Finanças

PEC do Teto será votada no Senado até dezembro, diz Renan

6jul2016---o-presidente-do-senado-renan-calheiros-pmdb-al-comanda-sessao-1467943011815_615x300Foto: Alan Marques/ Folhapress

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), desmentiu qualquer possibilidade de convocar sessões do Congresso Nacional durante o recesso para garantir a votação da PEC do Teto dos gastos. O peemedebista está confiante no cumprimento do calendário estabelecido com líderes partidários e acredita que será possível, caso aprovada, promulgar a PEC em 15 de dezembro.

“Não vamos convocar o Congresso. Temos datas predefinidas para votarmos a PEC e, se aprovada, será promulgada em 15 de dezembro. Não haverá necessidade de convocação do Congresso Nacional”, afirmou Renan. Ele reiterou o fato de que o calendário foi aprovado com a participação de todos os líderes, inclusive da oposição.

A PEC do teto será votada nesta quarta-feira, 9, na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado e depois segue para deliberação do plenário. A votação em primeiro turno está agendada para 29 de Novembro, enquanto a votação final é prevista para 13 e 14 de dezembro.

Renan informou ainda que vai se reunir nesta terça-feira, 8, com o presidente Michel Temer às 13 horas para tratar tanto da PEC do Teto como da reabertura do prazo para repatriação. Ele apresentará no período da tarde um projeto que dá novo prazo para a legalização de recursos em 2017.

UOL, com Estadão

 

Opinião dos leitores

  1. Esses bandidos de terno irão ver com quantos paus se faz uma jangada. Não acredito que o povo vá aceitar passivo mais este pacotes de maldades contra os trabalhadores, aposentados e os mais necessitados. A confusão começou lá no Rio de Janeiro e assim será no resto do País. Precisamos ir para cima desta classe nojenta que mama o dinheiro dos nossos impostos. Chega de hipocrisia.

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Judiciário

“Não existe e não existirá acordão” para evitar prisões, diz Renan

8jun2016---o-presidente-do-senado-renan-calheiros-pmdb-al-recebe-governadores-para-discutir-o-pacto-federativo-en-seu-gabinete-1465422439195_615x300Foto: Alan Marques – 8.jun.2016/Folhapress

Alvo de pedido de prisão feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), refutou a existência de articulação entre líderes da base aliada e da oposição na Casa para barrar eventuais detenções dele e do senador Romero Jucá (PMDB-RR), em caso de determinação do STF (Supremo Tribunal Federal). Se a Corte conceder ordem de prisão contra os senadores, eles só podem ser mantidos presos após aprovação do Senado.

“Isso não existe e não existirá, porque o Senado praticará sempre a separação dos Poderes. Nós não sabemos nem o conteúdo das delações, imagina fazer acordo. Quem está dizendo isso é porque quer mais uma vez deturpar, embaçar as coisas”, afirmou Renan.

A articulação de um “acordão” no Senado foi revelada pelo jornal “O Estado de São Paulo”, nesta quinta-feira (9).

Questionado sobre as investigações e o pedido de prisão pela Procuradoria-Geral da República contra ele, o peemedebista disse não querer falar sobre o assunto e voltou a dizer que “é prudente aguardar a decisão do Supremo Tribunal Federal”.

“Eu, mais do que qualquer um, tenho interesse nos esclarecimentos dos fatos. Eu já fiz, da minha parte, o que era preciso fazer. Compareci, fiz depoimento, entreguei todos os meus sigilos e estou à disposição para continuar colaborando”, declarou o senador em seguida, pouco antes de receber em audiência o presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), ministro Aroldo Cedraz.

Ao se despedir dos jornalistas, recusando-se a responder pergunta sobre o sigilo do processo no STF, o senador afirmou que voltaria a dar entrevista após a reunião. Segundo sua agenda oficial, Renan vai participar de sessão do Senado às 16h desta quinta.

UOL

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Política

Estratégia do governo de negociar cargos é ‘forçação de barra’, diz Renan

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), classificou nesta quarta-feira (13) como uma “forçação de barra” a estratégia adotada pelo governo de negociar cargos com parlamentares que podem ajudar a barrar o processo de impeachment na Câmara dos Deputados.

“Acho até que esse fechamento de questão com os partidos é uma forçação de barra, porque o que vamos ter é um julgamento de um impeachment que mais que uma questão partidária é sobretudo uma questão de consciência”, disse ao chegar ao Senado.

O peemedebista também fez uma provocação velada ao seu correligionário, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ao afirmar que a Casa não terá “um presidente que vai desequilibrar o processo” durante a análise do impeachment da presidente Dilma Rousseff, caso ele seja aprovado pela Câmara neste domingo (17).

Cunha é acusado de ter manobrado para prejudicar o governo na análise do impeachment na Câmara, tanto que o STF (Supremo Tribunal Federal) foi acionado para definir como a comissão especial que analisou o caso deveria funcionar.

