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ALÍVIO: Inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos é de 4,11% em 12 meses

Por interino

O item alimentação passou de uma inflação de 0,34% em janeiro para uma deflação de 0,45% em fevereiroTânia Rêgo/Agência Brasil

A inflação para famílias com renda de até 2,5 salários mínimos, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), acumula 4,11% em 12 meses. A taxa é menor que a registrada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda e que acumula variação de 4,57% no período.

Os dados foram divulgados hoje (6) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Apenas em fevereiro, a inflação medida pelo IPC-C1 ficou em 0,07%, taxa inferior ao percentual de janeiro: 0,54%.

A queda do IPC-C1 foi provocada por recuos em seis das oito classes de despesas que compõem o índice, entre elas, alimentação, que passou de uma inflação de 0,34% em janeiro para uma deflação (queda de preços) de 0,45% em fevereiro.

A inflação dos transportes, por exemplo, recuou de 2,07% para 0,72%. Os custos com vestuário, que já tinham caído 0,14% em janeiro, tiveram uma queda ainda maior em fevereiro: 0,37%.

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Inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos é de 4,80% em 12 meses

Foto: Agência Brasil/EBC

A inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), ficou em 0,54% em janeiro deste ano. A taxa é maior que a de dezembro (0,19%) do ano passado, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). Em 12 meses, o IPC-C1 acumula taxa de 4,80%.

O indicador ficou abaixo das taxas apresentadas pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda e que apresentou variações de 0,69% em janeiro deste ano e de 5,04% em 12 meses.

A alta do IPC-C1 – entre dezembro e janeiro – foi puxada por cinco das oito classes de despesa que compõem o índice: habitação (que passou de uma deflação de 0,69% em dezembro para uma inflação de 0,06%), transportes ( subiu de 0,59% para 2,07%), educação, leitura e recreação (de 0,86% para 2,74%), alimentação (de 0,26% para 0,34%) e comunicação (de 0,07% para 0,42%).

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