No edital lançado ano passado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), a prova de títulos determinou uma pontuação maior para quem já exerceu atividades policiais. Cada comprovação desse tipo recebeu 0,7 ponto – até uma pontuação máxima de 3,5. O valor é igual ao somatório total dos títulos de doutorado, mestrado e pós-graduação.
A desproporção, que favoreceu candidatos já pertencentes à carreira policial, incomodou o Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA). O órgão expediu recomendação para que isso não volte a ocorrer nos próximos concursos públicos da PRF.
A corporação tem 20 dias para se manifestar, e, caso não cumpra a indicação, o MPF sinalizou que acionará a Justiça.
CorreioWeb
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