Polícia

Força-tarefa da Lava Jato prende Michel Temer e faz buscas por Moreira Franco

Imagem de arquivo de junho de 2018 mostra o então presidente Michel Temer com o então ministro Moreira Franco durante assinatura de decretos que regulamentam o Código de Mineração — Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

A Força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro prendeu, na manhã desta quinta-feira (21), Michel Temer, ex-presidente da República. Os agentes ainda tentam cumprir um mandado contra Moreira Franco, ex-ministro de Minas e Energia.

Os mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio.

Desde quarta-feira (20), a Polícia Federal (PF) tentava rastrear e confirmar a localização de Temer, sem ter sucesso. Por isso, a operação prevista para as primeiras horas da manhã desta quinta-feira atrasou.

G1

Opinião dos leitores

  1. Tem que prender todos e resgatar o roubo e devolver ao seu legítimo dono. Chega de ai,aí,ai, tem que enjaular todos Al CAPONES DO BRASIL , BANDIDINHO E BANDIDAO TEM QUE IR PARA A PRISÃO

  2. Poxa Temer, se era pra ser preso em menos de 90 dias, nem era para ter dado o aumento do Judicário haha.

  3. É uma pena o cara fez tanto pelo Brasil tirou nosso país das mais da quadrilha do PT É no pouco tempo que ficou na presidência o país já mostrava sinais de recuperação .

  4. 2 é pouco, precisamos de mais ex-presidentes presos, pra dar o exemplo aos corruptos de posições mais baixas e até mesmo ao atual presidente. Pisou na bola, vai pro chão. Agora esperar que ele faça dupla com o luladrão no xadrez. E em seguida, q venha Dilmão

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Diversos

Polícia Federal aumenta equipe da força-tarefa da Lava Jato

A força tarefa da Polícia Federal na Operação Lava Jato em Curitiba terá dez novos integrantes a partir do próximo dia 25 e passará a contar com 57 policiais federais.

O grupo da Lava Jato receberá dez novos agentes da PF que trabalharão em regime de dedicação exclusiva pelo menos até o fim do ano, segundo o delegado Mauricio Moscardi, um dos coordenadores da equipe.

De acordo com o delegado, o aumento do efetivo foi determinado pela direção da PF no começo desta semana após pedido da coordenação da Lava Jato, que também é composta pelo delegado Igor Romário de Paula e pela delegada Erica Marena, entre outros.

A medida é tomada em um momento em que setores da PF afirmam que a equipe da Lava Jato está sob risco de desmanche, que teria como ponto de partida o recente desligamento do delegado Eduardo Mauat do grupo.

No início do mês, além de Mauat, deixaram a força-tarefa Luciano Flores, que integrava a Lava Jato desde o princípio e conduziu o interrogatório do ex-presidente Lula (PT) em março, e Duílio Mocelin Cardoso.

Flores foi afastado a pedido, para atuar na Olimpíada. Ele deverá voltar ao grupo após o encerramento do evento. Mauat e Cardoso voltam às suas bases no Rio Grande do Sul e em Rondônia, respectivamente.

Na época, a PF negou “desmanche” e disse que a troca era para “oxigenar o grupo” e dar “um novo fôlego” à investigação. Com a saída dos três, passaram a integrar a equipe os delegados Rodrigo Sanfurgo, que chefiou a delegacia de combate a crimes financeiros em São Paulo, Roberto Biasoli, que trabalhou no departamento de cooperação internacional do Ministério da Justiça, e Luciano Menin.

Nesta sexta (15), Moscardi afirmou que as ações da direção da PF mostram que hoje o risco de desmanche não existe.

“O aumento da equipe de policiais dedicados exclusivamente à operação Lava Jato vem no sentido de buscar uma maior celeridade na análise do material obtido nas fases já executadas, e de aumentar a possibilidade de avançarmos ainda mais em fatos ainda não explorados. Portanto, é mais um investimento no futuro da própria operação”, disse.

Folha Press

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