Diversos

Antes de ser afastado, Governo Dilma cravou mais uma marca: Juro do cheque especial chega ao recorde de 309% em abril

Por interino

A taxa média de juros do cheque especial, que sobe continuamente há praticamente três anos, fechou abril em 309% ao ano, percentual recorde nas estatísticas do Banco Central, que começam em julho de 1994, com o Plano Real.

Há três anos, a taxa era de 137% ao ano, menos da metade do valor atual. Em abril de 2013, o BC iniciou o ciclo de aperto da taxa básica de juros (Selic), que passou de 7,25% para 14,25% ao ano desde então.

A taxa média de juros no rotativo do cartão de crédito ficou em 448,6% ao ano em abril, pouco abaixo dos 449,4% ao ano de março. Um ano antes, a taxa estava em 347,4% ao ano. Essa é a linha mais cara entre as principais modalidades de crédito para o consumo.

O custo para quem parcela o pagamento da fatura do cartão ou faz compras parceladas com juros é menor, de 151% ao ano em média, segundo o BC.

A alta dos juros nestas modalidades acompanha o comportamento geral das taxas bancárias, que subiram com o aumento da taxa básica promovido pelo BC desde 2013. Por serem linhas de maior risco, no entanto, a alta de juros do cartão e do cheque são maiores.

Nos últimos 12 meses, a taxa média de juros passou de 18,5% para 22% ao ano para as empresas e de 34% para 41,3% para pessoas físicas.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Pense em um partido incompetente e que não fará nenhuma falta ao povo honesto e trabalhador do Brasil. Já para os mensaleiros, corruptos, vagabundos a boquinha acabou e aqueles que não forem presos, serão execrados da vida pública. PT sinônimo de quadrilha!

  2. Ainda tem neguinho querendo a volta dessa incompetente. Principalmente os alienados políticos petistas do nosso estado. Deviam esta era envergonhados. Mas petista não tem vergonha, então………

    1. Acabou a boquinha agora vão ter que trabalhar ops" que trabalho se Dilma deixou o País sem Emprego ???????

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Diversos

Juro do cheque especial chega a 300% ao ano e bate recorde do Plano Real

A taxa média de juros do cheque especial para pessoas físicas chegou a 300,8% ao ano em março. Com isso, superou pela primeira vez o percentual recorde verificado em julho de 1994 (294% ao ano), primeiro mês de apuração desse dado pelo Banco Central.

O custo dessa linha de crédito praticamente dobrou em dois anos. Estava em 159% em março de 2014.

O estoque dessa modalidade encolheu 0,4% nos últimos 12 meses. A inadimplência passou de 12,8% para 15,3% no mesmo período.

A linha mais cara para a pessoa física continua sendo o rotativo do cartão de crédito, que alcançou 449,1% ao ano no mês passado. Um ano antes, essa modalidade estava com uma taxa de juros média de 345,8% ao ano, segundo o Banco Central.

Ao contrário do que aconteceu com o cheque especial, aumentou o uso dessa modalidade. O estoque cresceu 18,6% nos últimos 12 meses, e inadimplência passou de 34,1% para 36,6% no mesmo período.

Há quase quatro anos, no 1º de maio de 2012, a presidente Dilma Rousseff criticou as altas taxas de juros no cheque especial (159% na época) e no cartão de crédito (326%), ao afirmar que era “inadmissível” que o Brasil tivesse os juros mais altos do mundo.

Aquele foi o início da política de redução de juros do governo (da taxa básica e dos juros nos bancos públicos), que começou a ser revertida já em 2013 por causa da alta da inflação.

CRÉDITO EM BAIXA

No relatório divulgado nesta quinta-feira (28), o BC informou ainda que o estoque de crédito encolheu pelo terceiro mês seguido em março. A queda foi de 0,7% em relação a fevereiro.

Nos últimos 12 meses, cresceu 3,3% (abaixo da inflação de 9,4%), o que representa desaceleração em relação aos 5,2% até fevereiro.

Apenas o crédito para pessoas físicas com recursos direcionados (basicamente imobiliário e agrícola) cresceu em março em relação a fevereiro e se mantém com desempenho acima da inflação na comparação em 12 meses, com expansão de 10,5%.

O crédito ao consumo (para pessoas físicas com recursos livres) encolheu 0,7% no trimestre e avançou 1,7% em 12 meses.

Em relação ao mesmo período do ano passado, o crédito para empresas com taxas de mercado ficou estagnado. Os empréstimos com subsídios do BNDES caíram 0,7% nessa comparação.

INADIMPLÊNCIA

A inadimplência no crédito ao consumidor passou de 5,3% para 5,6% entre dezembro de 2015 e março de 2016. Para as empresas, aumentou de 5,2% para 6,2% nas modalidades sem subsídios.

Nos empréstimos com recursos subsidiados, esses atrasos passaram de 1,1% para 1,5% na pessoa física e de 1,8% para 2,1% na jurídica.

Folha Press

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Economia

Juro do cheque especial é o maior desde 1995; rotativo do cartão vai a 372%

A taxa de juros do cheque especial em junho ficou em 241,3% ao ano, o maior patamar desde dezembro de 1995 (quando o juro era de 242% ao ano). Em maio, a taxa estava em 232%.

Por sua vez, os juros do rotativo do cartão de crédito subiram de 360% ao ano em maio para 372% ao ano em junho, o maior valor desde o início da série histórica deste indicador, em março de 2011.

Os dados são referentes apenas a juros cobrados de pessoas físicas e foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Banco Central.

O BC ressalta que a metodologia de cálculo dos indicadores foi atualizada em fevereiro de 2015.

Confira a variação nas taxas de juros de outras modalidades de crédito monitoradas pelo BC:

Aquisição de veículos: de 24,8% ao ano em maio para 24,7% ao ano em junho
Aquisição de outros bens: de 82,6% ao ano em maio para 81,5% ao ano em junho
Cartão de crédito parcelado: de 115,9% ao ano em maio para 118,2% ao ano em junho
Crédito renegociado: de 46,1% ao ano em maio para 46,4% ao ano em junho
Crédito pessoal consignado: de 111,3% ao ano em maio para 111,9% ao ano em junho
Crédito pessoal não-consignado: estável em 27,3%

UOL

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