Denúncia

Tumulto com jovem marca vestibular da UNP

Segundo o Blog O Natalense, via Blog Jair Sampaio, neste sábado (29 de novembro), a estudante Dominik Góis de Oliveira, foi prestar vestibular para o curso de medicina na UNP, e durante a realização da prova foi abordada por um fiscal de sala que teria feito a acusação da suspeita de “uma cola eletrônica”. Na ocasião, ela teria tido a prova recolhida e levada até uma sala com cinco homens. Pois bem.

Segundo o Blog O Natalense, via Blog Jair Sampaio, em seguida, uma enfermeira examinou a universitária até então suspeita, e nada foi encontrado. Segundo a notícia, além do constrangimento absurdo, a jovem ainda foi agredida pelo coordenador local com um empurrão e foi levada puxada pelos corredores da universidade.

A estudante é filha da médica Dra. Fátima Góis, pessoa de uma carreira admirável, que está indignada com o fato. Dominik, também tem um irmão médico Dr. Felipe Góis, que também está indignado.

Por fim, segundo o O Natalense, via Blog Jair Sampaio, com base no Boletim de Ocorrência que foi feito contra a universidade, a agressão não foi só fisicamente com empurrões, puxões pelos braços. O constrangimento foi tão traumático quanto às demais queixas.

Veja BO extraído da fonte da notícia:

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Com informações de O Natalense, via Jair Sampaio

http://www.onatalense.com.br/unp-e-acusada-de-constranger-garota-que-prestava-vestibular/

Opinião dos leitores

  1. Quem deve prestar vestibular novamente, se é que cursou escola, é o escrivão, pois escreve Aumentou com L – Almentou… Além de outros erros mais complexos.

  2. Disseram que quem denunciou ela foram os próprios alunos que estavam fazendo a prova e escutaram um barulho estranho vindo da mesma…

    1. E se a suposta denúncia tiver partido de alunos desonestos, que só almejavam tirar da competição uma excelente estudante?! Independente de onde partiu a denúncia, faltou discrição e profissionalismo nos fiscais, que acabaram não só com a concentração da candidata como com seu sonho de cursar medicina, pelo menos no próximo ano.

    2. Sem contar que, se houve realmente esse barulho, ninguém sabe de onde veio e o fiscal foi extremamente despreparado para lidar com a situação. O caso deve ser investigado.

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