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Prefeitura emite comunicado sobre invasão ao Palácio Felipe Camarão e instalação da Mesa de Negociação com os servidores

Por interino

Confira na íntegra:

Em respeito à população de Natal que depende dos serviços de responsabilidade do Poder Público Municipal, a Prefeitura do Natal lamenta comunicar a suspensão do diálogo visando à instalação da mesa de negociação com os sindicatos representantes de algumas categorias do funcionalismo.

Compromisso firmado e assumido pela administração municipal, a mesa de negociação vem tendo seus termos elaborados por uma equipe coordenada pelas Secretarias Municipais de Governo (SMG) e de Administração e Finanças (Semad). Esses termos seriam apresentados sindicatos em reunião já agendada para a tarde da próxima segunda-feira, dia 6, dentro do tempo necessário para articulação de todas as secretarias convocadas a participar da mesa.

Alguns dirigentes sindicais, no entanto, não apenas recusaram esta proposta, mas o fizeram seguindo o caminho do radicalismo, promovendo uma nova invasão a um prédio público: desta vez, o Palácio Felipe Camarão, sede da Prefeitura.

Ao optar por essa medida extremada, os dirigentes sindicais manifestaram seu desapreço à proposta do diálogo e deixaram a Prefeitura na posição de precisar interromper as tentativas de entendimento. E assim será, incondicionalmente, até que o Palácio Felipe Camarão seja desocupado. Em paralelo, a Procuradoria Geral do Município já está designada para elaborar e buscar todos os meios legais a fim de garantir a reintegração de posse do edifício histórico que sedia a Prefeitura.

A reunião visando os termos e a instalação efetiva da Mesa de Negociação entre a Prefeitura do Natal e as entidades representativas dos servidores municipais será remarcada tão logo os respectivos dirigentes sindicais permitam o funcionamento normal do Palácio Felipe Camarão.

Prefeitura Municipal do Natal

Opinião dos leitores

  1. Corretíssimo o prefeito de Natal em descontar no contracheque os dias que os “estáveis” servidores ficaram parados sem nada produzir. Nada vírgula, pois produziram um monte de transtornos e prejuízos ao cidadão refém da vagabundagem sindical. Puniram o contribuinte sem dó nem piedade, deliberadamente, embora queiram dele agora arrancar o apoio incoerente. Como sempre fizeram mais uma greve ilegal e inconsequente, caricata, de cunho nitidamente politiqueiro. Paralisação ilegítima e eleiçoeira, palanque antecipado de 2018. Aliás, o sindicalismo anacrônico do Brasil cheira a mofo, remonta ao tempo da mesóclise.

  2. Esse prefeito irresponsável e incompetente está mostrando quem é após ser reeleito. Vergonhoso o salário desses servidores da prefeitura e ainda passam por isso. Esse incompetente vai se candidatar ao cargo de governador. GANHA NUNCA!

  3. O prefeito descumpre leis e determinações judiciais, comete crime de desobediência e não recebe qualquer sanção do MP ou do TJ. Rasga o acordo com os sindicatos e agora se faz de vítima. Não há palavras pra descrever a gestão Carlos Eduardo. A população de Natal precisa saber a verdade.

    1. De 2018 em diante, ele terá o troco. Meu voto e de minha família ele nunca mais terá.

  4. O servidor público tem o direito de ser respeitado. O trabalhador deve ser respeitado e não tem que pedir para sair quando o gestor age com descaso e não consegue ser um bom administrador tanto para o povo quanto para os funcionários. Se alguns covardes "pedem para sair" quando não são valorizados é problemas deles, mas meu aplauso é para corajosos que não baixam as cabeças diante das injustiças e procuram construir dias melhores. Não esqueçam que Carlos Eduardo Caloteiro ESTÁ prefeito, é apenas um passageiro.

    1. Os servidores são concursados, ocupam seus cargos por MÉRITO. Não precisaram de apadrinhamento político ou bajular gestores temporários. Pedimos neste momento apenas o respeito pelas nossas leis e aos acordos que a própria gestão firma.
      A sua afirmação é extremamente desrespeitosa. Certamente deve ser um despeitado por sequer ter a condição de concorrer a uma vaga no serviço público.

  5. Se a prefeitura cumprisse os acordos que assina, já teria instalado a mesa de negociação e discutido o abono dos dias de uma greve, carregada não apenas da legalidade, mas de Justiça e não teria cortado os salários dos servidores e prejudicado milhares de famílias e também toda a economia local. Na tão famosa "crise" alardeada desde 2014 pelo prefeito Carlos Eduardo ALVES cabem festejos de todo tipo que custam milhões ao contribuinte natalense, a velha política do pão e circo, mas faltam recursos para sequer pagar os salários dos servidores em dia, como ordena a lei orgânica do Município do Natal. O legalismo a conveniência e a arrogância rotineira do chefe do executivo municipal, estes sim, precarizam cada vez mais a prestação dos serviços públicos e essenciais à População Natalense que agoniza há décadas, vítima das oligarquias sanguessugas do RN.

    1. No dia 31 de janeiro os servidores públicos municipais suspenderam a Greve diante de um TERMO DE COMPROMISSO assinado com a garantia de que não haveria o corte dos salários, assunto esse que seria debatido na Mesa de Negociação a ser instalada. A GREVE FOI SUSPENSA, mas, o Prefeito NÃO CUMPRIU O TERMO DE COMPROMISSO!

  6. Eu na qualidade de cidadão tenho por direito cumprir o que reger as Leis e a nossa Constituição, já as nossas autoridades, não compartilham da mesma ideia… Salários atrasados, de uma crise que ele mesmo criou, afinal a Prefeitura foi dele para ele, a justiça inerte, pois tudo neste pais depende de política. Acabou direito à greve, acabou o único jeito de reivindicar algum direito. Parabéns a Política Brasileira, parabéns a todos os nossos juristas e por último parabéns ao povo brasileiro.

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