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GRANDE OPORTUNIDADE: Exército abre novo concurso com 1.380 vagas

Um novo edital de concurso público para ingresso no Exército foi aberto. Desta vez são oferecidas 1.380 vagas para o curso de formação de sargentos, dos anos 2015 e 2016. Há chances nas áreas de combatente/logística técnica/aviação, música e saúde. Para participar é preciso ter entre 17 e 24 anos de idade e nível médio completo. Homens devem ainda possuir altura mínima de 1,60m, e mulheres de 1,55m. Os exames estão marcados para o dia 12 de outubro.

Na área de combate só são permitidas inscrições de homens. São 1.220 vagas para os cursos aviação (manutenção), infantaria, cavalaria, artilharia, engenharia, comunicações, intendência, topografia, material bélico, e manutenção de comunicações.

Em música, os cursos oferecidos são clarineta, fagote, flauta, oboé, saxhorne, saxofone, tuba, trombone, trompa e trompete – os candidatos poderão concorrer a até três naipes. Já na área de saúde estão abertas 80 chances para o curso técnico em enfermagem.

As inscrições vão até o dia 7 de julho, pelo site www.esa.ensino.eb.br. Além das provas, haverá ainda valoração de títulos, inspeção de saúde, exame de aptidão física, revisão médica, comprovação dos requisitos biográficos, além de habilitação musical.

O curso tem início em abril de 2015 e segue até dezembro de 2016.

CorreioWeb

Opinião dos leitores

  1. As Forças Armadas são as maiores vítimas da incompetência e da má gestão PTista.
    O Exército, que possui o maior efetivo entre as três forças, está praticamente obsoleto. Segundo revelaram alguns generais brasileiros, só há munição disponível para cerca de uma hora de guerra.
    No ano de 2012, 249 oficiais se demitiram.
    No ano de 2013 até o mês de julho, mais 162 se demitiram.
    Eles procuram outros empregos públicos que remunerem melhor.
    A obsolescência do material de emprego militar também avança a passos largos, até devido à rápida evolução tecnológica hoje existente no mundo. O armamento básico do combatente do Exército ainda é o fuzil automático leve, desenvolvido no início da década de 60 do século passado. Muitas unidades ainda estão dotadas de canhões e obuses utilizados na Guerra da Coreia.
    Os Institutos de Pesquisa das Forças Armadas sofrem restrições orçamentárias que descontinuam estudos e projetos e frustram engenheiros e técnicos de alta qualificação formados nos reconhecidos IME e ITA. Assim, perde-se a massa crítica necessária e indispensável para pesquisar e desenvolver as ações nessa área crítica.

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