Um ministro palestino morreu pouco depois de ser atingido e empurrado por soldados israelenses durante um protesto nesta quarta-feira na Cisjordânia ocupada, disseram testemunhas e funcionários do governo palestino. Um manifestante que participava do ato contou ao jornal “Haaretz” que viu um oficial da Polícia de Fronteira bater em Ziad Abu Ein com a coronha de sua arma e chutá-lo.
Abu Ein, encarregado da luta sobre o muro de separação na Cisjordânia, foi levado às pressas do local por uma ambulância, no vilarejo de Turmusiya, mas morreu a caminho da cidade palestina vizinha de Ramallah. Segundo sua família, ele sofria de diabetes e pressão arterial elevada.
Segundo Mahmoud Aloul, um dos principais membros do movimento Fatah, o ministro estava entre dezenas de manifestantes que participavam de um protesto contra assentamentos de terras na Cisjordânia. Na tentativa de conter os palestinos, as tropas israelenses dispararam gás lacrimogêneo contra eles e depois bateram em alguns dos participantes com o cabo de suas armas.
O Exército israelense disse que não houve confronto físico direto entre os soldados, no entanto, o incidente ainda está sendo investigado. As Forças Armadas devem divulgar mais detalhes sobre as circunstâncias do incidente em breve.
O presidente palestino, Mahmoud Abbas, classificou a morte de Abu Ein de “ato bárbaro” e anunciou três dias de luto nacional. Em um comunicado, Abbas disse que iria tomar as “medidas necessárias” depois de uma investigação.
Em protesto contra a morte do ministro, palestinos em Ramallah fecharam lojas e atiraram pedras contra soldados israelenses que faziam a guarda de um assentamento fora da cidade, informaram fontes de segurança palestinas.
O Globo

Sr. Vinicius, seu discurso é o mesmo do PT. Culpar o mensageiro. Tudo que a Veja e Globo publicam a respeito do assunto é mentira? Vamos ter a imparcialidade de ver os fatos. Uma Briga histórica, onde os árabes não aceitam conviver de forma alguma com os Judeus. Não venho aqui dizer que Judeu é coitadinho, mas são capazes de se defender do terrorismo que os árabes alimentam. Estão certos sim de se defender e contra atacar a altura.
Pergunto a Vinícius que é conhecedor de História: Por que as nações árabes como o Egito que detinha o domínio da faixa de Gaza antes de 1967 e a Jordânia , que detinha a Cisjordânia antes de 1967, não fizeram um estado Palestino? A intenção dos árabes sempre foi aniquilar Israel, a ONU em 1947 dividiu a terra em 2 estados um árabe e outro judeu, os judeus aceitaram e os árabes não. Simplesmente 6 nações árabes declararam guerra a Israel. e a terra é dos judeus sim, desde tempos bíblicos, em 2006 Israel desocupou a faixa de Gaza e o Hamas assumiu o controle e joga bomba no território israelense mas os árabes não querem paz, os verdadeiros palestinos são os judeus.
Dizer que palestinos "fazem guerra por pouco" demonstra no mínimo um profundo desconhecimento de história geral e total descomprometimento com a verdade e a causa Palestina, que é justíssima, é bom que se diga.
Desligue um pouco a Rede Globo, rasgue a Veja e abra os olhos para a realidade, Bruno.
O que Israel promove contra o povo daquele local (nem podemos chamar de país, pois as potências e a omissa ONU se recusam a reconhecer uma nação ali estabelecida desde os primórdios da história contemporânea) é exatamente o que Hitler impôs aos judeus, só que em escala menor. Israel busca riscar os palestinos do mapa, tal qual o líder da Alemanha Nazista pretendia contra os judeus.
Os assentamentos (leia-se ocupação e expulsão dos verdadeiros donos da terra) que Israel promove na Cisjordânia se configuram na maior vergonha institucionalizada por uma nação na atualidade.
Busque mais alguma fonte de informação além de Globo e Veja.
Aparentemente você confia tanto nessa panfleto chamado Veja que até esquece da IstoÉ, por exemplo, que, desde o segundo turno, passou encampar exatamente a mesma posição vergonhosa da Veja. Dê uma olhadinha na IstoÉ.
Pela "linha editorial" que você adota nesse blog, será um deleite ler a revista da Editora Três.