAGÕES foram registrados nos 08 anos de FHC?
    As vezes falar e mostrar a VERDADE é muito difícil e aí a credibilidade da classe política está no chão. Acho que o povo cansou desse tipo de joguete onde o discurso fácil que distorce a verdade já não faz eco ou convence ninguém. Essa arma desgastou e não produz o efeito de antes, por isso tem partido e político que a cada dia perde voto.

  4. BASTA COMPARAR
    PSDB – capacidade energética em 2001 = 24.800 MW = apagões, racionamento de energia e tarifas extras na conta de luz.
    PT – capacidade energética em 2013 = 122.900 MW.

    1. Ooooutra vez a estratégia petista de ludibriar o povo com informações incompletas.
      Por que Rafael não completa a informação e diz que a capacidade de produção de energia presente no governo atual foi ampliada através de projeto de implantação das termelétricas, ainda no governo FHC ? Afinal não se constrói hidrelétrica do dia pra noite. Até hoje as hidrelétricas projetadas no governo FHC e iniciadas no governo do PT não foram concluídas e estão ai cheias de problemas e pra variar, com indícios de fraudes e outras coisas obscuras. Alias, como quase todas as obras do PACA da mãe Dilma, a exemplo da transposição do São Francisco, que o Lula dizia que não sai por falta de vontade política.
      O apagão que aconteceu no governo FHC foi consequência da incapacidade do Estado em investir, causada pelos desastrosos planos econômicos dos dos aliados de Lulla – Sarney e Collor. Não é possível que não saiba. Se não sabe vá estudar um pouco mais.
      É o projeto Nova Cuba do PT
      Com o PT é assim, a informação é passada de acordo com a conveniência. Típico de regimes de governo ditatoriais e totalitários, de quem não sabe conviver com a democracia e a rotatividade de poder.
      Tem jeito não, o país acordou da anestesia aplicada no povão, através da política de pão e circo. Acabou PT, vão pra Cuba, lá é bom de mais !

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