Um grupo de manifestantes tentou impedir, na manhã desta sexta-feira, a realização de uma homenagem ao pastor Silas Malafaia na Câmara Municipal de Niterói. Com cartazes e palavras de ordem, eles invadiram o plenário, subiram na mesa da presidência para atrapalhar a entrega do título de cidadão niteroiense a um representante do religioso. Malafaia não estava no local, por motivos de saúde.
O grupo acusava o pastor de incitar a homofobia. Entre os manifestantes, estavam integrantes do movimento LGBT da cidade e pessoas que, em agosto de 2013. Por causa da confusão, a solenidade foi realizada no gabinete do presidente da Câmara, Paulo Bagueira (Solidariedade). No momento da entrega do título ao representante de Malafaia, os manifestantes, que estavam vestidos com roupas femininas, se beijaram como forma de protesto.
Policiais do 12º BPM (Niterói) foram chamados ao local para garantir a realização da sessão solene. O homenageado não compareceu. Segundo o Pastor Ronaldo (PROS, que solicitou a concessão do título, a ausência Malafaia se deu por motivos de saúde. Ele foi representado por um de seus assessores, o candidato à deputado federal Sóstenes Cavalcante.
Autor da iniciativa, o Pastor Ronaldo se mostrou indignado com a manifestação. Ele disse que os religiosos foram agredidos:
— Tentaram nos impedir de permanecer no plenário. Cuspiram no rosto de uma pastora. Agrediram nossos convidados verbalmente — narrou. — Na verdade, os intolerantes são eles (manifestantes). Eles podem se manifestar do jeito que quiserem. Embora sejamos contra a prática homossexual, lesbianismo, casamento gay, nós respeitamos essas pessoas.
O Globo
Este malafaia é o que tem de pior no mundo evangélico!!!!!!
uma vergonha!!!! Eles mesmo se prejudicam entre si. Tem que ter um basta.