Com expressiva participação, os professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte deliberaram pelo estado permanente de mobilização e participação nos atos nacionais unificados, mas foram contra a deflagração de uma nova greve. A decisão aconteceu em plebiscito realizado entre os dias 22 e 23 de novembro, através de sistema eletrônico. Foram 783 (71,6%) votos contra e 311 (28,4%) a favor deflagração da greve.
O professor Wellington Duarte, presidente do Sindicato, chamou atenção para a representatividade e a legitimidade do processo de consulta, que permitiu o posicionamento de um número expressivo de docentes. \”O resultado do plebiscito é, antes de tudo, a consolidação de uma forma democrática de consultar os professores e de reforçar o papel das assembleias na medida em que ela inicia o debate, cabendo à direção do Sindicato dialogar com toda a categoria”, afirmou.
Para o dirigente, a expressiva participação docente no pleito fornece maior força para o ADURN-Sindicato encaminhar as reivindicações da categoria. “A sua introdução como instrumento de deliberação inscreve-se no marco do avanço da democracia proposta pelo Novo Movimento Docente, cuja proposta é a de ampliar a participação dos professores nos processos decisórios”.
Segundo o professor, a diretoria manterá a categoria mobilizada contra os ataques a direitos sociais e trabalhistas, entre os quais a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55, que congela por 20 anos os investimentos públicos da União na Saúde e Educação.
Na próxima sexta, 25, o ADURN-Sindicato soma-se às centrais sindicais, movimentos sociais, de estudantes e de trabalhadores no Dia Nacional de Luta Unificada. A atividade terá início às 8h, no cruzamento das Avenidas Salgado Filho com Bernardo Vieira, na Zona Leste. De lá, os manifestantes seguem pela Salgado Filho em direção à BR-101 no sentido Zona Sul até chegar ao prédio da governadoria.
Participaram do plebiscito os professores sindicalizados e não sindicalizados. Somando ativos e aposentados, ao todo são 3.933 aptos a votar.
Com informações da Adurn
Ao menos isso…
Já imaginou os transtornos q uma greve de professores causaria aos alunos,
em fim curso ou semestre ??!!
CARAI DE ASA PASSAR EM CONCURSO NÃO LHE DÁ O DIREITO DE GANHAR FORTUNA ÀS MINHAS CUSTAS. ALIÁS PREFIRO TRABALHAR NA INICIATIVA PRIVADA ENGRANDECENDO O BRASIL E GERANDO RIQUEZA DO QUE FICAR NO SETOR PÚBLICO COÇANDO O SACO E FAZENDO GREVE.
E SÓ CORTA O PONTO !!
Para acabar com as greves na universidade é muito simples desconto. Total dos dias parados nos salários e benefícios e ponto final fora vagabundos fora acharcadorrs do dinheiro publico
ALÔ ALÔ!!!!! PROFESSOR ANTIGO NA UFRN GANHANDO MAIS DE 25MIL. UMA FORTUNA PARA O POBRE POVO BRASILEIRO PAGAR. PEC 55 NELES.
ILMAR quer ganhar 25 mil. Passe num concurso. AH esqueci. Você deve ser daqueles que não tem capacidade para tanto. Vá estudar filhote de bolsonaro.
Muito mais, ganha um amigo meu que é auditor fiscal do tesouro estadual – RN ( já viram quanto um auditor ganha?). Coitados desses professores que estudaram tanto e, ainda, tem que ensinar, pesquisar e participar de projetos de extensão. O meu amigo, apenas foi aprovado em um concurso, tem apenas um turno de expediente e garanto que ganha o dobro ou mais que qualquer professor da UFRN/UERN.
2018 Bolsonaro PRESIDENTE .
Finalmente apareceu um grupo consciente na UFRN. É o sinal de que a estrutura petista começou a ruir lá também, graças a Deus.
Nossa quebrou as pernas daqueles que queriam pegar um descanso remunerado e viajar um pouco, afinal na maternidade de comunistas que se transformou a UFRN, qualquer desculpa vale para desopilar.
Uma pena ver um dos motores sociais do RN se transformar num ajuntamento de um lixo ideológico atrasado e corrupto.
Tomara que possamos ter de volta a Universidade que precisamos e não a que serve ao PT.