Finanças

Veja quem são as 15 famílias mais ricas do Brasil

1ª – Família Marinho: os donos das Organizações Globo têm US$ 28,9 bilhões;

2ª – Família Safra: dona do Banco Safra, tem US$ 20,1 bilhões;

3ª – Família Ermírio de Moraes: controladora do grupo Votorantim, tem US$ 15,4 bilhões;

4ª – Família Moreira Salles: com participação no Itaú Unibanco, tem US$ 12,4 bilhões;

5ª – Família Camargo: dona do grupo Camargo Corrêa, tem US$ 8 bilhões;

6ª – Família Villela: com participação no Itaú Unibanco, tem US$ 5 bilhões;

7ª – Família Maggi: dona do grupo homônimo, um dos maiores produtores de soja do mundo, tem US$ 4,9 bilhões;

8ª – Família Aguiar: com participação no Bradesco, tem US$ 4,5 bilhões;

9ª – Família Batista: dona do grupo JBS, tem US$ 4,3 bilhões;

10ª – Família Odebrecht: dona do grupo homônimo, tem US$ 3,9 bilhões;

11ª – Família Civita: dona do grupo Abril, tem US$ 3,3 bilhões;

12ª – Família Setúbal: com participação no Itaú Unibanco, tem US$ 3,3 bilhões;

13ª – Família Igel: controladora do grupo Ultrapar, tem US$ 3,2 bilhões;

14ª – Família Marcondes Penido: com participação na concessionária CCR, tem US$ 2,8 bilhões;

15ª – Família Feffer: dona do grupo Suzano, tem US$ 2,3 bilhões.

Fonte: IG

Opinião dos leitores

  1. Associando-se ao capital estrangeiro, a alta burguesia brasileira, como classe dominante identificada com os interesses internacionais por meio das empresas multinacionais e transnacionais, sobretudo as norte-americanos, tem se beneficiado do modo de agir e pensar da sociedade de consumo, com valores difundidos pelos "enlatados" que de lá nos "empurram" sutilmente, atuando como analgésicos para os problemas sociais e como anestésicos de consciência. É esse povo que denominamos sociologicamente de "ELITES DOMINANTES" oriundos e/ou herdeiros da CASA GRANDE descrita por Gilberto Freire. Povo que importa produtos culturais ao mesmo tempo que contribuem pelo atrofiamento de nossa identidade cultural, desviando nossa atenção do campo onde se travam as verdadeiras batalhas políticas. Esse é o povo que importou o NEOLIBERALISMO plasmado pela Inglaterra de Margarete Theater e os EUA do Obama, como modelo de gestão que prioriza o financeiro em detrimento do social, elegendo a EFICIÊNCIA como simbolo de sua qualidade no aprimoramento técnico-tecnológico de arrecadar mais e aumentar o superavit primário para pagar juros da dívida pública e engordamentos do rentistas (agiotas internacionais) apostadores das bolsas no mercado de ações.
    São eles que se preocupam com os programas sociais por considerá-los um desperdício e gasto desnecessário, pois o importante é o sistema bancário, financeiro e tributário eficiente. O resto é tudo farinha do mesmo saco, com uma cultura de exploração, jeitinho, malandragem, sonegação fiscal, investimentos em campanhas e corrupção com caixa dois, entre outras. Entre o discurso e a pratica existe um longo caminho…

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