E como a Folha de S.Paulo mostrou na semana passada, o relator do pedido de impeachment na comissão, Jovair Arantes (PTB-GO), usou como um de seus principais auxiliares na área técnica um advogado de confiança do presidente da Câmara, que atua na defesa de vários processos particulares de Cunha.

“Tudo tem o seu tempo. O impedimento também. É importante que se observe os prazos e seja isento. Se o presidente da Casa não for isento, não guardar independência, responsabilidade que deve ter no cargo, ele acabará desequilibrando o processo e esse não é o meu propósito”, afirmou.

Ainda considerado como um dos últimos aliados do governo no PMDB, Renan afirmou que primeiro é preciso aguardar os fatos e defendeu que o Senado precisa ter equilíbrio durante o processo. Questionado sobre como se dará o processo no Senado, Renan disse que “não é cartomante ou quiromante para fazer previsões”. “É preciso aguardar os fatos para decidir o que fazer ou decidir o que não fazer”, disse.

EM 1992

Questionado sobre o que estava fazendo em 1992, quando a Câmara votou pelo impeachment do ex-presidente Fernando Collor, Renan foi sucinto. “Eu estava em Brasília. É um dia que eu procuro apagar da minha memória”, disse.

Na época, o peemedebista era deputado federal. Antes, ele havia sido um dos principais artífices da candidatura de Collor à Presidência. No entanto, mais tarde, ele foi um dos responsáveis por sua queda, quando rompeu formalmente com Collor por não ter tido apoio na disputa ao governo de Alagoas, que acabou perdendo, e acusou o então presidente de ter conhecimento do esquema PC Farias.

Folha Press

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Política

Lula tem ‘indiscutivelmente’ boa relação com o Congresso, diz Renan

Minutos antes do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ser confirmado como novo ministro da Casa Civil, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) afirmou que o petista tem “indiscutivelmente boas relações com o Congresso”.

Ele sinalizou que se Lula se dispuser a colaborar com os parlamentares, ele poderá ser “acolhido”, mas disse também que ainda não é possível saber se Lula é capaz de resolver a crise política do governo Dilma Rousseff.

“O que eu sei é que indiscutivelmente ele [Lula] tem boas relações com o Congresso Nacional e eu espero, e acho que o Brasil espera também, que as coisas melhorem no país. O Brasil está vivendo um momento de paralisia, de desemprego, de retração econômica. O PMDB tem tentado apresentar agendas para mudar essa realidade e eu acho que se ele puder colaborar e se dispuser a colaborar será acolhido”, afirmou ao Renan ao chegar ao Senado nesta manhã.

Há a expectativa de que os dois se reúnam ainda nesta quarta. Antes de aceitar o cargo, Lula sondou qual seria o apoio que ele teria do PMDB, principalmente no Senado. O temor era de que, mesmo assumindo um ministério, Lula não tivesse força suficiente para apaziguar minimamente os ânimos no Congresso.

Questionado sobre se Lula tem capacidade para reverter a crise econômica e política do país, Renan afirmou que ainda é cedo para fazer tal avaliação. “Seria muito essa projeção mas ele tem boa relação com o Congresso e eu torço para que o Brasil melhore, que as coisas comecem a dar certo”, disse.

Em relação ao processo de impeachment, Renan evitou comentar a questão. Para ele, o processo ainda passará pelo crivo da Câmara dos Deputados e só então, se for aprovado, é que chegará ao Senado. “Eu acho que do ponto de vista do Senado temos que ter prudência, amenizar a circunstância e não deixar agravá-la e esperar que venha para cá, se for o caso”, afirmou.

Os ministros de Dilma – Como ficou a atual composição ministerial do governo

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Renan, Lula e Dilma um verdadeiro trio de canalhas, ladrões da consciência de uma Nação.
    Verdadeiros crápulas.

  2. Alguém tem dúvida da boa "relação" de Luiz Inácio com os congressistas??… Que o diga o mensalão!!!rsrsrs…

    1. uma pensa você pensar assim e tudo se resumir a um "choooora coxinhas".
      Em um país sério, ao ser investigado, a primeira coisa q ele faz é pedir afastamento das funções até q tudo se esclareça. Caso ele não peça, um superior o afasta.
      Aqui no Brasil, além de não pedir afastamento (que diga Cunha e Mercadante), a autoridade ainda nomeia outro investigado.
      Apenas é de lamentar.

  3. Sem dinheiro sobrando para comprar congressistas, essa relação vale muito pouco. Aliás, a esquerda só sabe governar com dinheiro em caixa para distribuir, dar subsídios, bolsas de todo tipo. Quando a conta chega e falta dinheiro acontece o que está acontecendo agora: o pais parado, o governo tonto e a população lascada.

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