O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) afirmou nesta quarta-feira (29) que a reeleição da presidente Dilma Rousseff representa a derrota da “mídia como panfleto”.
Responsável pela articulação entre o governo e os movimentos sociais, Carvalho afirmou que a imprensa precisa refletir sobre o que aconteceu nas eleições deste ano para não perder credibilidade. Para ele, vários veículos se transformaram em panfleto eleitoral. Ele não quis citar o nome de nenhuma publicação.
“Sem dúvida nenhuma, essa vitória de um projeto acabou significando a derrota daqueles que usam a mídia como panfleto, como semeadores do ódio e da divisão do país, o que felizmente não aconteceu”, disse.
Na última quinta-feira (23), a revista “Veja” publicou reportagem em que diz que Dilma e o ex-presidente Lula sabiam dos casos de corrupção na Petrobras. A capa da revista foi duramente criticada por petistas e assessores da presidente.
Sobre a proposta de regulamentação da mídia, defendida pelo PT, Carvalho afirmou que tem uma opinião pessoal de que o processo precisa garantir a liberdade de imprensa.
“Eu penso que em relação à mídia, não temos que tomar nenhuma atitude que mude de repente o cenário da mídia ou que fira a liberdade de imprensa. Ela é sagrada e tem que ser mantida. Eu prefiro devolver para a mídia a reflexão. A própria mídia tem que pensar no que aconteceu no Brasil, refletir sobre os excessos que aconteceram. Ou ela se autorregulamenta e entende o que é a participação democrática na mídia, ou cada vez mais a sua credibilidade vai pelo ralo”, disse.
Ele ressaltou, no entanto, que não há nenhum projeto do governo apresentado para a regulação da mídia. “O que existe é uma vontade clara e manifesta pelo PT de que se faça de fato uma discussão da mídia”, disse.
Carvalho participou da abertura da 42ª reunião do Conselho Nacional das Cidades, em Brasília. Durante seu discurso, o ministro classificou como “anacrônica” a derrubada do decreto presidencial que regulamenta o funcionamento dos conselhos populares e vincula suas deliberações a decisões governamentais de interesse social.
O ministro definiu o fato como uma “vitória da vontade conservadora de impor uma derrota política à presidente [Dilma Rousseff]”.
Nesta terça-feira (28), deputados aprovaram um decreto legislativo que susta os efeitos do decreto presidencial sobre os conselhos populares. O texto segue ainda para o Senado mas o resultado desta terça foi considerado como uma derrota relevante sofrido por Dilma dois dias após ter sido reeleita.
Folha Press
Pedro, esqueceu da BAND. Assisti o resultado das eleições pela Band era VISÌVEL, a empolgação deles até as 7.30(Brasilia) horário em que aécio ainda mantinha vantagem dobre Dilma.Depois que ela Virou, todos mudaram o semblante. Sem falar de todo Jornal seguia a mesma linha editorial da VEJA/ISTOE.
Deixa de ser inocente Jackson. O PT tinha apenas a revista Carta Capital que o defendia. O PSDB o grupo liderado pelo eixo Rio-São Paulo-Minas e suas inúmeras afiliadas em forma de rádios, TV`s, Revistas e Jornais, além de diversos sites e blog`s na internet. Assim, os principais, REDE GLOBO, JORNAL O GLOBO, ESTADÃO, FOLHA DE SÃO PAULO, REVISTA VEJA E REVISTA ISTOÉ, formando o que passou a ser chamado de Partido da Imprensa Golpista (comumente abreviado para PIG ou PiG), uma expressão usada por órgãos de imprensa e blogs políticos de suposta orientação de esquerda para se referir a órgãos de imprensa e jornalistas assumidamente de direita. Os membros do PiG são considerados tendenciosos e se utilizam da grande mídia para propagar suas ideias e desestabilizar governos de orientação política contrária à sua.
O termo é utilizado para se referir à qualidade do jornalismo praticado pelos grandes veículos de comunicação do Brasil, que seria, segundo seus criadores e utilizadores, demasiadamente conservador e que teria o intuito de prejudicar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e membros de seu governo de forma constante.
O que sobre isso, afirmamos que em nenhuma democracia séria do mundo jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político — o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
a imprensa brasileira é golpista sempre que o presidente da república é de origem trabalhista, ao mesmo tempo a imprensa nunca publica absolutamente nada contra presidentes de origem não trabalhista (membros da elite). O PIG, segundo ele, teria sua origem com Carlos Lacerda, que ajudou a "matar Getúlio Vargas"; teria continuado travando sua luta contra Juscelino Kubitschek e João Goulart, até se aliar à ditadura militar; teria perseguido o governo Brizola; e agora conspiraria contra o governo Lula.
Assim, Jackson, CONHECER UM POUCO DE HISTÓRIA SEMPRE FAZ BEM…
Essa é mais uma mentira que o PT vai multiplicar a exaustão. Para a nossa arrogante "presidenta" que começou a começou a campanha com uma vitória tranquila e previsível, aliada a altos índices de popularidade, vencer no sufoco foi uma derrota.